sábado, 9 de maio de 2015

Pobreza e ignorância os melhores cabos eleitorais da esquerda caviar brasileira.

Pobreza e ignorância: os melhores cabos eleitorais da esquerda caviar Brasil

Titeleitorindia2006 Eleitorado de Dilma é o mais pobre e menos escolarizado.

Este, por sua vez, está baseado numa pesquisa eleitoral feita pelo Datafolha abrangendo todo o território nacional.
Esta foi realizada entre 19 e 20 de fevereiro, junto a 2.614 pessoas, com uma margem de erro de 2 pontos.
Vamos resumir o conteúdo do mencionado artigo da Folha, para posteriormente fazer nossa interpretação dos dados colhidos pela pesquisa.
De saída, o artigo procura caracterizar em breves traços o perfil do eleitor brasileiro:
“O típico eleitor brasileiro de 2014 tem entre 25 e 34 anos, possui ensino médio e renda familiar mensal baixa de até R$1.448. Mora na Região Sudeste, em município pequeno do interior, com menos de 50.000 habitantes.”
[Apenas uma breve observação: um indivíduo ganhando a referida quantia seria inserido na classe pobre pelos melhores economistas. Porém, de acordo com o fajuto critério do PT e da Rede Globo de Televisão e outras mídias apetralhadas, quem ganha de R$ 200 a R$ 2.000 é considerado “classe média”. Uau! Nem que o Saci andasse de patinete!].
O artigo da Folha conclui acertadamente que esse eleitor típico tem justamente o perfil do eleitor do PT:
“Seus simpatizantes são os que reúnem as características mais parecidas com as do perfil social mais numeroso da população.”
Em outras palavras: a maioria dos eleitores brasileiros é pobre e semiletrada. Você já podia saber disso, mas é importante que uma pesquisa mostre isso num grande jornal para um grande número de leitores.
A inferência feita pelo artigo da Folha é logicamente impecável: “Dilma é a única cuja maioria absoluta de seus eleitores (51%) tem renda familiar mensal de até 1.448, o recorte mais baixo da estratificação e o grupo mais numeroso da população”.
O artigo passa, então, a apontar outro traço relevante da maioria desse eleitorado de Dilma:
(…) “É a baixa escolaridade: 44% deles têm ensino fundamental, 44% têm ensino médio, índices próximos do padrão mais freqüente na população”. Contudo, há uma característica fortemente destoante: a regional.
“Adeptos de Dilma são proporcionalmente menos numerosos no Sudeste e mais numeroso no Nordeste”. Você já podia saber disso, mas é importante que uma pesquisa mostre isso num grande jornal para um grande público..
Pensamos que sugere também outra dicotomia:
Entre a relativamente próspera e possuidora de um razoável padrão educacional contrastando com a pobre e possuidora de um padrão educacional lamentável, ou seja: uma dicotomia entre as regiões Sudeste e Nordeste respectivamente.
[Mesmo com uma renda adicional que é o bolsa-família o eleitor da esquerda caviar continua pobre, de acordo com um sério critério econômico, pois ganha cerca de metade de um salário mínimo].
A propaganda do PT vive dizendo que seu partido tirou 30 milhões da pobreza e colocou-os na classe média. Quando o fato é que tirou 30 milhões da miséria tornando-os pobres e pensionistas vitalícios do Estado. E isto para criar um grande curral eleitoral. É o neocoronelismo do coronel Lula.
Não é por nada que em campanhas presidenciais do PT um lugar-comum consiste em acusar o candidatos da oposição em querer fazer algo que ele – por falta de coragem política – jamais faria: acabar com esse programa assistencialista do Bolsa Família.
O eleitor típico do PT de Lula e Dilma não é movido à ideologia, mas sim à barriga vazia. Potestas abhoret vaccuum, ventris idem (O poder tem horror ao vácuo, a barriga também).
A “defesa de um Estado mínimo e pouco intervencionismo”.passa longe do tupinambalismo mental daqui
Mal compreendem que o Estado mínimo, proposta típica do liberalismo, para o qual o Estado é essencial nas funções que só ele deve exercer – segurança nacional, segurança pública, fornecimento de Justiça, saúde pública, etc.só  beneficiaria os pobres.
Mas é inteiramente dispensável em funções que devem ser exercidas pela iniciativa privada. Não há lugar para o Estado-empresário, assim como não há para o Estado-babá. “Pouco intervencionismo”? Melhor seria nenhum
Não temos uma  Maggie Thatcher por aqui..
Estamos agora colhendo os frutos de nosso menosprezo pela educação, desde o curso básico até a universidade.
Não concordo com a ideia de que a pobreza é causa do mau sistema educacional. Países mais pobres do que o Brasil têm uma educação melhor do que a brasileira. Estão aí mesmo o Chile e o Peru, membros da Aliança do Pacífico, só para não me deixar mentir.
Mas é inegável que pobreza e educação – tanto a formal como a informal recebida em casa – andam sempre juntas.
Países como a Finlândia, o Japão e a Coréia do Sul estão sempre nos primeiros lugares no ranking internacional da qualidade do ensino.
Por outro lado, estes mesmos são países prósperos em que não há miseráveis – os que se encontram na condição de pobreza absoluta, segundo a terminologia da ONU – e poucos são pobres nesses países.
Países que têm um PIB situado entre os 10 maiores do mundo – como é o caso do Brasil, o 6.o mundial – não significa que sejam ricos, mas sim que possuem um desenvolvimento regional desigual, ou seja: regiões bastante prósperas como o Triângulo Mineiro e Ribeirão Preto (SP) coexistindo com bolsões de pobreza, como o Vale do Jequitinhonha (MG) e o Polígono das Secas (Nordeste).
O que a pesquisa mostra claramente é que o eleitorado do PT e de Dilma concentra-se justamente nestes bolsões de pobreza, que são também bolsões de baixa escolaridade. Reafirmando, assim, a ideia de que miséria e ignorância andam sempre juntas, lamentavelmente.
Não se trata de uma simples relação de causa e efeito, mas sim de uma causalidade circular e de um círculo vicioso difícil de ser rompido.
A pesquisa também comprova a ideia de que o perfil desses eleitores – que constituem a maioria do eleitorado – não é o do eleitor mobilizado por qualquer ideologia política, mas sim pela mais cruel precariedade de vida.
Isso não anula a ideia de que Dilma e o PT possuem um grande número de eleitores movidos por uma ideologia esquerdista, gente da classe média real, não da classe média fajuta dos dados maquiados e da propaganda enganosa do PT.
No entanto, a maioria dos eleitores de Dilma e do PT possui um problema muito mais premente para resolver: a dura luta pela sobrevivência material, incapacitados que estão de conseguir um emprego melhor, em virtude de sua baixa escolaridade. Este é um caso em que a deficiência educacional gera a miséria.
Alguns deles simplesmente não têm emprego e sobrevivem, a duras penas, graças à mesada do Bolsa Família, outros possuem um subemprego fazendo biscates ou atuando como camelôs.
Mas não importa. De acordo com outro critério fajuto do PT, são considerados igualmente empregados tanto os que recebem o Bolsa Família como os “flanelinhas” das ruas e os “desalentados”, isto é: os que se cansaram de procurar emprego e não mais procuram. Isso os tele jornais apetralhados não explicam.
Não é de causar espécie o “pleno emprego” propalado pela falsa propaganda do PT, coisa de fazer de Goebbels um aprendiz de ofício.
De acordo com a estatística “criativa” do PT, temos um índice de 6% de desemprego, menor do que o dos Estados Unidos e da Alemanha! países pobres não é verdade? la as crianças saem de casa para ir a escola pensando na merenda.
O índice correto deve estar próximo ao da Portugal,Espanha ou da Grécia ( as bolivias europeias). Algo por volta de 20%.
Mas reservei para o fim a pergunta crucial: Como é que, com a maioria do eleitorado nas condições descritas pela pesquisa do Datafolha, podemos esperar uma mudança de cenário?!
Mais do que nunca vale citar Lord Acton: “Todo povo tem o governo que merece”.
Além disso, um eleitorado do Haiti não pode aspirar a ter representantes da Finlândia.não é mesmo.
Nossos políticos são legítimos representantes do nosso povo. São mesmo a cara do povo: ignorantes, semiletrados e corruptos.
                                     Socialistas preferem os pobres mais pobres.
                                  
                                                                        

sexta-feira, 8 de maio de 2015

O estado mental gelatinoso e sedentário do brasileiro

O estado mental gelatinoso e sedentário do brasileiro

Li recentemente  “O homem medíocre” pela primeira vez e recomendo. Nesta época, o cetro do poder político brasileiro esta em outras mãos e a oposição não se apresenta como modelo das mais seráficas virtudes. Um capítulo do livro, em especial, chamou-me a atenção por parecer escrito para aquela realidade. O autor, José Ingenieros, tratava, ali, da diferença entre a mera honestidade e a virtude, bem como da falsa honestidade daqueles que a exibem como troféu.

Em todos os tempos, a ditadura dos medíocres ( que impera por aqui) é inimiga do homem virtuoso. Prefere o honesto e o exibe como exemplo. Mas há nisso um erro ou mentira que cabe apontar. Honestidade não é virtude, ainda que não seja vício. A virtude se eleva sobre a moral corrente, implica uma certa aristocracia do coração, própria do talento moral. O virtuoso se empenha em busca da perfeição.”
Com efeito, não fazer o mal é bem menos do que fazer todo o bem que se possa. Ser e proclamar-se honesto para consumo externo é moldar-se às expectativas da massa e isso fica muito aquém da verdadeira virtude. “Não há diferença entre o covarde que modera suas ações por medo do castigo e o cobiçoso que age em busca da recompensa“, afirma o filósofo portenho enquanto sentencia sobre o homem medíocre: “Ele teme a opinião pública porque ela é a medida de todas as coisas, senhora de seus atos“. Temia, filósofo Ingenieros, temia. O medíocre não mais teme a opinião pública porque a nação tolerou prostituir-se em troca de umas poucas moedas.( crédito fácil e consumismo sem freios)
Não demorou muito, daquela minha leitura, para que as palavras de Ingenieros desnudassem a intimidade do novo círculo de poder que se instalara no país! Presentemente, após 12 anos disso, sempre em dose crescente, estou convencido, como nunca, de que jamais enfrentaremos de modo correto a degradação das práticas políticas brasileiras se não compreendermos o que é a virtude e como ela se expressa no plano pessoal e no plano institucional.
Há alguns anos, quando se discutia com disposição semelhante à de agora a conveniência e o conteúdo de uma reforma política, instalou-se na opinião pública ampla convergência quanto à indispensabilidade de ser criado preceito que impusesse a fidelidade partidária. “É preciso estabelecer a fidelidade partidária!”, clamavam as vozes nas calçadas, em torno das mesas de bar, nas academias e nos salões do poder.Pensei como alertar os brasileiros contra a falsa esperança que a nação depositava nesse instrumento de coerção. Tudo que se lia sobre o assunto passava a impressão de que a infidelidade partidária sintetizava nossos males políticos e era o coração ético de uma boa reforma. Por quê? Nunca entendi. Há coisas que se repetem sem explicação plausível.
Decorridos, já, sete anos de vigência do instituto da fidelidade partidária está demonstrado que ela em nada melhorou o padrão das relações institucionais entre o governo e o parlamento, nem a conduta dos agentes políticos nacionais.
É preciso distinguir, portanto, a virtude que se alcança por adesão voluntária a um determinado bem, da virtude intrínseca a modelos institucionais que inibem a conduta não virtuosa. A fidelidade será, sempre, um produto da vontade humana. O pérfido só renunciará a perfídia quando ela se mostrar inconveniente. O venal pode trocar de camiseta, mas só não terá preço se não houver negócio a ser feito. É por esse motivo que quando o STF proclamou a constitucionalidade da Lei da Ficha Lima, eu pensei que estávamos trocando de fichas, ou de fraldas como diriam alguns, mas não estávamos acabando com a sujeira que, logo iria encardir outras tantas.
Por quê? Porque essa lei parece desconhecer que a corrupção tem causas em duas fragilidades, a da moralidade individual e a institucional. No plano das individualidades, só teremos pessoas virtuosas em maior número quando forem enfrentadas certas questões mais amplas, na ordem social. Ou seja, quando:

• a virtude for socialmente reconhecida como um bem a ser buscado;
• escolas e universidades retomarem o espírito que lhes deu origem e levarem a sério sua missão de formação e informação e não cooptação;
• famílias e meios de comunicação compreenderem a relação existente entre o desvario das condutas instalado na vida pública e o estrago que vêm produzindo na formação da consciência moral e na vida privada dos indivíduos;
• o Estado deixar de ser fonte de privilégios;
• for vedada a filiação partidária dos servidores públicos;
• forem extintos os CCs na administração direta, indireta e Estatais;
• a sociedade observar com a atenção devida o método formativo e educacional das corporações militares;
• voltar a ser cultivado o amor à Pátria;
• a noção ideológica de “la pátria grande” for banida por inspirar alta traição;
• as Igrejas voltarem a reconhecer que sua missão salvadora nada tem a ver com sociedade do bem estar social, mas com sociedade comprometida com os valores que levam ao supremo Bem.
  
Não há virtude onde não há uma robusta adesão da vontade ao Bem. E isso não acontece por acaso. É uma busca que exige grande empenho.
Contudo, a democracia (governo de todos), não é necessariamente aristocracia (governo dos melhores) não siguinifica  ricos. E será sempre tão sensível à demagogia quanto a aristocracia é sensível à oligarquia. Portanto, numa ordem democrática, como tanto a desejamos, é necessário estabelecer instituições que, na melhor hipótese, induzam os agentes políticos a comportamentos virtuosos ou, com expectativas mais modestas, inibam as condutas viciosas. Ora, o modelo político brasileiro parece ter sido costurado para compor guarda-roupa de cabaré. Infelizmente não há como frear a corrupção que se nutre num modelo institucional que a favorece tão eficientemente, seja na ponta das oportunidades, seja na ponta da impunidade, vale dizer, pela via das causas e pela via das consequências. Não estou falando de leis que a combatam, mas de um modelo político que a desestimule.
Como? Adotando procedimentos e preceitos comuns nas Forças Armadas. Libertando a administração pública dos arreios partidários, por exemplo. Ao entregar para o aparelhamento partidário a imensa máquina da administração (que a mais elementar prudência aconselharia afastar das ambições eleitorais), o Brasil estará entregue a malandros carismáticos. “É politicamente inviável fazer isso no Brasil”, estará pensando o leitor destas linhas em coro com a grande maioria dos que, entre nós, exercitam poder político. Eu sei, eu sei. Não sou ingênuo. Está tudo errado, mas não se mexe. As coisas são assim, por aqui.
Do mesmo modo como a fusão do Governo (necessariamente partidário e transitório) com a Administração (necessariamente técnica e neutra porque permanente no tempo) cria problemas e distorções de conduta, a fusão do Governo com o Estado (que, por ser de todos, não pode ter partido) faz coisa ainda pior no plano da política interna e externa. Desde a proclamação da República, todo governante trata de aparelhar o Estado e exercer influência sobre suas estruturas.
Por fim, quero lembrar que o relativismo moral veio para acabar com a moral. O novo totalitarismo elegeu como adversário os valores do Ocidente. Multidões, sem o perceber, tornaram-se moralmente sedentárias.
Abandonaram os exercícios que moldam a consciência e fortalecem a vontade. Ao fim e ao cabo, em vez de uma sociedade onde os indivíduos orientam suas vidas segundo os conceitos que têm, constituímos uma sociedade onde os indivíduos conformam seus princípios e seus valores à vida que levam.

                                    Quer compreender de forma simples o resultado de um assalto de bilhões?

                                                                        



terça-feira, 5 de maio de 2015

PSDB um PT que sabe usar os talheres na mesa.

O Pacto de Princeton- O pacto socialista de Lula e FHC para implantar o comunismo no Brasil.









COMO DEVE SER CONFORTÁVEL PARA O PSDB E PARA O PT, TEREM AMBOS, O POVO NAS MÃOS. 
FHC E LULA DEVEM ESTAR COMEMORANDO ORGULHOSOS DE SUAS ESTRATÉGIAS POLÍTICAS DE DOUTRINAÇÃO E DE DOMÍNIO DE MASSAS. FHC É UM EXPERT NO ASSUNTO E LULA UM HABILIDOSO AGITADOR POLÍTICO. JUNTOS, FHC E LULA FORMAM UMA DUPLA PERFEITA QUE EM APENAS 20 ANOS CONSEGUIRAM HABILMENTE, TRANSFORMAR A NAÇÃO BRASILEIRA EM 198 MILHÕES DE TROUXAS. É MUITO TROUXA POR M2.




Em 2015 se Aécio Neves fosse Presidente da República Socialista do Brasil. Junto de Aécio no poder estariam os "Conselhos Populares", os ditos, "Sovietes" controlados e doutrinados pelo PT. O golpe seria muito bem dado e deixa o Brasil sem qualquer possibilidade de reação. Mas há

Descerebrados  é o que mais tem por m2 no Brasil, gente que não pensa, não lê e que não sabe de nada, mas que tem sempre uma resposta imbecil na ponta da língua em menos de 2 segundos. "Aécio é a melhor saída para o tirarmos o PT do poder". Essa é a frase que mais se ouviu e se lêu nas redes sociais e na internet. Uma desculpa que serve para disfarçar o entrave cerebral que domina a maioria dos brasileiros que se dizem "conhecedores de política". os fatos são tão óbvios que até mesmo uma criança com menos de 5 anos já sabe o que está acontecendo no país. Mas isto não cabe na cabeça de pessoas que foram doutrinadas à servirem como escravas do poder, que servem para serem omissas, covardes e acomodadas. FHC fez o trabalho inicial direitinho e Lula saiu terminando de espalhar esse vírus socialista marxista que sedou o Brasil.

As eleições de 2014 foram cartas marcadas e as urnas eletrônicas que foram uma criação de FHC em seu governo, é que ditam as regras do jogo. Lula somente foi presidente porque isso já era parte do plano, tanto que FHC foi seu melhor cabo eleitoral durante o primeiro e o segundo mandato do apedeuta. Portanto para os socialistas que votam no PSDB, não se preocupem muito com as eleições,

Em 1993 FHC e Lula se reuniram em Princenton, nos EUA e juntos consolidaram o pacto socialista para solidificarem as esquerdas na América Latina. Lula representava o Foro de São Paulo, organização que fundou em parceria com Fidel Castro para fomentar o SOCIALISMO-COMUNISMO na América Latina; FHC respondia pelo Diálogo Interamericano, grupo ligado ao Partido Democrata norte-americano e marcado pelo socialismo fabiano. O objetivo do pacto era estabelecer uma estratégia definitiva que pudesse pavimentar o projeto de poder da esquerda latino-americana - e que pudesse se sustentar com a derrocada da União Soviética (URSS). Entre os os termos do acordo constavam:

. A participação de revolucionários guerrilheiros nas eleições;

. O controle populacional, promovido com esterilizações, o estímulo de uniões homossexuais e a legalização do ABORTO;

. O enfraquecimento da Igreja Católica para prevenir reações contrárias aos projetos estabelecidos. Um dos mecanismos utilizados para este fim foi a Teologia da Libertação - um simulacro de teologia forjado para perverter a fé e politizá-la, para parasitar a Igreja Católica e ardilosamente instrumentalizá-la em favor das ambições revolucionárias;

. O enfraquecimento das Forças Armadas;

Vale lembrar que em 1989 Lula esteve com FHC em Brasília e solicitou que FHC aprovasse a criação do Foro de São Paulo no Brasil. FHC não só aprovou a criação da organização como indicou o lugar mais apropriado para sua edificação. FHC não se tornou membro do Foro porque já era Co-Presidente do Diálogo Interamericano, uma organização de esquerda com os mesmos princípios e ideologias do Foro de São Paulo.

Vária páginas, artigos jornalísticos, sites e blogs reproduziram e reconstruíram a história deste PACTO que repercutiu diretamente, não só no cenário político nacional - para a construção de uma atual "democracia das esquerdas" -, mas contribuiu também para produzir um ambiente cultural que alimenta e fortalece este nefasto e ambicioso projeto de poder, uma hegemonia SOCIALISTA-COMUNISTA idealizada por FHC e Lula. Para isso um trabalho lento e continuado foi iniciado no governo de FHC. O marxismo e o gramscismo foram injetados em doses homeopáticas e incessantes dentro do meio social. O primeiro passo foi estabelecer a destruição do ensino público, destruir a direita, demonizar as Forças Armadas e injetar os ensinamentos de Antonio Gramsci na cultura, na mídia, nas artes e no ensino público. Desta forma uma nova sociedade estaria em construção, a "nova classe". A nova classe nada mais é do que a classe dos imbecis e dos idiotas úteis escolarizados. O sucesso foi total e hoje os resultados são colhidos em abundância pelos quatro cantos do país. A desinformação é outra arma poderosa nas mãos do PT e do PSDB. No Brasil a dita "desinformação" é total, e parte principalmente da mídia que é controlada desde o governo de FHC, passando por Lula e Dilma, e que serve sobretudo para manter o povo alienado.

O Foro de São Paulo totaliza 15 presidentes eleitos e em exercício simultaneamente na América Latina - são 15 países nas mãos do Foro de São Paulo e todos sofrem o mesmo processo político imposto pelo Diálogo Interamericano de FHC. FHC. Fidel Castro e Lula são os cabeças do processo e portanto, os principais personagens do golpe socialista na América Latina. Todos estão envolvidos na trama e inseridos dentro dos movimentos que traçam os novos rumos do mundo, "A Nova Ordem Mundial", agora municiada e fortalecida com a criação do "Movimento Eurasiano", uma nova ordem liderada por Russia e China. O Brasil faz parte do processo destas Novas Ordens e por isso mesmo o BRICs foi criado. A conspiração é grandiosa e está além da imaginação e da compreensão de milhares de pessoas que não conseguem absorver os conteúdos necessários para se entender este complexo processo político de controle mundial. E tem gente que ainda se preocupa com a briga de Aécio e Dilma pelo poder no Brasil, dois meros coadjuvantes nesta maligna conspiração contra a democracia mundial. Dá vontade de rir desta gente que não entende de nada e que grita como cachorro pisoteado quando vê seu candidato esculhambado por alguma página, blog ou site. A imbecilidade do povo é tão grande que não nem ao menos percebem o quanto Aécio seria controlado pelo PT e pelo PSDB, via os "Conselhos Sovietes". 
PSDB e o PT são partidos de esquerda, possuem o mesmo DNA político, os mesmos ideais e o que os difere é a forma como engolem, dominam, enganam e roubam o Estado. O PT, saciou sua fome engolindo todo o Estado e os bilhões em impostos que ele arrecada de cada um de nós brasileiros (daí o mote "fome zero"), criando milhares de cargos públicos para a companheirada. A rigor, desde o advento da República, nunca tivemos no Brasil um Governo Federal, como erroneamente alardeia o nome do nosso sistema de governo, “República Federativa do Brasil”, porém um Governo Nacional, com centralização administrativa exagerada. O ideal, segundo Alexis de Tocqueville, seria existir um Estado com centralização governamental para efetiva aplicação das leis, mas que tivesse, por outro lado, uma descentralização administrativa:
O PSDB fez o mesmo, mas usou de manobras capitalistas para controlar a inflação e manter os índices inflacionários estabelecidos pelo Plano Real criado no governo Itamar Franco. Vale lembrar que FHC não é o mentor do Plano Real, portanto não é "pai de nada", o Plano Real foi uma determinação de Itamar Franco. FHC apenas montou uma esquipe econômica que pôs fim a inflação de 6,2% que havia no governo Itamar. FHC nem entende de economia, e é uma aberração dizer que o sociólogo criou o Plano Real.

PT e PSDB são as duas faces de uma mesma moeda. Nas eleições presidenciais de 2002, o principal cabo eleitoral de Lula foi FHC, que proibiu José Serra de falar mal dele durante a campanha para presidente; nem fazer perguntas indiscretas Serra pôde fazer no debate de mentirinha promovido por Mr. Bibi (Bill Bonner) no Sistema Globo de PTvisão, como, por exemplo: a ligação do PT com as FARC (com ou sem dólares para a campanha petista). Na campanha de 2006, Geraldo Alckmin foi boicotado pela cúpula tucana dos senhores José Serra, Aécio Neves e Tasso Jereissati.

O que muda em cada um desses partidos hermanos é apenas o estilo. Enquanto FHC freqüentava o luxuoso Circuito Elizabeth Arden, vestindo becas às pencas em universidades européias, Lula prefere percorrer a Trilha Ho Chi Minh do populismo terceiro-mundista. FHC descascava charutos com Bill Clinton, obviamente, nos intervalos entre uma e outra "descascada" de charuto feita por Mônica Levinsky. Lula descasca charutos com Fidel Castro. FHC e Dona Ruth freqüentam bibliotecas. Lula e Dona Marisa só freqüentam palanques eleitorais, Lula não consegue ler um livro sequer, o máximo que faz é folhear algumas páginas dos livros que recebe de presente, como ele próprio já declarou.

FHC formou-se na USP. Lula, no Senai. FHC financiava o MST, via Incra, deu um Paraná inteiro aos revolucionários comunistas do Sr. João Pedro Stédile. Lula continua financiando o MST via Incra, sorri para os fotógrafos vestindo o boné do cangaço moderno, com apoio total do ministro das Invasões, Sr. Miguel Rossetto. FHC indenizou terroristas e familiares, a exemplo de Lamarca e Marighela. Lula continua indenizando terroristas e familiares, e simpatizantes, como o escritor Carlos Heitor Cony, que recebeu, de uma tacada só, R$ 1,5 milhão, além de uma mesada mensal equivalente ao salário de ministro do STF, o maior permitido no serviço público. FHC passava seus feriados na Ilha de Marambaia. Lula também começou a passar suas férias na Marambaia, depois que começou a campanha para a reeleição, para dar sorte. As denúncias contra o governo FHC envolviam pivetes. As denúncias contra o governo petista comprovaram a existência de uma verdadeira máfia, atuante nas estatais e fundos de pensão, beneficiando muitas famílias, a começar por Lulinha e os R$ 15 milhões recebidos da Telemar. FHC citava Max Weber. Lula cita sua mãe, aquela que “nasceu analfabeta". FHC gosta de tomar champanha e whisky on the rocks. Lula prefere engolir uma cachaça ou um mojito cubano junto com um churrasco fumegante.

O povo brasileiro infelizmente foi doutrinada e nem adianta discutir com pessoas que têm um nível cultural abaixo do necessário. Muitos brasileiros saem repetindo por aí que o PSDB é um partido de direita quando FHC, seu principal líder, discípulo de ninguém mais ninguém menos que Florestan Fernandes, o intelectual marxista. FHC declarou em 2006 que "A direita é nada. A direita é clientelismo, é usar o Estado para ter vantagem (como se isso fosse coisa da direita). Em outros países há um pensamento mais conservador, mas nós não temos isso no Brasil." O que temos no Brasil é a esquerda sugando o Estado, vivendo ás custas do sacrifício de milhões de pessoas, criando impostos sufocantes, disseminando esquemas de corrupção e fazendo milhões de contribuintes de trouxas e escravos do sistema.

A tese do filósofo Olavo de Carvalho, que desde 2002 vem falando da estratégia das tesouras de Lenin, tem total cabimento dentro do contexto político atual e que define bem a posição do PSDB e do PT no cenário político. Diz a tese de Olavo que, em que os dois principais blocos políticos existentes no Brasil, ambos são de esquerda, sendo um mais moderado e o outro mais agressivo, dando aparência de se tratar de uma opção ideológica diferenciada, mas que no fundo, fazem parte do mesmo processo. Será que dá para refutar isso lendo FHC declarando que a "Direita é nada."? Será que dá para refutar isso quando vc descobre que Serra foi sentenciado a mais de 10 anos de prisão por subversão, que eles todos já estavam em Princeton desde a década de 70, e que o Estatuto do PSDB tem como princípio máximo, a doutrina marxista?






                                   Os conservadores tem voz, basta procurar.
                                                                            

            

segunda-feira, 4 de maio de 2015

A Republica dos Compadres é mais importante que a republica Federativa do Brasil

A república dos compadres é mais importante que a República Federativa do Brasil. 

Os compadres do PT que são o PSDB, irão aprovar por puro bairrismo,o nome do juiz socialista Luis Edson Fachin para o STF que apesar de ter nascido no Rio Grande do Sul, fez carreira no Paraná.
Perfil do juiz Fachin? Ele é um marxista empedernido, um adversário severo da propriedade privada, um defensor do confisco  de terras sem indenização, um apologista da desapropriação de áreas produtivas, um defensor de teses asquerosamente heterodoxas sobre direito de família, que avançam na defesa da poligamia e da incorporação da figura do amante como parte da estrutura familiar.
Para parte da imprensa marxista brasileira, os defensores da propriedade privada, da legalidade e da família monogâmica são “regressistas”. Para estes senhores progresso está com a desapropriação de terras produtivas Com o confisco sem indenização de propriedades? A Republica dos compadres (a supremacia dos laços pessoais sobre os critérios técnicos.é a vitória do cinismo do “todo mundo rouba” e do “rouba mas faz” em todas as classes sociais. ) por aqui é mais importante que a Republica Federativa do Brasil se vergue as estes valores, para nós liberais e conservadores, não há estabilidade monetária (com os maiores juros do mundo) ou crescimento do PIB  que compensem a falência dos parâmetros. Me importa sim que a corrupção que vigora em toda parte.  seja tão grande e tão culturalmente justificada no Brasil.
Na realidade parte importante da sociedade brasileira não entende de onde vem o aparelhamento das instituições no Brasil e não conta hoje com defensores que impeçam este aparelhamento que nasce justamente, do  “Komintern” de malandros vermelhos: o Foro de São Paulo, organização criada em 1990 por Lula e Fidel Castro para reunir os partidos de esquerda da América Latina e Caribe. Entre os “companheiros” da turma estavam os narcoterroristas das Farc. 
Querem saber os tentáculos deste projeto de poder? em 2012  João Santana, marqueteiro do PT. usou uma de suas empresas, a Pólis Propaganda & Marketing, para trazer de Angola para o Brasil nada menos de US$ 16 milhões, o equivalente, à época, a R$ 33 milhões. Santana diz que se trata de dinheiro que ganhou na campanha eleitoral daquele país. Ele foi o marqueteiro do ditador marxista José Eduardo Santos, que está no poder desde… 1979!
Além de Angola, o marqueteiro petista fez ainda campanha para Mauricio Funes (Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional), em El Salvador, em 2009; para Hugo Chávez (Partido Socialista Unido da Venezuela), em 2012, e, no mesmo ano, para Danilo Medina (Partido da Libertação Dominicana). Curiosidade: as três agremiações integram o Foro de São Paulo.

Se a oposição deste país não ficar vigilante, nós cidadãos de bem viraremos prisioneiros diante de um processo que avança sem controle, a fraqueza cultural do povo brasileiro atrelado a seu perfil inclinado ao se dar bem sem esforço, nos levara a uma ditadura perfeita, já que se utilizará de eleições regulares e terá dinheiro para isso, para instituir no país um projeto de socialismo permanente no Brasil


O Brasil é um país castrador de sonhos!"

                                     Como surgiu a expressão " Ditadura Perfeita "
                                                                      

                                                                     

                                                                   

sábado, 2 de maio de 2015

Bolha imobiliária, quem acreditou no Lula se f.........

Vamos entender o que é uma bolha imobiliária
Veja, há 14 anos investidor havia comprado um apartamento por US$ 100 mil isso nos USA. Este apartamento chegou a valer mais de US$ 1 milhão 5 anos depois (no momento de pico de mercado); mas com a crise de 2008 voltou aos US$ 100 mil iniciais. Atualmente o mesmo apartamento está avaliado em torno de US$ 350 mil. Como esse é o imóvel de moradia e tinha sido comprado por um bom preço, toda essa flutuação acabou sendo só uma história para contar para os netos.
Agora imagine se você tivesse tido o azar de adquirir este imóvel no pico de US$ 1 milhão e, pior do que isso, se o tivesse comprado financiado. Isso seria um erro que poderia ter acabado com a vida financeira de qualquer um, não é?
Mas o que afinal é uma bolha imobiliária?
Para sabermos se estamos em uma bolha imobiliária ou não aqui no Brasil, precisamos primeiro entender do que se trata. Usando como exemplo o que aconteceu no mercado americano e com base na premissa de que um gráfico vale mais do que mil palavras, bolha imobiliária é isso:
grafico preço imoveis Las Vegas
Este é um gráfico dos preços dos imóveis em Las Vegas, EUA desde 2001. Os preços mais do que dobraram e voltaram ao mesmo patamar de antes da bolha. Houve uma queda de mais de 60% para quem comprou lá no pico. O mercado de Las Vegas foi um dos que mais sofreu com a crise americana. Na média, o mercado americano caiu 27% do pico ao fundo da crise.E tem mané santista que acredita que a província é uma nova Manhattan é mole.
É importante explicar: quando um mercado imobiliário está com preços nas nuvens não necessariamente significa que está sob uma bolha. E por quê?
Pois a bolha se caracteriza por um mercado imobiliário:
I) Com preços artificialmente maiores do que os historicamente observados
e
II) Principalmente por causas insustentáveis no longo prazo ( excesso de oferta) que, consequentemente, resultam em uma forte queda de preços em um período seguinte.
Para exemplificar o item I acima, no caso americano o fator insustentável principal e que inflou (e desinflou) os preços foi o nível excessivo de crédito imobiliário oferecido por lá. Foram US$ 6 trilhões a mais de crédito entre 2003 e 2008, equivalente a 150% do PIB atual do Brasil, concedido em crédito às famílias americanas para a compra de imóvel! É muita coisa.
Mas e no Brasil? O forte crescimento dos preços dos imóveis (quintuplicaram desde 2001) e o expressivo aumento de ?5x na participação de financiamentos no PIB desde 2007 configuram a formação de uma bolha que está prestes a estourar, graças a postura do PT que acha que crédito fácil geraria um ciclo virtuoso. 
Quando um povo acredita em demagogos as consequências se apresentam
                                                  
                               

                                                    

As diatribes Lula é o Calígula do sertão.

“Não me chame para briga porque eu volto. Eu não tenho intenção de ser candidato a nada, mas eu tenho vontade de brigar. A Dilma é presidente, e eu quero que ela governe esse país, e eu fico quieto no meu lugar para não dizer que eu estou tendo ingerência”.

“Eu não ia dizer isso aqui, mas estou notando todo santo dia insinuações: ah! Lá na Operação Lava Jato estão esperando que alguém cite o nome do Lula porque o objetivo é pegar o Lula. Essas revistas brasileiras são um lixo e não valem nada. Eu certamente serei criticado por estar sendo agressivo, mas queria dizer que peguem todos os jornalistas da Veja e da Época e enfiem um dentro do outro que não dá 10% da minha honestidade neste país”.

“Eu conheci muitos meios de comunicação falidos e ajudei porque acho que é importante ajudar, porque a comunicação tem de ser forte, democrática e tem de funcionar. Quando alguém dizia que o BNDES não podia financiar prédio de editora, eu dizia, ‘pode’. O dono de um jornal tem de ser tratado como qualquer empresário e ter direito a um financiamento e não precisa falar bem do governo porque ninguém está pedindo isso”.

Os amigos sabiam que há mais um motivo para a queda das ações da Petrobras. O jornal "Valor Econômico" trouxe o depoimento de um ex-gerente de comunicação institucional da Diretoria de Abastecimento da estatal, chamado Geovane Morais. Ele conta que, em janeiro de 2008, o então presidente Lula exigiu que a Petrobras patrocinasse escolas de samba cariocas já naquele ano. Avisado de não havia tempo para fazer isso da forma correta, obedecendo a todos os procedimentos burocráticos e legais, Lula mandou a Secretaria de Comunicação da Presidência da República entrar em ação -- e o "milagre" ocorreu. O episódio insere-se no contexto da lambança geral que não dá sinal de arrefecer. Comunicação institucional é um nome pomposo para "propaganda". O orçamento dessa área passou de 120 milhões de reais em 2002, antes de o PT chegar ao poder, para os atuais 1,2 bilhão de reais previsto para 2015. Parte desse dinheiro alimenta os blogs sujos alinhados com o partido de Lula e Dilma, pagos para falar mal da imprensa independente e difamar e caluniar jornalistas independentes. O mercado dependente do BNDES também não gosta dessa gente.

Fica  a pergunta como um  cidadão que diz, o que vai abaixo consegue ter a simpatia de setores letrados do país?

                                                                          
                       Segundo livros autorizados pelo MEC, os mesmos ensinam crianças a falar errado
O que Lula chama de imprensa ao lado dos ricos, a garotada abaixo não me parece concordar com este rótulo colado pelo Calígula do Sertão.