sexta-feira, 22 de maio de 2015

Porque o PT quer a manutenção do sigilo das operações do BNDES?

                                          A quem interessa o sigilo das operações do BNDES?

BNDES iceberg
                                                                          

Os empresários amigos do PT claro, e também ditaduras de países miseráveis, onde prevalece a visão exótica de socialismo. Mas afinal de contas que paga a conta? Nós é claro.
E Dilma manteve o sigilo destas operações, alegando preservar os interesses dos caboclos empresários brasileiros, avessos a concorrência, mas a sociedade brasileira que paga a conta quer saber.
Bilhões de reais de nossos impostos subsidiam estas operações, além de emprestar dinheiro para os ditadores facínoras. Quem se beneficiou com os bilhões emprestados a taxas abaixo da inflação para grupos como o de Eike Batista, a Odebrecht ou a JBS dona da marca Friboi do Lulinha.? Certamente não foi o trabalhador brasileiro.
Queremos saber quais critérios foram utilizados, em que condições esses grupos receberam tanto dinheiro. Temos o direito a essas informações. O BNDES se transformou na maior máquina de transferência de recursos do trabalhador humilde para os ricos empresários caboclos tupinambás  “amigos claro do rei socialistas”. E isso feito por um governo de esquerda, que supostamente foca nos trabalhadores.
O BNDES, o banco foi o grande instrumento do abuso de poder do PT no governo, o ícone do nefasto “capitalismo de estado”, um veículo para o “orçamento paralelo”, estes tupinambás que fingem serem elites, o que gostam mesmo é do estado babá a chupeta são nossos impostos.
E fica a pergunta, qual o resultado efetivo das políticas de subsídios ( transferência dos pobres para os ricos) do BNDES?
Vejam o que diz Arminio Fraga um liberal economista respeitado no mundo civilizado:
Políticas públicas são financiadas por impostos e é obrigação do governo prestar contas de seu uso aos cidadãos que os pagam. Não menos importante, os recursos são escassos e as necessidades da população virtualmente ilimitadas; os recursos escassos deveriam, então, ser aplicados às políticas que gerem maior benefício à sociedade. Por essas razões, toda e qualquer política pública deveria ser criteriosamente avaliada, com cômputos e apresentação à sociedade de seus custos e benefícios.
[...]
A principal justificativa para a atuação de um banco de desenvolvimento é a existência de projetos cujos benefícios sociais sejam maiores que os benefícios privados. Numa situação dessas, os agentes privados não conseguirão se apropriar de todos os benefícios gerados. Assim, ausentes a atuação do banco e alguma forma de subsídio, esses projetos não seriam levados a cabo, com conseqüências negativas para a sociedade. Isso ocorre, por exemplo, em projetos que geram o que os economistas chamam de externalidades positivas, isto é, quando um projeto gera ganhos sociais para além daqueles que se beneficiam diretamente dele.
A sociedade tem o direito de julgar se os benefícios da concessão de empréstimos subsidiados compensam os custos. Afinal, não faltam outros problemas que podem ser mitigados com esses recursos, como as filas do SUS ou a falta de vagas em creche, para citar apenas duas de uma longa lista de carências. Para fazer a avaliação, é indispensável que a sociedade que paga a conta tenha acesso às informações. Por exemplo, sendo o empréstimo subsidiado, quais são a taxa efetiva, o prazo e o indexador? Como isso se compara com os juros o governo paga? Para empresas abertas, como o financiamento do BNDES se compara à taxa média de financiamento da empresa no mercado? O indexador é diferente? E como se compara às debêntures que a empresa possa ter? Na ausência dessa informação — o que ocorreria para empresas fechadas — como os termos se comparam com termos que empresas abertas comparáveis enfrentam?

E o argumento de sigilo bancário não se aplica, pois estamos falando de recursos públicos, provenientes de nossos impostos.

CPI já. Abaixo os desembolsos em bilhões realizados junto a ditadores e empresários amigos.que nós pagamos
                                                     
                                                                                                            
Seminário sobre o que é Capitalismo de Estado e como ele nocivo e é promovido pela esquerda e também pela direita direita cabocla.

                                                                                                                                                              



As besteiras, irresponsabilidades e barbeiragens dos petistas.

As besteiras, irresponsabilidades e barbeiragens da nisso não é petistas?

Desemprego: 6,4 %,. Queda de rendimento médio, publico; 1) trabalhadores com carteira assinada, 2) sem carteira assinada ( informal sem direitos), 3) por conta própria e 4) militares e funcionários públicos estatutários. Só o último grupo teve uma elevação de rendimento.porque pela estabilidade que é o sonho do povo cigarra e nossos impostos que para eles é infinito oras.

E tem mais, saques da poupança para pagar contas que foram assumidas de forma irresponsável pelo povo cigarra pode chegar a R$ 50 bilhões neste ano. 

Agora uma pergunta se o estado brasileiro é gigante e causa despesas, porque não reduzi-lo ao mínimo possível? A fim de sobrar poupança para que o setor privado ( diga-se sociedade civil trabalhadores,empresários) invistam em atividades produtivas?

Porque escrotos que se dizem preocupados com o interesse nacional, vivem dizendo que a preservação de estatais deficitárias resguarda os interesses nacionais, simples é que esta escumalha enriquece com a manutenção destes paquidermes só isso.

A fisionomia do país hoje nada mais é que 13 anos de aplicação de políticas econômicas equivocadas, apoiadas amplamente principalmente por tele jornais, que iludiu um povo já inclinado ao canto da cigarra.    

Vamos as idéias de Lord Keynes que esquerdistas tanto apreciam:

                A ideia simplificada de Keynes é que crises econômicas são cíclicas e inevitáveis, em virtude da superprodução econômica que gera expectativa de baixa lucratividade futura, levando então a uma redução natural dos investimentos. Keynes então argumenta que, durante o período de crise, deve haver um gasto ( nossos impostos) governamental alto para manter as atividades econômicas, suprindo os deficientes investimentos privados. Depois de passada a crise e a volta à normalidade dos níveis de investimento privado, o Estado deveria reduzir investimentos e tributar mais, gerando poupança nacional estatal para os anos de baixo investimento privado. De fato, o que a Presidente está fazendo é encerrando um ciclo keynesiano, ao reduzir investimentos públicos e tributar a população após um período de estímulos econômicos estatais.

Só tem um problema: Crises econômicas não são cíclicas e muito menos inevitáveis. O mercado é um processo dinâmico de criação e destruição, onde em todo o momento os empreendedores buscam, de maneira descentralizada, suprir as demandas dos consumidores, coordenando desejos humanos com a escassez de bens e serviços. Essa coordenação nunca será plena porque os desejos são infinitos e dispersos, enquanto que a escassez, embora perene, muda de acordo com a quantidade de poupança acumulada, as instituições sociais e a produtividade econômica, podendo, portanto ser maior ou menor, mas sempre com tendência de queda, se naturalmente livre.
Esse processo se descoordena exatamente quando o Estado intervém para satisfazer grupos de pressão, políticos ou paraestatais, não mais levando em consideração os desejos dos consumidores na distribuição de bens e serviços, mas dos produtores que bancam as farras eleitorais e dos burocratas que controlam a máquina pública. Em um mercado livre, superprodução significa aumento da satisfação de todos e enriquecimento coletivo, não pobreza, pois os bens produzidos são aqueles que a sociedade deseja.
Lula acreditou assim como os esquerdistas, que o uso do Estado para forçar as pessoas a gastarem acabou por destruir o pouco de poupança que existia e exaspera a pouca produção, levando a economia a um estado de escassez extrema..
No Brasil, essas intervenções tem os mais variados nomes: PAC 1, PAC 2, isenções pontuais, BNDES, política de campeões nacionais, Banco Central, Minha Casa Minha Vida, Minha Casa Melhor, Petrobras, protecionismo alfandegário, redução forçada de juros, Haiti, Porto de Cuba, Grupo X, Mais Médicos, redução forçada das contas de serviços públicos, CIDEs, impostos, taxas, e assim vai. Para resumir tudo em uma expressão: Partido dos Trabalhadores.tudo filhoters do patrimonialismo e da estatolatria do povo cigarra.
Portanto, o atual tsunami da economia brasileira não tem origem na marolinha internacional (termo lulista), mas na incrível empáfia petista de achar que pode controlar a economia melhor do que os cidadãos livres que a compõem.
           O PT pode sim estar nos levando a um cenário pré-plano real, a memória curta e um DNA pró cigarra podem ser as causas.
                                                                  


quinta-feira, 21 de maio de 2015

Juízes e seus barnabés concursados, quanto custa?

STF custa R$ 1,5 mi por dia em 2014


O Supremo Tribunal Federal (STF), a mais alta instância do poder judiciário brasileiro, custa R$ 1,5 milhão por dia aos cofres públicos. O orçamento da Corte em 2014 foi de R$ 564,1 milhões.
A maior parcela dos recursos vai para o pagamento de pessoal ( juízes e barnabés concursados). o STF conta com 1.683 servidores, de acordo com dados do próprio STF.
STF geral_01
O órgão deve investir (obras e compra de equipamentos) R$ 39,4 milhões em 2015 e poderá gastar até R$ 200,6 milhões em despesas correntes.( cafezinho, água mineral, verbas de representação e outras nulidades administrativas) Até o dia 22 de maio, R$ 209,4 milhões já haviam sido desembolsados pelo Tribunal.
Desde 2012, com julgamento do mensalão, o STF foi acompanhado de perto pela população brasileira. O “julgamento do século”, realizado pelo Supremo Tribunal Federal, trouxe a tona a importância das decisões desse Corte, as discordâncias entre ministros e finalmente colocou gente poderosa atrás das grades que convenhamos é o mínimo que eles tem que fazer, colocar baianinho na cadeia é fácil são feios.
A função principal da Corte é servir como guardiã da Constituição Federal, julgando casos que envolvam ameaça a essa. Na área penal, o Tribunal julga, nas infrações penais comuns, o presidente da República, o vice-presidente, os membros do Congresso Nacional, seus próprios ministros e o Procurador-Geral da República, entre outros.
Em grau de recurso, o STF julga, em recurso ordinário, o habeas corpus, o mandado de segurança, o habeas data e o mandado de injunção decididos em única instância pelos Tribunais Superiores, se, em recurso extraordinário, as causas decididas em única ou última instância, quando a decisão contrariar dispositivo da Constituição.
O Supremo Tribunal Federal é composto por 11 Ministros, brasileiros natos, escolhidos dentre cidadãos com mais de 35 e menos de 65 anos de idade, de notável saber jurídico e reputação ilibada e nomeados pelo Presidente da República, após aprovação da escolha pela maioria absoluta do Senado Federal.
Em maio de 2014, a revista britânica The Economist classificou o STF como “o tribunal mais sobrecarregado do mundo, graças a postura de cigarra dos brasileiros, quando criou uma infinidade de direitos e privilégios na Constituição nacional de 1988 (…) até recentemente, as decisões do tribunal não eram vinculadas aos tribunais inferiores. O resultado foi um tribunal que está sobrecarregado ao ponto de um motim.”
Custo do Judiciário
Os custos para manter o Poder Judiciário não são baixos. Segundo a previsão orçamentária para 2015, o Judiciário deve custar R$ 95,7 milhões por dia. De acordo com o total autorizado em orçamento, o Poder custará R$ 34,9 bilhões aos cofres públicos em 2015
O levantamento realizado pelo Contas Abertas levou em consideração o orçamento do Conselho Nacional de Justiça, as justiças do Trabalho, Eleitoral, Federal e Militar da União. Além disso, também foram contabilizados os orçamentos do Supremo Tribunal Federal, Superior Tribunal de Justiça, e, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios. Os valores computados não levaram em consideração possíveis emendas incorporadas ao orçamento aprovado.como esta tentativa irresponsável de aumentar em 78 % o aumento de servidores.
Quanto custa o Judiciário de uma nação civilizada vamos ver?Ao comparar a destinação de recursos públicos para o Judiciário, o Ministério da Justiça verificou que o Brasil ocupa o primeiro lugar no ranking de repasses em um grupo formado por 35 países: é o que mais destina impostos para os tribunais, englobando as esferas da União, dos Estados e dos municípios. Nessa lista estão Itália, Espanha, África do Sul, Dinamarca e Noruega".
O judiciário brasileiro é fenomenal, no universo de 22 mil cargos no Governo Federal, e um total de 540 mil servidores estáveis, a especializada laboral, é hoje um acinte a sociedade, eis que inoperante nos seus propósitos de atender esta demanda.O cientista político Eduardo GRAEFF revelou em seu artigo, que um juiz da Suprema Corte dos Estados Unidos diga-se civilização cuja economia é 8 vezes a daqui ganha 208 mil dólares por ano, quase o mesmo que percebe um ministro do Supremo Tribunal Federal do Brasil. Em números de 2014, "o salário médio de um juiz nos Estados Unidos era de 102 mil dólares por ano. O salário inicial de um juiz estadual no Brasil, o equivalente a 142 mil dólares; o de um juiz federal, 166 mil dólares, a paridade de poder de compra, destoa entre os que mais ganham no mundo, apesar da inoperância e descrédito da nossa Justiça".
Para melhor dimensionar essa lacuna salarial em comparação ao salário de um professor, nos EUA, um professor primário ganha cerca de 45 mil dólares por ano. No Brasil, o equivalente a 11.600 dólares nas escolas estaduais ou 8.750 dólares nas municipais. Acontece que, além de distantes do poder, eles são muitos: mais de 1,3 milhão de professores nas redes públicas de educação básica. Quadruplicar seus salários para equipara-los aos dos colegas americanos seria justo, mas custaria algo como 75 bilhões de reais por ano ou o dobro, mas o patrimonialismo federal é benevolente com o judiciário, seria porque que ali ele demanda milhões de ações? Ao comparar a destinação de recursos públicos para o Judiciário, o Ministério da Justiça, no seu estudo, verificou que o Brasil ocupa o primeiro lugar no ranking de repasses de nossos impostos em um grupo formado por 35 países: é a nação que mais destina dinheiro para os tribunais, englobando as esferas da União, dos Estados e dos municípios. Nessa lista estão Itália, Espanha, África do Sul, Dinamarca e Noruega, por exemplo.
Os maiores pesadelos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), para fiscalizar o funcionamento do judiciário são o lembrando é gente da classe média para cima que se comporta desta forma vil,superfaturamento, engavetamento (morosidade) e corrupção. Quando a morosidade de processo simples, como uma investigação de paternidade demora 4, 5 ou mesmo 6 anos para alcançarem sua fase final. No processo trabalhista os prazos ainda são maiores, chegam a dez anos. A exemplo de outros setores da vida pública, o judiciário brasileiro também pudra é cara do povo brazuca alías de lá não verdade? enfrenta a corrupção, com vários os exemplos de participação de magistrados, desembargadores, promotores e advogados em esquemas de lavagem de dinheiro, desvio de verbas públicas ou mesmo vendas de sentenças. São dezenas de sedes dos Tribunais brasileiros, que parecem até fazer uma competição para ver quem faz o prédio mais luxuoso, mais tecnológico, maior e mais caro. Construções como a da nova sede do TRF1 possuem nove banheiros coletivos de 800 metros quadrados, boxes para massagem de 60 metros quadrados e setor de lojas com 200 metros quadrados. O Tribunal Superior do Trabalho (TST) possui os maiores gabinetes entre todos os tribunais, e uma garagem com cinco mil vagas. O Superfaturamento e custo do metro quadrado acima do mercado, alguns em 365%, como foi o caso do Fórum de Teresina, no Piauí.

                     Infelizmente um dos poucos que merecem respeito do país relembrando.

                                               


terça-feira, 19 de maio de 2015

O mal que atacou o caráter republicano da democracia brasileira

O mal que atacou o caráter republicano da democracia brasileira
As togas vermelhas.
O que a presidência da República vem fazendo e o Senado aprovando é uma revolução branca, via totalitarismo judiciário.

Só não vê quem não quer: um STF onde não existam liberais nem conservadores, onde todos, num grau ou noutro, sejam "progressistas" ou marxistas, selecionados a dedo pelo mesmo partido, é uma revolução através das togas. Dispensa luta armada ou desarmada, dispensa Gramsci, movimentos sociais, patrulhamento. Bastam onze homens e seus votos. E tudo fica parecendo Estado de direito.
A bússola das decisões normativas sobre a vida nacional, sobre os grandes temas, está saindo do Congresso, onde opera a representação proporcional da opinião pública. Aquela história dos três poderes, este faz a lei, aquele executa e aquele outro julga - lembra-se disso? - vai para as brumas do passado. Há mais de três décadas estão sendo transferidas para o Judiciário deliberações que vão do acessório ao essencial, do mais trivial ao mais relevante. Já escrevi muito sobre tal anomalia e percebo que a migração prossegue, através dos anos, com determinação e constância.
A judicialização da política, braços dados com o ativismo judicial, causa imensas preocupações cívicas. Opera uma revolução silenciosa. Não usa barracas de campanha, não cava trincheiras e não precisa de arsenais. Ataca a partir de luxuosos gabinetes. Reúne-se em associações e congressos de magistrados militantes. Seu material bélico está contido em meia dúzia de princípios constitucionais que disparam para onde a ideologia aponta.

O QG dessa conspiração sofreu uma derrota, terça-feira, com a aprovação da PEC que postergou para os 75 anos a aposentadoria compulsória dos magistrados. Mas isso não resolve o problema diante do mal que atacou o caráter republicano da nossa democracia - o instituto da reeleição - cortando o movimento pendular do poder. Se o Congresso, e especialmente o Senado, não reagir, se for aprovada a inacreditável indicação do Dr. Fachin (que até o Lula teria achado "basista" demais), se aprofundará o abismo entre o pluralismo como inequívoco princípio constitucional e a composição do STF.

É algo de que, aparentemente, ninguém se deu conta. Pluralismo é pluralismo. Dispensa interpretação. É um severo princípio impresso no preâmbulo da Constituição. Como pode ele ser desconsiderado quando se trata de indicar membros para a mais alta corte do Poder Judiciário (isso para não falar nos demais tribunais superiores)? É admissível que os membros desse elevado poder expressem o ideário e os interesses de uma mesma corrente política? O que a presidência da República vem fazendo e o Senado aprovando é uma revolução branca, via totalitarismo judiciário. Toleraremos, aqui, o que já aconteceu na Venezuela?
                                                Joisse 

Uma derrota do STF, independente dos penduricalhos acadêmicos do Sr. Fachin

A derrota do STF.

O direito a pensão para amantes; a esterilização do esposo ou da esposa sem o consentimento do seu cônjuge; a desapropriação de terras produtivas; a resolução que permite menores usarem banheiros femininos e vice versa nas escolas, de acordo com sua orientação sexual ( agenda gay), e outras bizarrices tais como entre o texto legal e a testa ( ideologia) um juiz deve primar sua decisão pela testa.
Ao chamar quem opina sobre suas cretinices, ele adjetiva de gosma, porém como um vira lata mansinho saiu de porta em porta dos senadores, pedindo sua aprovação

1 - Apoio político a Dilma Rousseff

Em 2010, em meio ao segundo turno das eleições presidenciais, Luiz Edson Fachin assinou um manifesto de juristas declarando apoio à então candidata à Presidência da República Dilma Rousseff. A manifestação de simpatia por Dilma é criticada por políticos oposicionistas que colocam em xeque a eventual imparcialidade de Fachin no julgamento de casos que atinjam o governo, como a operação Lava Jato. Em entrevista após sua indicação ao cargo, Fachin minimizou o apoio dado a Dilma. "A vida implica, em diversos momentos, o exercício da cidadania, a tomada de algumas direções. Eu sei bem distinguir as direções nos diversos momentos. E tenho certeza de que o meu comportamento e a minha trajetória indicam também essa direção", disse Fachin.
 

2 - Apoio à poligamia

Luiz Edson Fachin é visto como um defensor da poligamia. A polêmica tem como base um prefácio escrito por ele do livro "Da Monogamia: A Superação como Princípio Estruturante do Direito de Família", de Marcos Alves da Silva. O texto do prefácio foi interpretado como uma defesa à poligamia, o que é vetado pela Constituição de 1988.
Em um vídeo divulgado em site na internet, Fachin se defende e diz que qualquer interpretação diferente é uma "compreensão equivocada". "Evidente que no direito brasileiro não há lugar para reconhecimento da poligamia e eu também não defendo a poligamia. A monogamia é uma estrutura jurídica e cultural pela qual a sociedade e a ordem jurídica do Brasil optaram (...), portanto não sou a favor da poligamia, não defendo nenhuma desestruturação da família", disse.

3 - Apoio ao MST

Nas últimas semanas, a atuação de Fachin como procurador do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) e como membro da Associação Brasileira de Reforma Agrária levantou dúvidas sobre seu posicionamento em relação a movimentos sociais como o MST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra). Fachin tem sido citado como "simpatizante" da organização.
Em um vídeo divulgado na internet, Fachin se defende afirmando que não tem posições radicais e que respeita o direito de propriedade. "Entendo que a propriedade é (...) um direito fundamental e, como tal, nós devemos obediência a esse comando constitucional porque a Constituição é o nosso contrato social (...). Nenhum de nós pode ter uma Constituição para chamar de sua", afirmou.

4 - Exercício irregular da profissão
O senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES) acusou Fachin de ter exercido a advocacia de forma ilegal durante o período em que ele foi procurador do Estado do Paraná, entre 1990 e 2006.
Uma nota técnica divulgada pelo Senado indicou que Fachin não poderia ter advogado de forma privada enquanto atuava como procurador porque a Constituição do Estado, promulgada em 1989, proibia a prática. Uma segunda nota técnica, porém, feita a pedido do senador Álvaro Dias (PSDB-PR), relator da indicação de Fachin, considerou a prática legal.
Em mais um vídeo divulgado por Fachin, o advogado se defende das alegações. Segundo o jurista, sua nomeação foi feita com base em uma lei que vigorava antes da promulgação da Constituição do Estado do Paraná e que permitia a dupla atividade desde que ele não advogasse contra o Estado.

"Não houve nenhuma irregularidade no período em que, com honra, eu atuei como procurador do Estado do Paraná (...). Pelo princípio do edital, o meu decreto de nomeação, não obstante ele seja posterior à Constituição de 1989, se refere ao edital como sendo o edital a regra (...) Portanto não houve irregularidade nenhuma desse exercício que fiz de 1990 a 2006", afirmou
                             Um juiz militante, só aqui mesmo, país exótico é assim
                                                       
                                                      

A indigência financeira, expõe o país internacionalmente.


Dívidas que não honra:

ONU  - R$ 600 milhões, 

Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA): R$ 10,3 milhões.

Tribunal Penal Internacional : R$ 15,4 milhões

FAO : R$ 38,6 milhões.

Organização dos Estados Americanos (OEA): U$$ 8,1 milhões de dólares 

E o país que pensa se pergunta ? se devemos paras as instituições acima os montantes apontados, como justificar então, que entre  2006 e 2012, US$ 3,2 bilhões (R$ 6,4 bilhões) foram consumidos em empréstimos a companhias brasileiras em Angola –49% para a Odebrecht–, de acordo com uma reportagem da BBC Brasil. Trecho da reportagem: “A Odebrecht conta com parte de uma nova linha de crédito do banco, de US$ 2 bilhões, para manter o ritmo de investimentos em Angola, entre US$ 500 milhões e US$ 600 milhões anuais (de R$ 1,1 bilhão a R$ 1,2 bilhão)”.

Porque os bolsos dos brasileiros ( Tesouro Nacional ) transferiu para o BNDES R$ 410 bilhões — ou seja  8,4% do PIB.

Outra pergunta aprovar empréstimos internacionais não deveria primeiro passar pelo Congresso Nacional como manda a Constituição?
Senão  vejamos Angola, recebeu do PT entre US$ 500 milhões e US$ 600 milhões anuais (de R$ 1,1 bilhão a R$ 1,2 bilhão)”.  o porto de Mariel  em Cuba engoliu US$ 682 milhões só na primeira etapa. Com 18 metros e 12 quilômetros de ferrovias e 70 quilômetros de estradas pavimentadas com pista dupla no entorno, o primo cubano é tudo o que o Porto de Santos, em São Paulo, precisa e não obtém do governo petista? 

Quer mais par ao seu bolso pagar a conta :

U$$ 1 bilhão de dólares investidos em  obras da hidrelétrica de Tumarín, na Nicarágua. 

US$ 90 milhões para construir a Hidrelétrica Manduriacu, além de outros US$ 240 milhões para a hidrelétrica de San Francisco. no Equador

Estes países não possuem qualquer relevância comercial para nós, são contemplados por que são governados por partidos socialistas que se alinham com a agenda petista.

Criar uma CPI do BNDES é imperioso com a palavra o Congresso Nacional.

                                                                          


segunda-feira, 18 de maio de 2015

O câncer do patrimonialismo, entrou em metástase com o PT no poder.

'O PT potencializou o patrimonialismo'
Professor de Filosofia e especialista na formação intelectual do Brasil, Ricardo Vélez Rodriguez afirma que o PT usou a prática para construir hegemonia partidária

O professor Ricardo Vélez Rodriguez é uma figura peculiar no meio acadêmico: nascido na Colômbia, ele coordenou um dos primeiros centros de pós-graduação dedicados exclusivamente ao pensamento brasileiro, na Universidade Federal de Juiz de Fora. Autor de obras sobre o patrimonialismo e o Castilhismo - regime autoritário que nasceu no Rio Grande do Sul e teve influência decisiva sobre a República brasileira -, Rodriguez vive no Brasil desde 1979 e especializou-se em identificar as raízes históricas e culturais das mazelas que assolam a política brasileira. Aos 72 anos, ele vive em Londrina (PR) e continua lecionando. Rodriguez analisa o cenário político atual e afirma: o Partido dos Trabalhadores elevou as práticas patrimonialistas a um nível sistêmico. 

A corrupção no governo do PT tem algo de inédito? 
A ciência política tem o conceito de patrimonialismo, que consiste na utilização do Estado ( os impostos pagos por todos) como instrumento de enriquecimento. Ele é tão velho quanto a história do Brasil. Há momentos na história republicana em que esse senso de patrimonialismo fica evidente. Um deles foi no governo Sarney. Mas o PT realmente piorou as coisas em relação aos períodos anteriores, porque tornou a corrupção sistêmica. Elaborou uma espécie de grande proposta estratégica de garantir a roubalheira continuada utilizando para isso as empresas e os bancos estatais. Nunca se viu algo tão sistemático. Fernando Collor foi posto na rua porque Paulo César Farias tinha uma certa ideia de engenharia da corrupção, mas era ladrão de galinha comparado com o que o PT fez. Nos dez anos antes de chegar ao poder, o PT já tinha aparelhado o segundo escalão de ministérios da área social, como Saúde e Educação. Depois foi só colocar a colocar a culpa e sistematizar a coisa, porque já estava feito o trabalho de penetração. Eu digo que com o PT houve o seguinte fenômeno: a engenharia da corrupção conseguiu realizar a corrupção da engenharia. As grandes empresas que faziam obras de vulto para o Estado todas entraram no beco da corrupção com o PT.
O PT usa o patrimonialismo para fins diferentes? 
Não tenha dúvida. Há uma proposta hegemônica no PT, aliada a um populismo que desmancha as instituições. Lula se encarregou de desprestigiar todas as instituições republicanas, começando pelo Executivo, que ficou cheio de podridão. O Legislativo, com o mensalão e o petrolão, tentou-se comprar. E o Judiciário foi aparelhado. Havia marxistas-leninistas no meio pensando a coisa. É o caso de José Dirceu. O PT tinha na cúpula um elemento estratégico que pensava uma perpetuação hegemônica do poder, de tipo gramsciano, e buscava garantir o financiamento disso. Foi um momento de potencialização dessa tendência privatista do poder econômico através do Estado para garantir uma hegemonia partidária em direção a um modelo totalitário, não há dúvida. O desaguadouro disso é a Venezuela. O modelo venezuelano é um modelo já mais avançado.
Mas a postura do PT nem sempre coaduna com os ideais socialistas.
 O que acho que se deve compreender é o seguinte: qual é a carta que o PT e os bolivarianos compraram? O pensamento de Chávez, o líder dos bolivarianos, qual era? Chegar ao poder utilizando o voto e as estruturas existentes. A proposta da revolução cultural gramsciana é esta. Visto que a revolução do proletariado no modelo clássico leninista sai muito cara e é muito pouco realizável devido à conjuntura internacional, é muito mais prático tomar por dentro. Como? Fazendo cair os valores da chamada sociedade burguesa. Então atacam a família, atacam a religião e tomam conta do sistema de ensino para rebaixá-lo. Paralelamente aparelham o Estado para financiar o partido no poder, que era a ideia de Gramsci. O "novo príncipe" de Gramsci era o partido hegemônico. O que o PT queria é isso.

O surgimento de uma oposição mais forte ao PT é algo temporário ou o cenário realmente mudou? 
Acho que é algo diferente, porque passam meses e meses e os panelaços continuam. Querem tirar o PT de todas as formas. Eu acho que a oposição formal brasileira não entendeu direito o espírito da coisa. Os cardeais tucanos voaram todos em bando para Nova York no dia em que Fachin iria ser sabatinado no Senado. A oposição dá refresco demais ao PT. Era o papel da oposição formal, fundamentalmente do senador Aécio Neves, dar as caras e fazer o combate. E as ruas entendem isso. O próprio PSDB vai sentir nas próximas manifestações um pouco essa cobrança.
Uma eventual guinada ideológica no Brasil poderia influenciar o restante da América do Sul?
Acredito que sim. A crise é do PT e é da esquerda brasileira, que não tem proposta. Ficou restrita a essa missão estatizante maluca e não há uma visão clara. Falta quem veicule em programa político-partidário uma proposta conservadora que certamente teria muitos seguidores. É necessário que exista um partido conservador, que defenda causas que a esquerda esqueceu. Por exemplo: a defesa da família. Isso virou uma espécie de coisa careta que político nenhum quer mencionar. Hoje alguns evangélicos começam a colocar isso na rua. Mas eu acho que é uma proposta a ser defendida. O eleitor não encontra um partido conservador que seja uma opção clara. A própria Igreja Católica terminou perdendo muito do poder de comunicação. A CNBB tem ficado escondida feito uma ostra em face de todas essas coisas. Eu não vejo um pronunciamento da CNBB contra a imoralidade reinante, porque eles ficaram muito atrelados à política do PT. A bem da verdade o PT é filho do movimento sindical e da Igreja progressista. Então a Igreja progressista ficou calada e está perdendo espaço para outras vertentes mais conservadoras e perdendo capacidade de análise politica desse momento.
A tendência autoritária dos governos brasileiros tem raízes históricas? 
O problema é esse. A nossa República já nasceu sob o signo da hipertrofia do Executivo. O modelo republicano que progrediu foi o praticado por Júlio de Castilhos. Esse modelo germinou lá no Rio Grande do Sul e em 1930 assumiu o protagonismo nacional com a segunda geração castilhista, por meio de Getúlio Vargas. É um regime de concentração de poderes no Executivo e de desvalorização no Legislativo. Para Getúlio valia o mesmo principio que valia para os castilhistas: O regime parlamentar é um regime para lamentar. Tira poderes do Legislativo, centraliza tudo o Executivo. Essa hipertrofia do Executivo é o que mais tem prevalecido.
Os militares também foram influenciados por essas ideias?
A volta dos gaúchos ao poder no regime militar é uma volta do castilhismo, sem dúvida nenhuma. Tanto do castilhismo da primeira geração, com hipertrofia do Executivo, quanto do castilhismo da segunda geração, com essa figura do autoritarismo instrumental.
Leonel Brizola também se dizia influenciado por Júlio de Castilhos e, por sua vez, influenciou a presidente Dilma Rousseff. 
O Brizola era castilhista de coração. Acreditava na hipertrofia do Executivo e adotava um discurso estatizante. É um sujeito que pegou os ideais castilhistas e os plantou do lado da esquerda. No Rio Grande do Sul houve um laboratório em que PT fez os ensaios iniciais para a tomada do poder. Os governadores petistas eles colocaram em andamento uma hipertrofia do Executivo, uma ingerência do Executivo muito dentro da linha castilhista.
O vício autoritário de governos de esquerda e direita no Brasil se deve, então, a equívocos na formação intelectual do país? 
Uma das causas é que a intelectualidade brasileira da área de ciências sociais terminou sendo encampada por uma proposta estatizante. Há um livro do professor Antonio Paim que é muito interessante porque mostra como surge, na esteira da herança das ciências sociais francesas, uma proposta de intelectualidade da esquerda brasileira que é totalmente comprometida com a implantação de um vago socialismo. Esse vago socialismo termina encampando propostas estatizantes. A crise hoje é uma crise da esquerda, da intelectualidade da esquerda que entrou nesse beco sem saída, e é necessário um arejamento cultural para poder sair dessa crise.
A militância que tem ido às ruas já se descolou dessa mentalidade predominantemente de esquerda?
Eu acho que há uma volta de ideias liberais. Há muitos jovens libertários, muita gente que transita pelas redes sociais, estudiosos do liberalismo que estão redescobrindo o caminho das pedras, e acho que essa geração que está alimentando esses movimentos de rua tem muito de inspiração liberal. Falta, ao meu ver, um estudo mais sistemático do liberalismo porque isso virou uma espécie de grande maldição no Brasil. É necessário dar a essas novas gerações elementos de conhecimento sistemático do pensamento liberal, do pensamento conservador, para poder arejar o ambiente e realizar algo que tenha raízes profundas
Esse esforço não é pequeno. É tarefa para uma geração? 
É uma coisa é uma coisa de longo prazo que será tanto mais rápida quanto mais rápido for organizado um partido conservador, de direita que tenha um ideal liberal-conservador e o coloque em prática. Acho que o país está carente disso. A sociedade brasileira tem aspectos conservadores que foram esquecidos por todo esse discurso de esquerda e precisam ser resgatados.
Os partidos não percebem isso?
O problema é que os partidos terminaram vítimas do açodamento. Todos pensam na próxima eleição, não na próxima geração. Não há uma perspectiva estratégica dos partidos. O único que tinha uma perspectiva estratégica, é bom reconhecer, é o PT. Mas é uma perspectiva estratégica destruidora. O grande problema é que nossos partidos ficaram reféns dessa visão imediatista e personalista. Nossos partidos são como blocos de carnaval, que têm batucada mas não têm enredo. Nós precisamos de escolas de samba, com batucada e com enredo.
A crise no governo Dilma é reversível?
 Eu acho que o PT vai terminar se esvaziando como detentor do poder. É bem provável que, se os empresários que estão fazendo delação premiada disserem tudo, o impeachment se torne uma realidade. Mas isso não vai mudar as coisas da noite para o dia. Seria necessária a uma proposta governamental diferente.
A saída, então, é pela via cultural? 
Não tenha dúvida. Toda mudança profunda num país tem como, dizia Benjamnin Constant de Rebecque, de levar em conta as três variáveis clássicas: econômica, política e cultural. Econômica abrindo espaço para a livre inciativa, a produtividade que no Brasil há muitas amarras que atrapalham. Política mediante uma melhora da representação. Acho que adoção do voto distrital seria um caminho. E, na parte cultural, acabar com esse endeusamento do pensamento de esquerda que conduz ao nada. Arejar nossas ideias e possibilitar que as novas gerações conheçam as ideias liberais e conservadoras, que têm muito a dizer no mundo contemporâneo.
Não adianta tentar cala-la ela voltou, mostrando que ha vida inteligente no jornalismo