quinta-feira, 23 de julho de 2015

Principal do dogma do brasileiro: O mito do governo grátis


Dogma do brasileiro: o Mito do Governo grátis 

Esta é a razão da alta carga tributária, os juros e o tamanho do governo Temos uma política econômica de idade média, o Raul Seixas gênio tinha razão a solução é alugar o Brasil. Trata-se na verdade de uma denúncia que ele fez sobre a fábula da preguiça. Ele critica a preguiça do brasileiro de querer alugar os ativos e viver de renda em vez de trabalhar. O Brasil, ainda é o país da agiotagem.

Raramente o brasileiro tem a dimensão do custo financeiro da rolagem da dívida interna brasileira. Éla é da ordem dos R$ 250 bilhões por ano. Para se ter ideia, R$ 25 bilhões foi o que foi gasto em quase todo o programa da Copa do Mundo nas 12 Capitais, incluindo projetos de mobilidade urbana. Ou seja, a cada 1º de janeiro, o Brasil paga a determinados grupos detentores de títulos públicos ( fundo de renda fixa) 10 vezes o que investiu em uma Copa do Mundo.. É uma patologia que está no centro do declínio da economia brasileira. Além de debilitar as finanças públicas, a mais alta taxa de juro do mundo provoca escassez crônica de crédito.

Essa escassez de crédito atual foi, de certo modo, contemporizada em um período recente pela graças a expansão de crédito das administrações Lula e Dilma, mas ainda muito concentrada no crédito pessoal e de consumo e, agora, habitacional. Portanto, com possibilidades limitadas de continuar se expandido indefinidamente.


Aumentar o juro para segurar a inflação é uma tolice econômica praticada por muitos economistas,  É um equívoco monumental no Brasil é totalmente desavisado segurar a inflação, que é um fenômeno relacionado ao excesso de demanda( crédito) sobre a oferta, contendo a demanda privada. O excesso de demanda vem de um ente completamente insensível à taxa de juro: o setor público. É este que está praticando o excesso de demanda, não o setor privado. A melhor maneira de se controlar a inflação no Brasil é estabelecer uma meta de contenção do gasto público corrente.

Não significa diminuir nem reduzir. É questão de controle e contenção. O que não temos no setor público brasileiro é medida. Apesar de existir os orçamentos públicos, os governos do Brasil gastam o que bem entendem. O governo federal só não gasta mais porque instituições externas nos vigiam.. 

E fica obrigando o cidadão a tomar um remédio amargo para controlar a inflação que é a taxa de juro. O declínio da economia brasileira está encomendado, quer na administração petista, quer fosse tucana uma espécie de PT que sabe colocar os talheres na mesa. É preciso se dar conta que o excesso está no setor público, mas quem está tomando o remédio é o setor privado.

Este ano a despesa pública está crescendo mais de três vezes o crescimento do PIB real. Se pegarmos a média de quatro anos do governo Dilma, que é de cerca de 2%, percebemos que a despesa pública corrente cresceu em média 6%. Isso é absolutamente descontrolado. Não há justificativa para o setor público gastar duas ou três vezes a nossa capacidade de financiá-lo através d eimpostos. Só isso teria de dar impeachment. Isso fere o princípio da razoabilidade e da eficiência que estão na Constituição.

O PSDB apesar de pertencer as hostes da esquerda brasileira,entra nesse contexto com o mérito de ter realizado o Plano Real. Conseguiu quebrar o ciclo hiperinflacionário que infelizmente o PT esta trazendo de volta gradativamente,, mas errou ao criar um novo ciclo, o da hipertributação. Trocamos um tipo de financiamento inflacionário por outro de financiamento supertributário, só isso. Quando houve a instalação do Plano Real, o governo esquerdista do PSDB preferiu produzir mais gastos em vez de reduzir despesas, sem se preocupar em verificar o impacto dessa escalada tributária. Foi um erro, porque a escalada tributária não traz efeitos imediatos. É como o tabagismo: tem profundas reações negativas no organismo mas apenas quando utilizada durante muito tempo e de forma perene. E foi o que aconteceu nos últimos 20 anos. O governo se preocupou mais e mais em arrecadar para pagar as despesas e preservar o dito superávit primário.


Claro que precisamos ter uma preocupação com o superávit primário. Inclusive porque precisamos ter uma política de diminuir a necessidade de termos um superávit primário. Essa é a crítica que deve-se fazer os setores mais esclarecidos do Brasil algo raro, ao PSDB e à imprensa brasileira que fica reproduzindo esse mantra sem se preocupar quanto isso de fato significa, de onde surgiu esse compromisso em pagar juros e de que forma esse compromisso aumenta ou diminui. E nós, os manés, os pagadores de impostos, vamos ficar até quando financiando esses gastos estéreis, que não constroem nada? Gasto assistencial também é estéril, mas é justo, porque quem mais necessita precisa receber algo de volta, uma espécie de imposto de renda negativo. Aliás, essa ideia nasceu com o professor Milton Friedman que a esquerda caviar considera um demônio, não saiu da da cabeça do Lula. Os petistas, no final de contas, não passam de liberais arrependidos.


Vamos a algumas perguntas?


Bolsa família, então, foi um acerto? Devem perguntar os amigos 
Foi. Mas, convenhamos, não há novidade nenhuma nesse programa. Antes era o bolsa-escola e antes ainda o imposto de renda negativo estudado na Escola de Economia de Chicago ultra liberal o que prova que não somos desumanos. Na realidade, trata-se de uma justiça fiscal praticada com simetria. A uma dada renda razoável presume-se que o sujeito não deve nem pagar imposto de renda e tampouco receber benefício. Acima da renda básica existiria gradualmente uma linha de contribuição e, abaixo daquela linha, em vez de você pagar, você recebe. Faz todo sentido. Mas, claro, é preciso políticas públicas para garantir que as pessoas que recebem o benefício possam evoluir de renda. Mas o inacreditável é quando a presidente Dilma bate no peito para dizer que tem 50 milhões de pessoas envolvidas direta ou indiretamente com o Bolsa Família. Vivemos no país dos assistidos? É o governo peixaria, que vive dando peixe para todo mundo em vez de entregar a vara de pescar.



É isso que quer dizer  Governo Grátis, dogma tão cultuado por brasileiro de todas as classes sociais?
É que o brasileiro por ser um povo infantilizado envereda para o ilusionismo político. Uma sociedade que está poluída pelo mais potente processo de assistencialismo. É cheque para todo mundo. É promessa de vantagem para todo mundo. Sem que ninguém pergunte de onde vem essa bondade toda. E mais, que recursos financiam essa bondade toda?

Diminuir impostos para alguns segmentos da economia foi errado? 
O governo petista mente ao dizer que está desonerando alguém, quando no coletivo está onerando a todos. A situação é maliciosa, porque, além de usar palavras equivocadas, o governo usa de um direito que não tem de sacrificar mais determinados grupos – que ele não se identifica – às custas de quem ele desonera. Como ele pode desonerar quem quer que seja, enquanto eu e os amigos continuamos onerados? Se matematicamente o conjunto está sendo onerado, é porque alguém está pagando. Há um crime fiscal a ser apurado, e eu não estou falando figurativamente.

A economia brasileira perdeu mais com a política de controle artificial de preços dos combustíveis do que se a Petrobras tivesse feito os reajustes devidos nos momentos certos.

É obvio que um reajuste, seja de combustível, seja de energia, tem de caber no orçamento do povo brasileiro, que já vive esculachado. O bom senso indica que é preciso ter uma conversa franca e séria com o público e dar transparência às datas de reajuste, que devem ser graduais. E, daqui para frente, é necessário que a Petrobras tenha uma regra clara para reajuste de preços. O que o PT e seus sócios no poder não entendem, é que a Petrobrás não é uma empresa pública, é uma empresa do público. Se não for encarada assim, a transformamos em uma repartição pública da pior qualidade.


Privatizar a Petrobras é uma opção? A Petrobras já é tecnicamente privada, só falta colocar os pingos nos is. Nós, brasileiros, apesar de não termos sido informados, somos credores da União. Todo mês, quando o trabalhador faz o depósito de 8% ao INSS, se torna credor. Esse valor deveria estar rendendo juro básico e, se o governo quisesse pegar emprestado desta conta previdenciária, deveria pagar juro ao trabalhador. 

Porque não criar um Fundo previdenciário dos trabalhadores.
O conceito de um fundo previdenciário dos trabalhadores é um conjunto de grandes empreendimentos dos quais os trabalhadores poderiam ser participantes. Algum grande porto brasileiro, alguma ferrovia lucrativa, a própria Petrobras e, inclusive, algum investimento fora do país. Não necessariamente em Cuba. Precisamos enriquecer o povo transferindo uma parte do patrimônio que hoje está mal gerido nas mãos diretas do Estado para fundos. Fundos, com “s”, no plural, que produzam uma administração assegurada. Fundos que compitam eficientemente. Isso causaria uma revolução no mercado financeiro brasileiro, que é um dos mais nanicos do mundo, uma bolsa que tem pífia quantidade de ações negociadas.


Algum esquerdista perguntaria e por um acaso a Petrobras seria melhor administrada por esse Fundo previdenciário do que pelo governo?
O povo brasileiro é dono de todos os ativos do Brasil e o Estado, através das corporações partidárias, se apropriou indevidamente da gestão dessas atividades econômicas que deveriam estar separadas por um biombo. Essa é a razão dessa grande mácula moral que é a administração do setor público.

E qual é a importância do papel do contribuinte nesse debate?
 
Que nada mais é do que o pagador de impostos. No inglês é assim: “tax payer”. Contribuinte é uma palavra eufemística para o tipo de extração econômica que o pagador de impostos sofre hoje. Em certa medida, esse contribuinte brasileiro também sofre de um certo coeficiente de preguiça na medida em que não exige a nota fiscal, não verifica a taxa de impostos que pagamos sobre cada produto e serviço que adquire. Tudo isso facilita a vida dos políticos omissos.

Será que só nós temos esta preguiça essa letargia é característica do pagador de impostos brasileiro ou é comum a americanos e europeus?
Todos os pagadores de impostos sofrem de um cansaço de cidadania. O exercício ativo da cidadania é muito exigente. E, às vezes, a percepção do volume imenso de distorções em um país como o nosso, de enormes safadezas e corrupções, pode nos levar a um estado de imobilidade mental.

Quem paga o custo do Estado Babá somos nós, já que não existe governo grátis.
                                                    


quarta-feira, 22 de julho de 2015

O Brasil caminha para virar um país pária, mas já não era ou sempre foi?

A MÁGICA DE LULA E   DILMA O PAGAMENTO DA DÍVIDA EXTERNA/INTERNA

VAMOS RELEMBRAR QUE TV GLOBO E TODAS A MÍDIAS APETRALHADAS  FALARAM AOS QUATRO VENTOS LA ATRÁS?

SAIBA O QUE LULA FEZ DE 2002 A 2010 COM A “DIVIDA INTERNA/EXTERNA” DO BRASIL

DIVIDA EXTERNA –     é uma dívida com os bancos, Mundial, o FMI e outras Instituições,
No exterior em moeda externa.

DIVIDA INTERNA –   é uma dívida com Bancos em R$ (moeda nacional) no país.
Então, quando LULA assumiu o Brasil,    em 2002, devíamos:

Dívida externa = 212 Bilhões

Dívida interna = 640 Bilhões

Total DA Dívida = 851 Bilhões

Em 2007 Lula disse que tinha pago a dívida externa.

Só que ele não explicou que, para pagar a dívida externa, Ele aumentou a dívida interna que precisa agora fazer o superavit primário para honra-la 
Em 2007 no governo Lula:
Dívida Interna = 1.400 Trilhão
Total DA Dívida = 1.400 Trilhão

Agora, em 2015, você pode perceber que não se vê mais na TV e em jornais algo dito que seja convincente sobre a Dívida Externa quitada.
Sabe por que?  É que ela voltou…
Em 2015 no governo Dilma
:
Dívida Externa = 240 Bilhões
Dívida Interna = 1.650 Trilhão

Total DA Dívida = 1.890 Trilhão

Ou seja, no governo dos petistas, A dívida do Brasil aumentou em 1 Trilhão!!!
Daí é que vem o dinheiro que o PT gastou e esta gastando no PAC, Bolsa família, bolsa educação, bolsa faculdade, bolsa cultura,Bolsa para presos, dentre outras mais bolsas…    E de onde tirou 30 milhões de brasileiros DA pobreza !!!
E não é com dinheiro do trabalho, investimento e poupança, mas sim, com dinheiro de   ENDIVIDAMENTO.Compreenderam?
Quer mais detalhes,
Sobre dívida interna e externa do Brasil?
Acesse o site:
Os brasileiros, vão pagar muito caro pela atitude perdulária da esquerda caviar petista tem que engolir um “spread”(txa. Juros) alta para o Estado pagar suas contas. o Povo Cigarra como despreza cultura e conhecimento e tem obsessão por novelas e fofocas ou falar mal do alheio vai ter que amargar mais esta conta. 
                                                                   

terça-feira, 21 de julho de 2015

A biografia mental da direita brasileira

A democracia é o regime dos homens aborrecidos. Também é coisa de velho. Por que nós a queremos? Para mantê-la.
O Brasil insiste em ser a exceção. A elite intelectual e a imprensa não sabem ou fingem não saber –pouco importa se é burrice ou má-fé– a diferença entre direita democrática e extrema direita. Sufocam o debate com sua ignorância bem-intencionada, com sua má-fé ignorante e, às vezes, até com seu humor iletrado.
Extrema-esquerda e esquerda divergem nos métodos, não na ambição de subordinar a sociedade a um ente de razão eles claro, que, num primeiro momento, a domine e, depois, a substitua, pouco importando se pensam num partido ou num conselho de sábios. Já a extrema direita é o avesso da direita democrática; a diferença é de essência, não de grau, como já demonstrou Olavo de Carvalho. Isso é história, não opinião. Procurem os respectivos manifestos dos vários fascismos do século passado. Seu verdadeiro inimigo é o liberalismo, não o comunismo, no qual os fascistas sempre reconheceram serem aliados… “Direita”, no entanto, virou palavrão no Brasil. Na academia, o liberalismo é tratado como sinônimo de exclusão social.
Nas últimas três décadas consagrou-se um princípio que se tornou um axioma da política brasileira: “A virtude está à esquerda”. Tornou-se um axioma porque foi subscrito por lideranças que desejavam lustrar a sua imagem com uma marca da esquerda e por ter sido, silenciosa e progressivamente, subscrito pelos eleitores em geral.
Os corolários do axioma são visíveis por todo lado: desde a recuperação da guerra fria num mundo sem guerra fria, a forma peculiar de entendimento dos direitos humanos e a maneira tolerante de encarar as questões da segurança pública até a aberta relativização da lei e da Constituição. Plasmou-se, então, uma retórica política e ideologicamente comprometida, na qual o uso ou não uso da palavra presidente no feminino já indica a posição política de quem fala, o termo privatização é substituído por concessão e a corrupção, pelo mais ameno conceito de malfeito.
Por que esse princípio logrou implantar-se como um axioma na nossa cultura política? 1) O fim do regime de 1964, da forma como ocorreu, deslegitimou os partidos de direita e conservadores; 2) a legitimidade do novo regime democrático concentrou-se no espaço da esquerda do espectro político; 3) os demais partidos (centro e centro-esquerda) foram submetidos a uma “demonização em camadas”, que os empurrava para a direita
O PT, já nessa época um partido forte, assumiu e liderou a demonização, centrada na figura dos líderes do PSDB (Covas, FHC, Serra todos da esquerda fabiana, os mesmos que apoiavam candidatos do PT em segundo turno nas disputas contra Maluf), na condenação do Plano Real e na acusação de neoliberalismo, privatizações, submissão ao mercado e ao capitalismo internacional.
O PT chega ao poder – Uma vez lá, sem mais rivais à esquerda e tendo o domínio do Estado ( os nossos impostos), o PT deu uma guinada enérgica para o centro e centro-direita, cooptou partidos e lideranças de direita, até o extremo da visita ao jardim de Maluf. A ideologia ficou restrita às relações exteriores, o marketing tornou-se permanente e o populismo – aquela luva esquerda calçada numa mão direita – subalternizou e descaracterizou o compromisso ideológico em troca da manutenção do poder a qualquer preço.
Na realidade, vivemos a reiteração do movimento pendular que caracteriza o sistema político brasileiro ao longo de sua história. Um pêndulo que oscila entre esquerda e direita, Estado e sociedade, autoritarismo e liberdade, centralização e descentralização, nacionalismo populista e abertura para o mercado, liberdade beirando anarquia e ditadura.

Com teses de esquerda legitimando o sistema político, a direita sujeita às sucessivas demonizações e o centro sempre ameaçado de ser denunciado como a nova face da direita (vide PSDB), as defesas “orgânicas” de uma democracia representativa perderam grande parte do seu poder de imunização e o axioma “a virtude está à esquerda” reinou incontestado pelos últimos 30 anos. Pior para o Brasil

                                                                              
                                                                          

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Obama conhece Cuba? Sete ressalvas contra o reatamento.

A primeira ressalva é que o governo dos irmãos Castro em 2015 permanece exatamente a mesma visão da América que foi quando os guerrilheiros chegaram ao poder em janeiro de 1959.
Para eles, o vizinho enorme e poderoso e as suas alegadas práticas predatórias no campo econômico estão na raiz dos problemas fundamentais da humanidade. Leia pouco e visto como ruim, eles continuam a acreditar que as calamidades do Terceiro Mundo são devido à falta de vontade dos países desenvolvidos, e especialmente os Estados Unidos, com seus termos perversos do comércio e da sua exploração desenfreada dos recursos das nações pobres .
A segunda consequência da primeira, é que regime, absolutamente coerente com suas crenças, vai continuar tentando afetar negativamente os Estados Unidos em todos os níveis para estar presente.
Ontem foi colocada sob o guarda-chuva Soviética. Na fase pós-soviética que ele lançou as bases do Fórum de São Paulo e, mais tarde conhecido como circuito Socialismo do Século XXI, alargado aos países da chamada ALBA. Ele está agora firmemente aliado com o Irã, e é voltado para o lado chinês-russo nesta nova e perigosa guerra fria está se formando. Para Castro, anti-americanismo é uma cruzada moral que nunca vai desistir.
O terceiro é que não há na ditadura cubana intenção de iniciar um processo de liberalização que permite o pluralismo ou liberdade política, conhecida como entre as nações mais desenvolvidas do mundo.
Oposição democrata são tolerados, enquanto seus movimentos e as comunicações são regulados e supervisionados pela polícia política. O regime perfeitamente dominar as técnicas de controle social. Além de polícia convencionais para adiar a oposição tem pelo menos 60.000 Minint oficiais atribuídos a contra-espionagem, e dezenas de milhares de empregados. Para eles, a repressão não é um comportamento escuro e vergonhoso mas um trabalho constante e patriótico.
A quarta é que o sistema econômico que está construindo Raul Castro não é projetado para florescer a sociedade civil, que um dia, magicamente, vai derrubar a ditadura, mas é um modelo de capitalismo de Estado militar (CME) , cuja espinha dorsal é o exército eo Ministério do Interior, as instituições que controlam a maior parte aparelho produtivo do país.
Dentro deste quadro, tal como se depreende das palavras do economista Juan Triana Cordoví oficial, o Estado (na verdade, os militares) reserva a gestão e exploração dos 2.500 médias e grandes empresas no país, deixando o trabalhador por conta própria incontáveis actividades de menor importância para evitar ter de apoiá-los.
Versus o que eles pensam em Washington e os setores cubanos não governamentais que apoiam essas reformas económicas Raul Castro e seus assessores assumidos, corretamente, que os trabalhadores independentes será uma fonte de estabilidade do sistema militar capitalismo de Estado, mas não por afinidade ideológica para não perder os pequenos privilégios e vantagens obtidas.
A quinta é que o regime de Castro não tem interesse em promover o enriquecimento de empresários estrangeiros. Eles desprezam o lucro dos capitalistas , eles acham nojento, embora muitos de si mesmos, de alguma forma, a prática calmamente.
Os investimentos estrangeiros são bem-vindos apenas e só quando eles ajudam a fortalecer o capitalismo de Estado militar são forjados. Para o governo cubano tais investimentos são um mal necessário, como um braço amputado para salvar sua vida.
Se alguém pensa que este regime irá permitir o surgimento e crescimento de uma rede de negócios independente é porque você não se deram ao trabalho de estudar os textos e discursos dos provedores de justiça próprio regime, e até mesmo analisar o comportamento apresentado.
Você está absolutamente certo investidor imobiliário e bilionário Stephen Ross notável quando, depois de voltar de uma viagem a Cuba, disse que não tinha visto na ilha a oportunidade de negócio menos grave . Na verdade, não existe, exceto naquelas atividades em que existe uma receita clara para o governo ou que são absolutamente indispensáveis ​​para a sobrevivência do regime.
É óbvio que a prioridade de Castro é manter o poder e não desenvolver uma rede de negócios forte para puxar os cubanos miséria. Para explicar essas lacunas desenvolveram o álibi de austeridade e crítica revolucionária do consumismo (o gosto pelo queijo ) como uma forma heróica e abnegada para combater a pobreza.
O sexto ressalva é que, neste quadro deprimente de abuso e insistência em sempre absurdo, a renúncia de Washington à contenção e sua substituição pelo engajamento , para a qual o cancelamento do objetivo de tentar facilitar a mudança de regime acrescenta como Obama disse no Panamá, é uma leveza perigoso e irresponsável vai machucar os Estados Unidos, vai incentivar seus inimigos, aliados e irá desencorajar afetar negativamente os cubanos que querem liberdade, a democracia real e acabar com a miséria.
Qual é o sentido de que os Estados Unidos e com ela a Católica-contribuir para o fortalecimento de uma capitalismo de Estado militar é o inimigo das liberdades da Igreja, inclusive econômico, violador dos Direitos Humanos, que perpetua na posse de uma ditadura coletivista que tem destruiu Cuba e hoje ajuda a destruir Venezuela, porque você não pode ensinar nada além do que ele fez por 56 anos?
O sétimo cautela é que a oposição democrática nunca foi mais frágil ou sido mais vulneráveis, apesar do impressionante número de dissidentes e heroísmo exibidas. Nunca foi mais sozinho.
Por que ninguém vai ter em conta se os Estados Unidos renunciou a mudança de regime e está disposto a aceitar a ditadura cubana sem exigir nada em troca?
Os Estados Unidos renunciou claro para Havana que a verdadeira mudança começa no momento em que a cúpula da ditadura concordam que o primeiro passo é o diálogo com a oposição e admitir que as sociedades são plurais e abrigar diferentes pontos de vista. O argumento tem reformistas agora tranquilos e sempre assustados do regime para reivindicar sotto voce mudanças políticas e econômicas, se ninguém exige ao governo de Castro?
Em suma, foi um grave erro de Obama separada da política seguida pelos dez presidentes, democratas e republicanos, que o precederam na Casa Branca. Não se pode decretar que seu inimigo, de repente tornou-se seu amigo e começou a pensar como seria de concordar. Isso é infantil.
Isto não é para criticar Obama por ter testado uma nova política. O problema é que ele é uma má política.
Você não pode ignorar a realidade sem pagar um preço alto por isso.O triste é que os cubanos irão pagar.
                                          Obama deveria conversar com Mario Vagas llosa 
                                               
                                                 E também com Carlos Alberto Montaner 
                                                                              I           
                                            
                                                                                  II
                                                                                   
                                                                                III
                                                                                 

Sérgio Moro honra um Judiciário povoado por caga regras.

A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA, OBRIGA A PUBLICIDADE COM BASE NA "LEI DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA".
___________________________________________________________________
Amigos um poder judiciário, infestado de caga regras, formalistas e apegados a status social, ter um Sergio Moro Este sim merece todos os encômios e adjetivos gastos com o Joaquim Barbosa que fez sua parte mas não é aquele poço de virtudes que se apresentava ao público e falo isso com conhecimento de causa pois minha cunhada , médica no rio, tratou da mãe do mesmo e teve bastante contato com ele e família.........

Aliás é tão humilde quanto outro Moro, juiz do TJM

Elegante, Sérgio Moro corrige Dilma e Lula: não é vazamento seletivo. A Constituição exige publicidade em crimes contra a administração pública


Nada melhor que um facho da luz do conhecimento para iluminar as trevas da ignorância. Ou da má fé. O Juiz Federal Sérgio Moro tem reagido com extrema serenidade ao administrar as tensões naturais geradas pela operação Lava Jato.

Mais uma vez, Moro foi bastante ''didático'' e certeiro naquilo que parece ser uma resposta direta àa acusações e comentários tendenciosos feitos pela  presidente Dilma Rousseff, por seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva e por outros envolvidos nos atos de corrupção e desvios na Petrobras.

Dilma, Lula e até mesmo o Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo outro melancia verde por fora e vermelho por dentro, têm se referido às notícias que saem na imprensa sobre os desvios na Petrobras como vazamentos seletivos, insinuando que as notícias são tendenciosas e que visam atingir o governo e o PT.

De fato, a investigação Lava Jato tem como alvo os desvios na Petrobras, estatal que tem sido gerida por Dilma e o PT ao longo dos últimos treze anos, período em que ocorreram os maiores desvios na história da estatal.

Talvez em virtude destes fatos, ou infortúnios, existam tantos elos ligando o roubo na estatal ao PT de Lula e Dilma, uma vez que praticamente todos os diretores investigados foram nomeados pelo partido e seus aliados. Em todos os relatos, parte de todos os desvios tinham como destino os cofres do PT. Nada mais natural que a maior parte dos fatos que chegam ao grande público contenham alguma referência ao PT e os governos de Lula e Dilma.

No entanto, o Juiz Sérgio Moro não precisou se deter à tais argumentos, preferindo manter a isonomia que lhe é peculiar para responder às acusações de favorecer vazamentos seletivos:
"Em crimes contra a administração pública, há exigência de que tenham a mais ampla PUBLICIDADE possível", disse. "Essa escolha já foi tomada pela nossa Constituição.", lembrou Moro com muita classe. "Não tem seletividade. Quando não é mais necessário o sigilo, o conteúdo é tornado público.", completou.

Ao invés de rebater acusações, o Juiz Sérgio Moro simplesmente se ampara na lei de improbidade administrativa, que obriga a administração pública direta, indireta de qualquer dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecer aos princípios da legalidade, impessoalidade, eficiência, moralidade, PUBLICIDADE e todos os demais previstos na Constituição.Simples assim

Uma pergunta assaltantes de bancos, vigilantes portuários que recebem café polpudos para lesar o país nos portos,empresários que subornam fiscais para que eles apaguem dados de dividas nos arquivos das Receita Federal, invasores de terra do governo ( devolutas),membros de classes abastadas quem mandam para fora do país cerca de U$$ 82 bilhões sem passar pelo BC isto roubo certo, tem direito também a embargos infringentes? Ou só bandido feio tem direito a posturas severas dos operadores do direito?
                                                                           

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Pan-americano, a disputa de carecas por um pente.


Medalhas Pan
(VEJA.com/VEJA)
​Um Pan, Qualquer Pan, sempre é um torneio de marcas pouco expressivas, espremido entre competições mais decisivas. Do ponto de vista brasileiro, o torneio de Toronto carrega um paradoxo que o diminui ainda mais. Por anteceder a Olimpíada em casa, no Rio, era de esperar entusiasmo suplementar. Mas não. Em muitas modalidades, o Brasil tem vaga garantida por ser sede olímpica - ou seja, o bom desempenho no Pan seria indiferente. É o caso do polo aquático masculino, que conquistou no mês passado o inédito terceiro lugar na liga mundial, superando os Estados Unidos na disputa do bronze (os dois primeiros lugares ficaram com Sérvia e Croácia), e carimbou a vaga para o ano que vem. O vôlei também é vítima desse efeito colateral - a seleção masculina chegou ao Canadá com um time reserva, mais atenta às duras partidas da liga mundial. A equipe feminina, que o treinador José Roberto Guimarães anunciara com força total, também decidiu viajar com um grupo misto.
Em esportes individuais, como o atletismo e a natação, a competição é contra o relógio, em busca de tempos baixos. Como os atletas precisam alcançar índices olímpicos, é fundamental ter mais empenho em competições entre os melhores do mundo, que forçam resultados bons. "Nos Estados Unidos, ao atleta que já tem índice para os mundiais é dada a opção de não disputar os Jogos Pan-Ame­ricanos", é o caso do velocista Trayvon Bromell, que não estará em Toronto. "É uma decisão sensata. Correr entre os melhores atletas do mundo traz mais maturidade." Decisão semelhante tomou o nadador Cesar Cielo. O atual tricampeão mundial dos 50 metros nado livre decidiu abrir mão da competição continental para dedicar suas braçadas à preparação para o Mundial de Esportes Aquáticos de Kazan, na Rússia, em agosto. Dias antes do Pan, ele estava na França para encarar os adversários diretos por uma medalha em 2016, entre eles Florent Manaudou, que o venceu nos Jogos de Londres, em 2012.
"As várias competições do calendário acabam por prejudicar um pouco a força do Pan", admite o superintendente de esportes do Comitê Olímpico Brasileiro, Marcus Vinicius Freire. O dirigente acredita que o novo patamar atingido pela elite do esporte brasileiro exige um comportamento mais parecido com o que já é praticado pelo comitê americano, que historicamente não envia aos Jogos Pan-Americanos seu time de elite - o maior medalhista olímpico de todos os tempos, por exemplo, o nadador Michael Phelps, nunca disputou um Pan. No passado, contudo, quando as competições eram menos numerosas, a disputa pan-americana foi celeiro de nomes que em seguida explodiriam para o mundo, como Mark Spitz (em Winnipeg, 1967) e Carl Lewis (San Juan, 1979), além de palco para o histórico salto de João do Pulo na Cidade do México, em 1975.
Existem, obviamente, exceções. Para o judô brasileiro, principalmente o feminino, a competição serve de treinamento forte contra adversárias diretas na disputa olímpica. Haverá, nos próximos dias, embates duríssimos entre Mayra Aguiar e a americana Kayla Harrison, algoz da brasileira e medalha de ouro em Londres; entre Maria Portela e a colombiana Yuri Alvear, a atual campeã do mundo; e entre Rafaela Silva e a americana Marti Malloy. Em alguns casos, entra em ação o componente psicológico. Torben Grael, treinador-chefe da equipe brasileira de vela, decidiu que seria bom para sua filha, Martine, e a parceira de barco dela, Kahena Kunze, participar do Pan, mesmo que a disputa não seja forte tecnicamente. "O Torben não queria que a Martine vivesse em casa, no Rio, a primeira experiência em competição multidisciplinar, especialmente sendo líder do ranking mundial e favorita à medalha", afirma Freire, do COB. Trata-­se, aqui, da convivência inaugural com a vitória (ou a derrota), tendo centenas de outros esportistas ao lado.
O retrospecto, tanto o recente quanto o histórico, sugere o necessário distanciamento do frenesi criado pela chuva de medalhas do Pan, que virá, inevitavelmente - ela não se repete na Olimpíada. Em muitos casos, as conquistas foram exageradamente celebradas. Mesmo a vitória da seleção masculina de basquete, em 1987, no Pan de Indianápolis, contra os Estados Unidos, deve ser revisitada e posta em perspectiva. A equipe liderada por Oscar Schmidt surpreendeu ao derrotar os americanos, mas o time adversário era fraco, formado essencialmente por universitários inexperientes. Na Olimpíada seguinte, o Brasil ficou em quinto lugar. Não foi ruim, mas não foi o pódio anunciado com pompa e circunstância no ano anterior.
A certeza de resultados irrelevantes no Pan parece ter servido de atalho para que os moradores de Toronto pouco se interessem pelo torneio. Quase metade dos ingressos não foi vendida. Há muito mais entusiasmo com as notícias dos Raptors, a equipe de basquete que disputa a NBA, com o Blue Jays do beisebol e com o time de futebol, o Toronto F.C., que participa da liga americana. O Pan pouco mudou a rotina da cidade. A Vila Pan-Americana, encravada em um local turístico, o Distillery District, um centro comercial descolado, com a cara do Meatpacking nova-iorquino, passa despercebida. A expectativa dos organizadores é que Toronto, tendo realizado o Pan, mesmo opaco, possa depois ter o direito de abrigar também a Olimpíada, como fez o Rio.
Virou uma disputa de carecas por um pente.