quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Como a esquerda gosta de Estado, não defende redução de impostos.

Por que a esquerda não luta por menos impostos?

Vejo poucos brasileiros de esquerda defendendo menos impostos no Brasil. Alguns até acham que a carga tributária é alta, mas dizem que é ainda maior nos países escandinavos nos quais deveríamos nos espelhar. Geralmente concordam com intelectuais esquerdistas que distorcem números e afirmam que o brasileiro, comparado a cidadãos de outros países, paga em média poucos impostos.
Para os mais radicais, a esquerda precisa lutar pelo fortalecimento do estado (o que envolveria mais impostos, principalmente dos mais ricos), enquanto, os conservadores e as elites, que não ligam ( ohhh só a esquerdinha caviar tem o monopólio do bem)para as necessidades do povo, torcem por menos tributação.
Os  ídolos da esquerda foram líderes e revolucionários que lutaram, eles próprios, por menos impostos.
É difícil, por exemplo, chamar de conservadores ou aliados às elites tradicionais os rebeldes que, durante a Revolução Francesa, destruíram alfândegas, queimaram documentos de dívidas fiscais e se recusaram a pagar impostos tanto à monarquia quanto aos governos republicados que a sucederam.
Deveriam os brasileiros de esquerda deixar de ler Karl Marx, que foi processado pela Alemanha por defender a sonegação de impostos? “A partir de hoje, impostos estão abolidos! É alta traição pagar impostos! Recusar pagar imposto é a primeira obrigação de um cidadão!”, escreveu Marx em 1848, depois de considerar ilegítimo o governo alemão.
Será que deveríamos chamar de burguês ou aliado às das elites o Mahatma Gandhi, que em 1930 percorreu 390 quilômetros a pé só para chegar ao litoral da Índia e desafiar o Império Britânico produzindo sal sem pagar imposto?
Ou o anarquista Henry David Thoreau, pai da Desobediência Civil e um dos inspiradores de Gandhi, preso por recusar a pagar qualquer tipo de taxa ao governo americano?
Há ainda os zulus da África do Sul, que no começo do século 20 travaram diversas guerras contra o imposto de 3 libras per capita imposto pelo Império Britânico. O Movimento Zapatista de Libertação Nacional, que depois de criar governos locais parou de pagar imposto ao governo central do México. E as sufragistas dos EUA que resgataram o lema da Revolução Americana (no taxation without representation) e se recusaram a pagar impostos enquanto não pudessem votar.
Dá pra chamar de representante da direita britânica o cantor George Harrison, dos Beatles, autor da música Taxman, um protesto contra as alíquotas do imposto de renda de até 95% para os ingleses mais ricos?
Mais difícil ainda é rotular como elitistas ou insensíveis às necessidades do povo os rebeldes da Revolução Farroupilha, movimento contrário ao imposto sobre o charque, o couro, o sal e a erva-mate pago pelos gaúchos à corte. Ou os pernambucanos que, no começo do século 19, tentaram se separar do Brasil por não verem retorno nos tributos que pagaram ao Rio de Janeiro. Muitos dos meus amigos de esquerda rejeitariam como um lugar-comum neoliberal e egoísta a frase “nenhuma pessoa pode ser privada da menor porção da sua propriedade sem seu consentimento”. Sem ligar para o fato de que essa frase era repetida com frequência por Frei Caneca, líder da Confederação do Equador e um dos grandes heróis pernambucanos.
O que motivou tanta gente a lutar contra impostos – e o que escapa da esquerda atual – é um desejo de autonomia, de defender o direito de serem donos do que produzem, e a certeza de que o dinheiro arrecadado pelos impostos raramente volta aos contribuintes ou é destinado aos mais pobres. Acaba bancando gastanças, sistemas ineficientes, privilégios dos amigos do rei e gordas aposentadorias de burocratas.
Enquanto a esquerda petista trai sua própria tradição e defenda mais impostos no Brasil. A luta contra a apropriação do dinheiro dos cidadãos foi por muito tempo (e ainda deveria ser) uma bandeira de quem se importa com os mais pobres e oprimidos.
                                                                             

As demências públicas.de petistas, são realismo mágico.

Uma das principais características de uma republica de bananas, além de ter um povo incivilizado e uma elite brejeira, são os personagens que este mesmo povo, designa para representa-los em instituições ditas republicanas.
Onde estes  malucos e exóticos gostam mais de se alojar , é justamente nos partidos socialistas, existem claro vários deles espalhados em partidinhos pequenos e até em grande agremiações ditas conservadoras.
Como esta população incivilizada tem profundo desprezo pela seriedade no trato dos valores republicanos, coloca para representalos figuras como Eduardo Suplicy, durante 24 anos os pagadores de impostos do país o susterão no  Senado Federal, como a esquerda conta com simpatizantes em profusão na imprensa e que não mostra para a sociedade o que  faz na casa do povo, 
Isto não ocorre só aqui na republica dos tupinambás, estes personagens se reproduzem como coelhos e republiquetas latinas e similares.
Apreciemos o hospício que eles representam.   


                                                                            
                                                                 Mais deste alucinado
                                                                                   
                                  Mais uma do delirante em apoio ao terrorista Cesare Batiste
                                     
                                                                             
                                Veja outro socialista exótico e suas manifestações aparvalhadas
                                                                             
                                                                       
                        Isto é um pequeno exemplo do exotismo do povo brasileiro ou parte dele.                                              
                                                                                  

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

A separação da religião do estado nos EUA

Em 1 de janeiro de 1802, o povo de Cheshire, Massachusetts, enviou um bloco gigante de queijo ao presidente Thomas Jefferson, sendo apresentado pelo famoso pastor batista, John Leland.
John Leland foi então convidado a pregar para o presidente e o Congresso no Capitólio dos Estados Unidos. O tema de sua palestra foi "a separação entre a Igreja e o Estado".
Os batistas tinham sido particularmente perseguidos na Virgínia colonial, como Francis L. Hawks escreveu em História Eclesiástica (1836): "Nenhum dissidente na Virginia experimentou por um tempo tratamento mais severo do que os batistas. Eles eram espancados e presos… A crueldade forçava a criatividade a inventar novas formas de punição e aborrecimento".
Assim, muitos pastores batistas eram perseguidos e seus cultos interrompidos de modo que James Madison introduziu uma lei na Câmara Legislativa da Virginia, em 31 de outubro de 1785, intitulada "Uma Lei para Punir Perturbadores de Culto Religioso", que foi aprovada em 1789.
A Virginia Colonial teve uma lei da Igreja da Inglaterra, ou da "Igreja Anglicana" a partir de 1606 até 1786. A lei significava todos eram obrigados a ser membros dessa igreja e todos tinham de pagar impostos para sustentá-la e ninguém poderia ocupar cargos públicos, a menos que fosse um de seus membros.
Ao longo do tempo, a aplicação frouxa da lei permitiu que grupos religiosos "dissidentes" entrassem na Virginia, sendo os primeiros os presbiterianos e quakers, seguidos pelos luteranos alemães, os menonitas e a Irmandade da Morávia e, então finalmente, os batistas.
John Leland, que considerou concorrer para o Congresso, queria uma alteração na nova Constituição dos Estados Unidos que protegesse a liberdade religiosa.
Leland teria se encontrado com James Madison perto de Orange, Virginia, e com a promessa de Madison de introduzir o que viria a ser a Primeira Emenda, Leland persuadiu aos batistas para o apoiarem.
John Leland escreveu nos inalienáveis Direitos de Donsciência de 1791, que eles queriam não apenas tolerância, mas a igualdade: "Todo homem tem de dar contas de si mesmo a Deus e, portanto, cada um deve ter a liberdade de servir a Deus de uma forma que ele possa conciliar melhor com a sua consciência. Se o governo puder responder por indivíduos no dia do juízo, que os homens possam ser controlados por ele em questões religiosas; de outro modo, que os homens sejam livres".
Seguindo o Primeiro Grande Despertamento de Avivamento de George Whitefield, um Segundo Grande Despertamento de Avivamento ocorreu no condado de Albemarle, de Jefferson.
Cultos de avivamento de batistas, presbiterianos e metodistas eram realizados. Até a filha de Jefferson, Mary, participou de um avivamento batista pregado por Lorenzo Dow.
Dolly Madison, esposa de James Madison, informou que, em 1774, Jefferson jantou em Monticello, juntamente um outro convidado, o pastor batista Andrew Tribble.
Depois de questionar o Pastor Tribble sobre como um governo da igreja batista funcionava, Jefferson comentou: "(Essa) era a única forma de democracia pura que existe no mundo… Seria o melhor plano de governo para as colônias americanas".
Durante a Revolução, os pastores anglicanos haviam se aliado ao rei George III, que era o chefe da Igreja Anglicana. Como resultado, os paroquianos patrióticos começaram a sair das igrejas estatais e a entrar nas igrejas "dissidentes".
Embora Jefferson tivesse sido batizado, casado e sepultado pela Igreja Anglicana, conforme registrado em sua Bíblia de família, ele começou uma espécie de igreja dissidente em 1777, chamada de Igreja Reformada Calvinista.
Jefferson redigiu os estatutos da Igreja, que se reunia no Palácio de Justiça do condado de Albemarle. Sua idéia era para que fosse uma igreja "voluntária", sustentada apenas pelas doações voluntárias daqueles que participavam dela, em contraste com o modelo anglicano que contava com o apoio de impostos do governo.
O livro de notas de Jefferson mostra que ele contribuiu para o seu pastor evangélico, o Rev. Charles Clay, bem como para os missionários e outras igrejas: "Eu subscrevi com a construção de uma igreja episcopal, 200 dólares, uma presbiteriana, 60 dólares, e uma batista, 25 dólares".
Depois da Revolução, a Câmara Legislativa da Virginia reescreveu as suas leis para eliminar as referências ao Rei. As Igrejas "dissidentes" pressionaram Jefferson para "desestabilizar" a Igreja Anglicana.
Jefferson respondeu escrevendo a sua Lei para o Estabelecimento da Liberdade Religiosa. Em 1779, o coronel John Harvie, que também era membro da Igreja Reformada Calvinista de Jefferson, apresentou o projeto de lei na Assembléia da Virginia.
Depois que três dos filhos de Jefferson morreram, sua esposa faleceu em 1782. Após o seu funeral, Jefferson sofreu de depressão e se retirou da política. Em sua dor, ele queimou todas as cartas que ele teve com sua esposa e se isolou em seu quarto por três semanas, apenas se aventurando a andar a cavalo pelas colinas de sua propriedade.
A filha de Jefferson, Martha "Patsy" Jefferson, descreveu como ele chorava por horas: "Nesses passeios melancólicos eu era sua companheira constante ... uma testemunha solitária para as muitas explosões de violenta tristeza ... a violência de sua emoção ... até hoje eu não posso descrever de mim mesmo".
Tentando ajudar, o Congresso pediu para Jefferson, em 1784, ir para a França como embaixador. A França estava passando por um período de "infidelidade francesa", antes de sua sangrenta Revolução Francesa e Reino de Terror.
Ao voltar para a América, Jefferson se inclinou em direção de liberalismo "deísta-cristão", embora mais tarde na vida ele fosse descrito simplesmente como um "anglicano liberal".
A Lei de Jefferson, que ele anotou em sua lápide como "Estatuto da Virgínia para a Liberdade Religiosa", passou na Assembléia da Virginia, em 16 de janeiro de 1786: "O Deus Todo-Poderoso criou a mente livre. ... Todas as tentativas de influenciá-la por punições temporais ... são um afastamento do plano do Santo Autor da religião que, sendo Senhor tanto de corpo como da mente, ainda assim escolheu não propagá-lo pela coerção de ambos, como estava em seu poder Todo-Poderoso para o fazer. ... Seja decretado ... que nenhum homem deve ... sofrer por conta de suas opiniões religiosas".
O desestabelecimento da Igreja Anglicana da Virginia nunca teria sido aprovado se não fosse pelo bispo metodista Francis Asbury, separando o movimento metodista popular para longe da Igreja Anglicana em sua própria denominação em 1785.
Havia líderes notáveis que resistiram ao "desestabelecimento" da Igreja Anglicana, ou como agora era chamada, a Igreja Episcopal, pessoas tais como o Governador Patrick Henry. Esse movimento foi mais tarde chamado de "anti-desestabelecimentismo".
A Virginia construiu a sua primeira sinagoga judaica em 1789 e a sua primeira Igreja Católica em 1795.
John Leland, em seguida, ajudou a iniciarem várias igrejas batistas em Connecticut, que era um estado que tinha um estabelecimento da Igreja Congregacional desde a sua fundação em 1639 até 1818.
Os batistas em Connecticut formaram a Associação Batista de Danbury e enviaram uma carta ao presidente Jefferson, em 7 de outubro de 1801: "Senhor ... Nossos sentimentos são uniformemente no lado da liberdade religiosa — que a religião é para todo o tempo e coloca um assunto entre Deus e os indivíduos — que nenhum homem deve sofrer em nome, pessoa ou efeitos por conta de suas opiniões religiosas — que o poder legítimo do governo civil não vai além de punir o homem que faz o mal ao próximo: Mas senhor ... nossa carta antiga (em Connecticut ), juntamente com as leis feitas com isso ... são coincidentes; que ... quaisquer privilégios religiosos que desfrutamos (como batistas) ... nós apreciamos como favores concedidos, e não como direitos inalienáveis.
A carta continua: "Senhor, nós estamos cientes de que o presidente dos Estados Unidos não é o legislador nacional e também cientes de que o governo nacional não pode destruir a legislação de cada Estado; mas nossas esperanças são grandes de que os sentimentos de nosso amado Presidente, os quais já tiveram um efeito genial, como as vigas radiantes do Sol, vão brilhar e prevalecer por todos esses Estados e todo o mundo até que a Hierarquia e Tirania sejam destruídas da Terra.
"Senhor", continua a carta, "nós temos razão para acreditar que o Deus da América elevou-o para ocupar a direção do Estado. ... Que Deus o fortaleça para a árdua tarefa que a Providência e a voz do povo vos têm chamado ... e que o Senhor vos conserve a salvo de todo o mal e traga-lhe, enfim, o seu reino celestial por meio de Jesus Cristo, nosso Mediador Glorioso".
Em 1 de janeiro de 1802, Jefferson respondeu com a sua famosa carta, concordando com os batistas de Danbury: "Senhores ... Acreditando como vocês que a religião é um assunto que é da competência exclusiva entre o homem e o seu Deus, que ele não deve dar contas a ninguém pela sua fé ou pelo seu culto, que os poderes legislativos do governo atingem apenas as ações, e não opiniões, eu contemplo com reverência solene que o agir de todo o povo americano que declararam que a sua legislatura ‘não deve fazer nenhuma lei considerando o estabelecimento de uma religião, ou proibindo o seu livre  exercício’, construindo um muro de separação entre a Igreja e o Estado".
Jefferson terminou: "Aderindo a esta expressão da vontade suprema da nação em nome dos direitos da consciência, vou ver com satisfação sincera o progresso desses sentimentos que tendem a restaurar o homem a todos os seus direitos naturais, convencido de que ele não tem nenhuma direito natural em oposição aos seus deveres sociais. Retribuo suas orações amáveis para a proteção e bênção do Pai e Criador do homem comum".
Os batistas estavam familiarizados com a metáfora de Jefferson, "muro de separação", como o fundador batista de Rhode Island, Roger Williams, a usou em seu sangrento Princípio de Perseguição por Causa de Consciência, de 1644: "Os judeus sob o Velho Testamento ... e ... os cristãos sob o Novo Testamento ... foram ambos separados do mundo; e que, quando eles abriram uma lacuna na barreira, ou no muro de separação, entre o jardim da Igreja e o deserto do mundo, Deus já derrubou a parede em si ... e que, portanto, se ele alguma vez vai se agradar a restaurar o Seu jardim e paraíso novamente, ele deverá ser, necessariamente, murado peculiarmente para Si do mundo".
Jefferson via o "muro", como a limitação do governo federal de "inter-intromissão" no governo da igreja, como explicou em sua carta a Samuel Miller, de 23 de janeiro de 1808: "Eu considero o governo dos Estados Unidos como interditado (proibido) pela Constituição de inter-intromissão com instituições religiosas, suas doutrinas, a sua disciplina, ou seus exercícios. Isto resulta não só da prestação de que nenhuma lei deve ser feita respeitando o estabelecimento ou o livre exercício da religião, mas de que também reserva para os estados os poderes não delegados aos Estados Unidos (décima emenda)".
Jefferson continuou: "Certamente, nenhum poder de decretar qualquer culto religioso, ou de assumir a autoridade na disciplina religiosa, foi delegado ao governo (federal) geral. ... Toda sociedade religiosa tem o direito de decidir por si os horários para esses cultos e os objetos adequados para eles, de acordo com os seus próprios dogmas particulares".
O governo federal não se limitou, porém, de espalhar a religião em territórios ocidentais, como em 26 de abril de 1802, o governo de Jefferson estendeu a lei do Congresso de 1787, onde as terras eram designados: "Para uso exclusivo dos índios cristãos e dos missionários da Irmandade da Morávia por civilizarem os índios e promoverem o cristianismo".
E, novamente, em 3 de dezembro de 1803, durante a administração de Jefferson, o Congresso ratificou um tratado com os índios Kaskaskia: "Considerando que a maior parte da referida tribo foi batizada e recebida na Igreja Católica ... os Estados Unidos vão dar anualmente, por sete anos, cem dólares para o apoio de um padre dessa religião, que vai se envolver em realizar para a referida tribo os deveres do seu cargo, e também para instruir a muitos de seus filhos quanto for possível ... e os Estados Unidos vão dar ainda mais a soma de três centenas de dólares, para ajudar a tribo na construção de uma igreja".
Quando a esposa de John Adams ", Abigail, morreu, Thomas Jefferson escreveu-lhe, em 13 de novembro de 1818: "O tempo não está muito distante, em que veremos depositados na mesma mortalha, nossas tristezas e corpos que sofrem, e ascenderemos na sua essência para uma reunião em êxtase com os amigos que temos amado e perdido, e a quem ainda devemos amar e nunca perder de novo. Deus abençoe a você e o apoie sob a sua pesada aflição".
Doze anos antes de sua morte, Jefferson compartilhou as suas visões pessoais para Miles King, em 26 de setembro de 1814: "Nós temos ouvido dizer que não há um quaker, ou um batista, um presbiteriano ou um episcopal, um católico ou protestante no céu; que ao entrar naquele portão, deixamos esses crachás de cisma para trás. ... Vamos ser felizes na esperança de que por estes caminhos diferentes vamos todos nos encontrar no final. E que eu e você possamos nos encontrar e nos abraçarmos, é a minha oração sincera".
Ao longo do tempo, as brilhantes mentes jurídicas usaram as palavras de Jefferson para proibir as crenças de Jefferson.
Jefferson escreveu na Declaração: "Todos os homens são dotados por seu Criador", mas em 2005, o juiz distrital John E. Jones, em Kitzmiller versus Dover Area School District, determinou que os alunos não podem ser ensinados que há um Criador: "Para preservar a separação entre a Igreja e o Estado".
Grupos usam a frase de Jefferson "separação entre a Igreja e o Estado" para remover o reconhecimento nacional de Deus, apesar da advertência de Jefferson contra essa mesma coisa, como está inscrito no Memorial de Jefferson, em Washington, DC: "Deus que nos deu a vida, nos deu liberdade. Podem as liberdades de uma nação estar seguras quando nós removemos a convicção de que essas liberdades são um presente de Deus?"

Vale a pena pôr dinheiro produtivo num país cuja oferta de energia é incerta.

É claro que não, o PT vem cometendo barbeiragens financeiras tais como tabelar a taxa de retorno das empresas que tem interesse em investir no setor de energia. O capital privado evidentemente não se interessa É por isso que Belo Monte, por exemplo, é tocada através de nossos impostos. Nem a China define taxa de retorno.
A MP 579, que baixou a tarifa de forma ditatorial para criar a ilusão nos humildes brasileiros que os socialistas são a favor do povo.
O Conselho da Petrobras deu autorização para a empresa aumentar os combustíveis. Graça Foster,( luluzinha socialista enfezada) presidente da estatal, chegou a falar em 8%, mas se comenta que a majoração, quando vier, deva ficar em 5% 
Petistas usaram a Petrobras para fazer política econômica rasteira e evitar um aumento da inflação — que estava alta devido a demanda aquecida e credito farto ( artifício usado pelo esquerda caviar, para gerar a falsa impressão de prosperidade)
Autossuficiência brasileira foi mais uma das bravatas do caudilho de Garanhuns. A dívida da Petrobras, em cinco anos, saltou de R$ 71,5 bilhões (2009) para R$ 241,3 bilhões. Pelos menos R$ 60 bilhões desse valor se devem à defasagem do preço nos combustíveis.
Quem paga a diferença, ( nós com nossos impostos) que deveriam estarem sendo investidos, em tecnologia, segurança na fronteiras, reequipar as forças armadas, saúde, escolas, etc.
É difícil dizer o que mais impressiona: se a grande imprensa ter perdido a importância que detinha até os anos 1990 – quando ainda tinha relativa influência no cenário político -, ou a desfaçatez com que seus jornalistas, amadurecidos no tapa na arte de reescrever a história, sonegam dados e fatos, levando jovens e adultos imberbes a acreditarem que o socialismo é o caminho.



segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

O triunfo dos insanos no mundo islâmico.

Na Grécia e no Império Romano, o uso de menores para a satisfação sexual de adultos foi um costume tolerado e até prezado. Na China, castrar meninos para vendê-los a ricos pederastas foi um comércio legítimo durante milênios. No mundo islâmico, a rígida moral que ordena as relações entre homens e mulheres foi não raro compensada pela tolerância para com a pedofilia  Em alguns países isso durou até pelo menos o começo do século XX, fazendo da Argélia, por exemplo, um jardim das delícias para os viajantes depravados (leiam as memórias de André Gide, “Si le grain ne meurt”).Por toda parte onde a prática da pedofilia recuou, foi a influência do cristianismo — e praticamente ela só — que libertou as crianças desse jugo temível.
Mas isso teve um preço. É como se uma corrente subterrânea de ódio e ressentimento atravessasse dois milênios de história, aguardando o momento da vingança. Esse momento chegou
O PT e demais organizações de esquerda no Brasil dão apoio integral ao mesmo (conforme nota do secretário geral do partido, Valter Pomar durante a época do conflito), o mundo desconhece uma das histórias mais nojentas de abuso infantil, torturas e sodomização do mundo vinda do fundo dos esgotos de Gaza: os casamentos pedófilos do Hamas que envolvem até crianças de 4 anos. Tudo com a devida autorização da lei do islamismo radical.
Um evento de gala ocorreu em Gaza. O Hamas foi o patrocinador de um casamento em massa para 450 casais. A maioria dos noivos estava na casa dos 25 aos 30 anos; a maioria das noivas tinham menos de dez anos.
Grandes dignatários muçulmanos, incluindo Mahmud Zahar, um líder do Hamas foram pessoalmente cumprimentar os casais que fizeram parte desta cerimônia tão cuidadosamente planejada.
O Centro Internacional Para Pesquisas Sobre Mulheres estima agora que existam 51 milhões de noivas infantis vivendo no planeta Terra Casamentos entre muçulmanos com criancinhas e a pedofilia do islamismo nos dias de ontem, hoje e sempre. Desde a época de Maomé, que se casou com uma criança de 9 anos de idade chamada Aisha, a pedofilia religiosa continua de forma muitos simples. Devemos dizer NÃO ao casamento entre adultos e crianças. Principalmente quando se refere a esses ditos religiosos
O TRIUNFO DOS INSANOS em países muçulmanos.
                                                       


Os Petralhas conseguiram destruir a reputação internacional da empresa.

AGORA, NEM  CUBA, NEM  VENEZUELA, NEM BOLÍVIA, NEM ARGENTINA E NEM A RUSSIA PODERÃO SALVAR O BRASIL DESSA  SAFADEZA  PETISTA. ESSES PAISES QUE EU MENCIONEI  ACIMA VÃO SAIR DE FININHO ALEGANDO QUE NÃO TEM NADA COM ISSO E O BRASIL QUE SE DANE E SERÁ O FIM.
Magistrados e investigadores norte-americanos já calculam que a Petrobras corre o risco de levar uma multa próxima de US$ 5 bilhões, caso seja condenada com base no Foreign Corrupt Practices Act - Lei contra Atos de Corrupção no Exterior (FCPA, na sigla em inglês).
Caso a condenação se efetive, e o valor não seja pago, a empresa fica sumariamente afastada do acordo de globalização corporativa e impedida de negociar ADRS na Bolsa de Nova York.
Se tal condenação for imposta nos EUA, investidores "minoritários" promoverão enxurradas de ações judiciais pedindo ressarcimento de prejuízos.
Multas pesadíssimas também podem ser aplicadas, em caso de condenação, aos dirigentes da empresa. Condenados criminalmente lá fora, ficam passíveis de prisão se deixarem o território brasileiro. Integrantes da informal "Associação de Juízes
Anticorrupção" esperam convencer especialistas norte-americanos que existe a possibilidade concreta de o Conselho de Administração da Petrobras, do qual fazia parte a presidente Dilma Rousseff, e do Conselho Fiscal, também serem incriminados nos EUA, junto com o corpo de executivos  ( todos com seus diplominhas, mestrados e um segundo idioma na bagagem, e dai?)da Petrobras.
Esta é a grande dúvida dos processos civis e criminais tocados com apoio do Departamento de Justiça dos EUA contra a Petrobras.
Ontem, por força legal e de mercado, a Petrobras foi obrigada a informar ter recebido, no dia 21, uma notificação da Securities and Exchange Commission (SEC), órgão regulador do mercado de capitais norte-americano, requerendo documentos sobre a operação Lava-Jato.
A estatal de economia mista garantiu que eles serão enviados após o trabalho com o escritório nacional Trench, Rossi e Watanabe Advogados e com o americano Gibson, Dunn & Crutcher, já contratados para fazer investigação interna independente.

Na recente conversa com altos diplomatas dos EUA com Dilma Rousseff, durante o G-20 na Austrália, a Presidenta brasileira foi advertida de que a situação era delicada, porque a Petrobras era alvo de investigações pelo departamento de Justiça e da Securities and Exchange Commission – a SEC.

Os norte-americanos reclamam, sobretudo, da "falta de humildade" de Dilma para tratar do assunto que envolve diretamente o nome dela, já que foi presidente do Conselho de Administração da Petrobras na gestão Lula da Silva. Dilma e outros membros dos
Conselhos de Administração e Fiscal correm risco de processo.

Mesmo risco das empresas de auditoria PriceWatherhouseCoopers e KPMG Auditores Independentes que assinaram balanços da estatal, sem qualquer ressalva, durante o período investigado pela Lava Jato – e agora, também, pelos norte-americanos.

O pavor dos corruptos brasileiros aumenta porque os investigadores dos EUA prometem fazer um pente fino em operações de subsidiárias e coligadas.
 
Um magistrado brasileiro, membro da "AJA", ironiza: "A Presidenta Dilma tem toda razão. Não vai ficar pedra sobre pedra"..



                                                

Lula já escolheu quem sucederá Dilma Roussef em 2018.

Pimentel, o escolhido


Rep/ACS
Com a idade avançada – terá 74 anos em 2018 – e a saúde a cada dia mais comprometida – trata recaída do câncer no baço sigilosamente com medicamento forte – Luiz Inácio Lula da Silva começa a pensar desde já num sucessor da Era Dilma Rousseff se não tiver forças para se candidatar daqui a quatro anos. Seu sonho é voltar à Presidência e ficar mais oito anos. Mas não depende só dele.
Daí Lula revelar para os petistas mais próximos, há poucas semanas, que o escolhido para o Plano B é o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel. E tudo só depende do próprio governador. Caberá a ele fazer uma boa gestão no segundo maior colégio eleitoral do País que sua estrela ascenderá no partido, com as bênçãos do padrinho fundador. E da própria Dilma, de quem Pimentel é amiga e confidente de décadas.
Todo o cenário converge para o nome de Pimentel. Lula cansou das derrotas de Marta Suplicy e Aloizio Mercadante em São Paulo ( honrando suas tradições republicanas). Nomes novatos que surgiriam como trunfo o decepcionaram. Lindbergh Farias teve resultado pífio na eleição para o governo do Rio e é suspeito de figurar na lista da propina de Paulo Roberto Costa (ex-Petrobras). Alexandre Padilha foi um fiasco na disputa pelo governo de São Paulo e, na capital, o prefeito Fernando Haddad patina na reprovação popular.
Elevar Pimentel a presidenciável é estratégico também se o adversário for o ex-governador Aécio Neves. Conta com a  possibilidade de derrotar o tucano pela segunda vez seguida em seu próprio Estado.