quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

O separatismo gaúcho é uma piada.

                                                                                                                                                   

Quando a eleição terminou, e Dilma conseguiu mais um mandato e impulsionou uma horda de bárbaros, clamando pela secessão, deixando somente as regiões Nordeste/Norte sob comando do PT. Contudo, é importante lembrar alguns fatos antes de analisarmos essa proposta dos separatistas. Primeiro, o PT teve mais votos no Sul e por incrível que pareça no Sudeste do que no Nordeste, foram mais de 2 milhões de eleitores de frente. Segundo, dois estados do Sudeste deram mais votos a Dilma  Rio de Janeiro e Minas.Por favor não culpem somente o  Nordeste, pelo nosso atraso.
Vamos lembrar que a política empresarial do Sul assim como a do Sudeste foi em grande parte financiada pelo Estado ( impostos.como todo nhambiquara diz meu dinheiro jamais quero o dos outros) Em outras palavras, dinheiro foi retirado do bolso dos pagadores de impostos para fortalecer o parque industrial da região, principalmente de São Paulo. Isso continua até hoje. De cada R$3 que o BNDES empresta a juros subsidiados, R$1 fica no sudeste. Em outras palavras, o dinheiro sai do bolso dos cidadãos das outras regiões, em especial a Nordeste, e vai parar no bolso de capitalistas compadres do poder, como o “classe média” Eike Batista.
Vamos ao sul?
Como se não bastasse, o Rio Grande do Sul também é conhecido por ter o movimento separatista mais forte do Brasil, reforçando a imagem de que o gaúcho “renega” a cultura brasileira e possui uma identidade distinta. Fora das peculiaridades locais, da cultura e tradição, há um aspecto nacional entretanto que une gaúchos a todos os brasileiros: instituições pautadas pela defesa inveterada do Estado, pelo extrativismo e pelo corporativismo na economia.ou seja atrasados de cor branca
A europa brasileira como gosta de se identificar , graças apenas a aparência de sua população e não pela sua conduta civilizatória,a cultura política dos gaúchos ainda é marcada pela figura de Leonel Brizola, que governou o estado entre 1959 e 1963, pouco antes do estado começar a enfrentar um problema que seria constante durante 4 décadas: o descontrole nas contas públicas. Nos últimos 43 anos, o governo gaúcho gastou menos do que arrecadou em apenas 7.
Quem leu o noticiário dos últimos dias sabe que a conta da farra chegou em 2015-16: o atual governador, teve que parcelar o salário dos funcionários públicos e a crise no estado é ainda pior que a que atinge todo o país. Agora a instabilidade é a regra. Mas como se chegou a esta situação?
A história é didática e traz alerta a todos os brasileiros.
RS tem dois bancos estatais (o maior deles é o Banrisul, fundado por Getulio Vargas em 1928, quando era governador) e durante muito tempo, os governadores utilizaram “seus” bancos para financiar os gastos públicos e mascarar déficits por meio de inflação e criação de moeda.
A prática pode soar estranha aos brasileiros de hoje, mas era bastante comum antes do Plano Real e ajuda a explicar o caos inflacionário dos anos 70 a 90. Por décadas, as contas foram maquiadas pelos bancos estaduais, e o uso dela no Rio Grande do Sul transformou o estado no mais endividado do país.
Durante as reformas econômicas dos anos 90, o Governo Federal tentou resolver a situação. No início do processo que culminaria na criação do que se chamou de“tripé macroeconômico”, o então presidente FHC renegociou as dívidas estaduais, substituindo diversos títulos públicos “podres” por uma dívida única com o governo federal. Em troca, os estados deveriam comprometer 13% de sua arrecadação para pagar a dívida durante 30 anos.
Depois da renegociação, seria esperado que os governadores controlassem a causa central do problema: os gastos desenfreados. Mas o que se viu no Rio Grande do Sul foi o oposto. O governo estadual tentou enfrentar o déficit público por diversas vias: aumento de impostos, combate a sonegação, corte de investimentos, congelamento de novas contratações e, claro, mais endividamento! Mas sem cortar o mal pela raiz, a conta obviamente chegaria, e chegou em 2015.
Para se ter uma ideia da situação enfrentada pelo atual governo, o déficit deste ano está estimado em 13% do orçamento – ou seja, em valores nominais, o governo vai gastar R$5,4 bilhões a mais do que arrecada. Boa parte pode ser explicada por uma característica peculiar do governo gaúcho: trata-se do único governo estadual que gasta mais com a herança de gestões passadas do que com políticas que visam o presente ou o futuro. Os gastos com previdência chegam a 29% do orçamento, as pensões estão em 7% e a dívida em 14,7%.
previdência pública estadual é de longe o quadro mais crítico e o que levanta maior alerta para o Brasil. O número de aposentados e pensionistas é maior do que o de funcionários na ativa. O resultado pode ser resumido nesta estatística assustadora: o déficit da previdência gaúcha, sozinho, custa mais do que a soma de todos os investimentos em educação, saúde, segurança, infraestrutura, esporte, lazer e cultura.Isto porque baseados em fisionomias se acham europeus.
Por conta disso, o Rio Grande do Sul é o estado que menos investe no país, em relação a sua receita. A situação agrava ainda mais os problemas enfrentados pela própria economia gaúcha e faz do RS o estado que menos cresceu nos últimos 15 anos (dado também decorrente de secas e quebras de safra, já que a agricultura e a indústria ligada a ela correspondem por 1/3 do PIB estadual).
A explicação para o descontrole nas contas públicas estaduais,  está em uma questão mais profunda: trata-se de uma opção política.

As lições para o Brasil

O Rio Grande do Sul é o mais perfeito exemplo do como os políticos agem para preservar antes de tudo a si mesmo, deixando a sociedade em segundo plano. Na situação atual, não é raro encontrar aqueles que se referem ao e ex-governador Tarso Genro como “aquele que pelo menos pagava em dia”, numa clara alusão de que a relação com o funcionalismo é o parâmetro a se avaliar um governo. Se o salário dos funcionários públicos está aumentando e em dia, tudo bem, ainda que isso prejudique todos o “resto” dos gaúchos e até mesmo os próprios funcionários no longo prazo.
A conta pode demorar e ser empurrada com a barriga, mas ela sempre chega.
Muitos negam a crise, creditam a situação atual a uma tentativa do atual governador de vejam isso forçar privatizações, aumentos de impostos e medidas nesta linha, mas a única certeza que podemos ter a respeito é a de que, quando um governo gasta mais do que arrecada, ele vai falir (e tentará levar toda sociedade junto).
A população brasileira é mais jovem que a gaúcha, mas está envelhecendo e as regras da previdência seguem sem fazer o menor sentido econômico, especialmente quando se trata de funcionários públicos. No plano nacional, os cerca de 935 mil aposentados e pensionistas do serviço público geram um déficit anual de R$ 62 bilhões, enquanto os outros 28 milhões de aposentados do INSS geram um déficit que equivale a pouco mais da metade.
Boa parte da classe média brasileira estuda para concursos públicos porque o governo paga bem, dá estabilidade e tudo aquilo que todo mundo conhece, mas a “república dos concurseiros” tem um custo. Quando eu digo que o Brasil não corre o menor risco de dar certo, é por saber que no futuro próximo nenhum político vai querer desarmar essa bomba para não ter que enfrentar o chororô.
Ou o Brasil inteiro aprende que nada que o governo oferece é gratuito e que não dá para ser irresponsável com os gastos públicos, ou a próxima geração de brasileiros entrará no mercado de trabalho tendo que pagar 60% de carga tributária sem receber quase nada de volta. A outra solução é aprovar uma lei revogando a matemática.
                                                      O sul é o teu país ?
                                                                      

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Israel um oásis para o povo eleito pelo Criador.

Israel um oásis para os judeus de todas as nacionalidades

Israel 67 anos

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Israel é minúsculo país, com apenas 22.072 km² (menor do que o estado de Sergipe e ainda tendo 60% deste total ocupado por deserto) e 8,1 milhões de cidadãos (sendo 75,3% judeus). Para você ter uma ideia, os 22 estados árabes possuem 350 milhões de habitantes, enquanto os 60 países islâmicos já somam 1,2 bilhão de seguidores.
Se os números são desproporcionais, o desenvolvimento também é. Israel teve deflação de 0,2% em 2015; a economia cresceu 3,2% na média dos três últimos anos; o país possui uma invejável renda per capita de quase US$ 35 mil e índice de qualidade de vida de 0,888 – um dos mais elevados do mundo. Considerada a “cidade que nunca para”, Tel Aviv conquistou recentemente o “Prêmio Mundial de Cidades Inteligentes”. Apesar de ser obrigado a investir cerca 10% do PIB na defesa do país, Israel é o país que mais gasta com pesquisa e desenvolvimento (P&D): são 4,4% do seu PIB, quase o dobro da média (2,4%) dos 34 países desenvolvidos que compõem a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico. Toda empresa multinacional de tecnologia do mundo tem um centro de P&D em Israel, incluindo Intel, IBM, Microsoft, Google, Facebook e Apple.
O país também possui mais empresas listadas na Bolsa Eletrônica “Nasdaq” do que toda a comunidade europeia junta, tem a maior porcentagem/per capita de computadores pessoais e ainda é um dos líderes globais em comunicações, ciências da vida, desenvolvimento de softwares e em cibersegurança. A comparação com o Vale do Silício, na Califórnia, é inevitável, já que possui o segundo maior número de companhias startups no mundo, logo depois dos Estados Unidos. Foram cientistas israelenses que criaram, por exemplo, o telefone celular (laboratório da Motorola), a tecnologia de chips para o processador Pentium (laboratório da Intel), o sistema de armazenamento de voz (“voice mail”), o primeiro programa antivírus para computadores e o ICQ, programa de comunicação instantânea pioneiro na Internet. Há três meses, a Apple inaugurou um centro de pesquisa e desenvolvimento em Israel, na cidade de Herzliya – o segundo maior da empresa no mundo e que está gerando mais de 700 empregos diretos. “Temos uma enorme admiração por Israel como lugar para fazer negócios”, afirmou na ocasião Tim Cook, CEO da Apple.
Apesar dos limitados recursos naturais ( ao contrario de gigantes geográficos que só produzem commodities), o intensivo desenvolvimento industrial e da agricultura ao longo das últimas décadas fez com que Israel se tornasse amplamente autossuficiente na produção de alimentos. Ele é reconhecido mundialmente por suas tecnologias de ponta em reuso, dessalinização e controle de perdas de água. É, também, o único país que terminou o século XX com mais árvores do que o iniciou. E o primeiro no ranking mundial/per capita, tanto em números de artigos científicos como em patentes de equipamentos médicos. Foi uma empresa israelense que desenvolveu o exame de sangue que permite diagnosticar ataques cardíacos por telefone; o primeiro sistema para detecção de câncer de mama isento de radiação e monitorado por computador; a primeira filmadora em forma de cápsula ingerível, que permite o exame do intestino delgado; e o diagnóstico de câncer e de disfunções digestivas.
Agora imagine um adesivo para o tratamento de diabetes que substitui a necessidade das injeções diárias; uma forma de diagnosticar câncer de pulmão apenas pela respiração, uma maneira de aplicar drogas para tumores usando a nanotecnologia ao invés da quimioterapia ou um dispositivo a laser do tamanho de um barbeador elétrico que alivia a dor e cura feridas no conforto de sua própria casa. Esses dispositivos já existem ou estão em fase de desenvolvimento. Entre os muitos judeus que têm contribuído significativamente para a humanidade, em todas as áreas do pensamento, estão Albert Sabin (vacina contra a poliomielite), Arthur Solomon Loevenhart (um dos responsáveis pelos medicamentos contra a sífilis), Selman Abraham (descobriu a estreptomicina, valorosa no tratamento da tuberculose), além de Albert Einstein (teoria da relatividade), Siegried Marcus (criou o motor à gasolina) e Sigmund Freud (psicanálise), só para citar alguns. Enfim, contando com apenas 0,2% da população mundial, os judeus já conquistaram 22% de todos os “Prêmios Nobel”.
Em termos educacionais, Israel também se destaca: possui o maior percentual em número de diplomas de curso superior e centros de referências em várias especialidades, como os institutos Technion (Tecnologia) e Weizmann (Ciências), além da Universidade Hebraica de Jerusalém, que está entre as 100 melhores do mundo. E quando o assunto é esporte, Israel disputa torneios com os países europeus, mas ainda assim faz bonito: o time Maccabi Tel Aviv já se sagrou campeão da “Copa Intercontinental”, foi vice-campeão mundial em 2014, quando perdeu para o Flamengo, e ganhou o campeonato europeu de basquetebol seis vezes (é o segundo clube com mais conquistas da Euroliga na história). Também foi a primeira equipe europeia a vencer uma equipe da NBA em solo norte-americano. Por outro lado, a “Macabíada”, principal evento esportivo do mundo judaico, é o terceiro maior do mundo em número de atletas. Nas competições individuais, porém, uma surpresa: o campeão mundial Gary Gasparov, considerado o “Rei do Xadrez”, revelou que, apesar da fama, já foi discriminado por ser judeu.
Por sua riquíssima cultura milenar, Israel tem muitos motivos para ser aplaudido de pé, seja na música, na dança e na criatividade. É inacreditável como há alguns anos realiza o “Festival de Ópera” em… Massada – local que é um monte rochoso, palco de uma batalha histórica. Fica a cerca de 520 metros acima do Mar Morto, ou seja, seria totalmente impróprio para qualquer tipo de evento. Por outro lado, no cinema, são judeus cineastas como Steven Spielberg, atores do porte de Michael Douglas e Barbra Streisand, e humoristas que inspiraram novas formas de fazer comédia, como os Irmãos Marx, Charles Chaplin, Jerry Lewis, Woody Allen e Jerry Seinfeld. Talvez você não saiba, mas dois judeus, Jerry Siegel e Joe Suster, criaram o Super-Homem; um judeu, Bob Kane, inventou o Batman; e Stan Lee, o mais famoso autor do mundo dos quadrinhos, também judeu, é o responsável por personagens como Hulk e Homem-Aranha. E tem mais: o Capitão América foi desenvolvido pelos judeus Joe Simon e Jack Kirby.
No quesito política, Israel se orgulha da democracia e pluralidade, absorvendo as mais variadas ideologias, etnias, credos, gêneros e religiões. Os árabes ( para os radicais que querem seu extermínio), por exemplo, são a terceira maior força no Parlamento, possuindo 14 cadeiras de um total de 120, assim como as mulheres têm voz ativa, com 29 representantes. E por falar nelas: há uma “Miss Israel” negra (etíope) e uma líder religiosa lésbica. Já a jornalista árabe-muçulmana Lucy Aharish, acenderá uma das tochas na cerimônia no “Dia da Independência”, que este ano acontecerá em Jerusalém. No país, todos os grupos são respeitados e acolhidos:
O respeito à diversidade é uma das características do povo judeu, eternizado com a criação do Estado Judeu. O brasileiro Osvaldo Aranha foi quem “bateu o martelo”. Outro nome importante na história política brasileira foi o do jornalista judeu Vladimir Herzog – encontrado morto nas dependências do 2ª Exército. Hoje temos um embaixador de Israel no Brasil de origem drusa e, este ano, nas comemorações do “Dia Nacional da Imigração Judaica” (18 de março), haverá uma homenagem ao senador Aarão Steinbruch, já falecido, autor da lei que criou o “13º salário”, sancionada pelo então presidente João Goulart em 1962. O parlamentar também foi o “pai” da aposentadoria por tempo de serviço.
Mas o relevante papel de judeus na construção da sociedade brasileira data muito antes disto. Em 1412, o infante D. Henrique, ao fundar a Escola de Sagres, trouxe o judeu Iehudá Crescas para ensinar aos pilotos portugueses fundamentos da navegação, produção e manejo de cartas e instrumentos náuticos. Mais tarde, outros judeus colaboraram, como José Vizinho, mestre Rodrigo e Abraham Zacuto, que planejou a viagem de Vasco da Gama às Índias. Sua contribuição possibilitou as viagens transoceânicas e as descobertas marítimas de Portugal. Na frota de Cabral, viajaram como conselheiros pelo menos dois judeus: Mestre João, para pesquisas astronômicas e geográficas, e Gaspar de Lemos (ou da Gama), que foi considerado corresponsável pelo descobrimento. Segundo alguns historiadores, o próprio Cabral, originário de Belmonte, conhecida cidade de marranos, teria origem judaica. Em 1503 o judeu Fernando de Noronha liderou um grupo de judeus portugueses que apresentou a D. Manuel a primeira proposta de colonização do novo território.
Com o passar dos anos, muitos hábitos, provérbios e até mesmo superstições judaicas se incorporaram à cultura popular brasileira, como as expressões “ficar a ver navios”, “vestir a carapuça” e “passar a mão na cabeça” – esta última relacionada ao ato judaico de abençoar alguém colocando as duas mãos sobre sua cabeça ao mesmo tempo em que se pronuncia uma breve oração em hebraico. Outras curiosas contribuições de origem judaica, desta vez na culinária, foram a carne de sol e a tapioca. No entanto, com as perseguições, muitos judeus precisaram esconder essa condição e alteraram seus nomes para não serem denunciados, torturados e mortos. Os chamados “cristãos-novos” passaram a se chamar, por exemplo, Alves, Andrade, Alencar, Amaral, Aguiar, Arruda, Bezerra, Brito, Botelho, Cabral, Carvalho, Cardoso, Costa, Duarte, Fonseca, Figueiredo, Gomes, Linhares, Machado, Mendes, Oliveira, Pinto, Pereira, Rodrigues, Santos, Silva, Soares, Vasconcelos, Viana, Vieira, entre tantos outros, cujos descendentes se espalharam por todo o território nacional.
Hoje, o Brasil recebe tecnologia de ponta israelense para a agricultura do nordeste brasileiro e expertise em segurança para ser aplicada na segurança de grandes eventos. Os países possuem parceria econômica, inclusive no Mercosul; intercâmbios educativos, como o projeto “Ciência sem Fronteiras”, que tem a participação de muitos israelenses; programas do Instituto Weizmann de Ciências, que leva brasileiros para cursos especializados em Israel; e concursos sobre o Holocausto, promovidos por entidades judaicas que premiam professores e estudantes das escolas públicas. Além disto, a comunidade judaica atua em variados programas solidários, como o que o Hospital Israelita Albert Einstein desenvolve na Comunidade de Paraisópolis (São Paulo), que beneficia 6 mil moradores com atendimento médico de vanguarda, atividades socioeducativas e assistência biopsicossocial.
Enfim, a terra é árida, e mesmo assim Israel se destaca em questões agrícolas. Não há recursos, e o país desenvolveu alternativas para o combustível. Está cercado por inimigos, e sua tecnologia militar é usada como fonte de inspiração para empresas inovarem… Mundo barbaro: deixe Israel viver. Deixe os judeus ajudarem a construir um mundo melhor. A humanidade consciente agradece!
                                                                              

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

O brasileiro e a sua religião a estatolatria.



                                                                                  
Boa parte da população ainda tem a mentalidade de que precisamos de burocratas gerenciando nossas vidas por meio de um estado-babá muito presente na economia.  Ainda predomina a mentalidade de que um burocrata sentado em Brasília, munido de uma caneta, é capaz de saber melhor o que pode funcionar para todos os indivíduos de todos os cantos do país do que todo o conhecimento que está disperso pela sociedade dentro da mente da cada indivíduo.
E a consequência dessa tutela é a perda da autonomia, da liberdade, do dinamismo e da capacidade empreendedorial.
Além disso, e para piorar, há os grupos empresariais e sindicais de sempre, que estão em um confortável conluio com o poder, e que têm todo o interesse de manter a atual máquina de Brasília operando intocada.
E não bastasse toda esta fonte de atraso ainda temos a indústria do carimbo, que ainda é muito resiliente.  E isso decorre dos grandes grupos de interesse já encastelados no poder, que ganham com o atual arranjo de criar dificuldades para vender facilidades.  A própria existência de cartórios é boa para empresas já estabelecidas, pois dificulta o surgimento de novos concorrentes. Será muito difícil mudar isso se ainda tivermos a mentalidade de que precisamos desse tipo de controle.
Ao passo que na Suécia e nos EUA qualquer um pode autorizar e registrar uma cópia — nos EUA, o notário público normalmente é um farmacêutico —, aqui no Brasil a mentalidade cartorial segue firme a despeito de todo o avanço tecnológico já vivenciado pelo mundo.
Para resolver o atual descalabro, não basta apenas "colocarmos um dos nossos em Brasília".  Mesmo que um genuíno libertário assuma a presidência, se a mentalidade da população ainda for estatista, nenhuma reforma poderá ser feita.  Não haverá clamor popular por tais reformas.
Uma analogia que, retrata bem esse problema, seria a de tentar infiltrar uma pessoa boa e honrada no PCC (Primeiro Comando da Capital) com o intuito de tornar aquela quadrilha uma organização de pessoas boas e decentes.
O que irá acontecer, nesse caso, é que, ou essa pessoa boa irá se corromper e irá se tornar mais um membro da quadrilha, ou ela simplesmente pedirá para sair.
Com o estado, o raciocínio é o mesmo.  O estado tem a sua própria lógica — a lógica de manter o poder, de usar verbas para proveito da máquina, de fazer acordos de favorecimento a grupos de interesse — e essa lógica só poderá ser mudada de fora para dentro, por meio de mudanças na mentalidade da população.
Sobre a questão dos programas sociais, existem alternativas não-estatais que funcionariam de maneira muito mais eficaz.  Se, em vez de ter seu dinheiro confiscado por impostos, você tivesse a opção de doar seu dinheiro para ONGs auditadas pelo mercado, o cidadão muito provavelmente escolheria uma ONG cuja auditoria independente revelasse que 95% do dinheiro doado realmente chega a quem precisa (ao contrário do modelo estatal, em que 95% é desviado e vai parar nos bolsos de que não precisa), e provavelmente você escolheria uma ONG que trabalha na sua comunidade, de modo que você passaria a ter mais responsabilidade e mais poder de fiscalização e cobrança.
Portanto, mesmo na questão da rede social, há alternativas não-estatais que trazem de volta a questão de responsabilidade individual.  É muito mais importante devolver ao cidadão a responsabilidade por resolver os problemas sociais do que deixar tudo nas mãos de Brasília.
Os ideais do livre mercado, do voluntarismo e de livre cooperação esta entre os indivíduos.e não nas maõs de burocratas acreditem nisso.  

                                          Me parece que surge uma direita civilizada no país
                                                                           

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Olavo de Carvalho versus Reinaldo Azevedo, dividir para reinar.

Há modos de discordar das pessoas. Bolsonaristas o classificam como tucano Olavistas também porém pode-se ser muito duro qualificando o debate e o interlocutor. Mas, para tanto, é preciso que a nossa atenção esteja voltada para o objeto em análise e, no caso de um mestre, para os que podem aprender com a experiência. Desde quando a vaidade do pregador conduziu a um bom lugar? Eu poderia classificar essa pergunta de um “princípio elementar das ideias bem-sucedidas”

Olavo de Carvalho enviou o seguinte comentário sobre o colunista Reinaldo Azevedo:
Dividir a direita em “democratas” e “golpistas” é um simplismo indigno da sua inteligência, caro Reinaldo. Ademais, é um princípio elementar de ciência política não julgar movimentos políticos somente pelos “valores” que eles dizem representar, – isto é, pela imagem que buscam ostentar –, mas pela substância das suas ações e pela qualidade da sua estratégia. Escreverei algo mais detalhado sobre isso, e espero que possamos trocar umas ideias a respeito.

Reinaldo Azevedo respondeu:
A área de busca do meu blog é bastante eficiente. Coloquem lá o nome “Olavo de Carvalho”, sem aspas, e vocês verão o que vem. Mesmo divergindo, sempre expressei meu reconhecimento a seus dotes intelectuais. E o defendi, sim, de ataques que considerei injustos. Olavo pode passar a dizer o que quiser a meu respeito. Mas nunca terá uma vírgula a opor à minha fraterna lealdade. Nem ele nem ninguém. Nem os que me amam nem os que me odeiam, ainda que por pragmatismo. Que empreste agora o peso do seu nome para correntes que buscam me desqualificar dá testemunho do que ele decidiu fazer dessa lealdade. Isso é com ele. Constato um fato.

Mas não se espere uma guerra. Não vou cair nessa. Tenho mais o que fazer. E Olavo também. Seus ataques a lideranças de grupos pró-impeachment já haviam chegado a mim. Ignorei o assunto porque as pessoas a que ele se refere dispõem dos próprios meios e de competência para responder — se julgassem conveniente. Rompi o silêncio quando vi meu nome tragado pela baixaria dos acólitos.
Escreve Olavo: “É um princípio elementar da ciência política…”. Bem, Olavo, tal assertiva não é igualmente digna da sua inteligência. É uma tática elementar da tentativa de desqualificação do outro transformar uma opinião ou uma platitude num “princípio elementar”, como se o oponente já estivesse vencido no debate antes mesmo de começar. Afinal, se o sujeito ignora que dois mais dois são quatro, as suas considerações sobre aritmética já estão prejudicadas. Sugiro que você releia “Como Vencer um Debate Sem Ter Razão”, de Schopenhauer. Há uma edição excelente, com comentários muito lúcidos de um certo… Olavo de Carvalho.
Olavo sabe muito bem que isso não é “princípio elementar” de coisa nenhuma. Ele apenas procurou me atribuir o que não escrevi. Não julguei nem julgo o MBL e o Vem Pra Rua apenas a partir do juízo que fazem de si mesmos. Ao contrário: já demonstrei apreço pela substância, sim, de suas ações. E por sua estratégia. E, nesse particular, eu e Olavo divergimos radicalmente.
Mas não é só divergência. Lamento profundamente os termos a que ele tem apelado para se referir aos rapazes e moças do movimento. Seus livros evidenciam que ele é capaz de muito mais. Não serei eu a propor a Olavo, aos 68 anos, que cuide da sua “De Senectude”, como, aos 54, já cuido da minha. Ah, Olavo! Você se fez professor de filosofia. Chegou a hora de aprender a ser mestre. E o bom mestre não é feito pelos discípulos. Os bons discípulos é que são feitos pelos mestres. Eu poderia chamar isso de um “princípio elementar da convivência civilizada”. Mas é só uma opinião.
Há modos de discordar das pessoas. Pode-se ser muito duro qualificando o debate e o interlocutor. Mas, para tanto, é preciso que a nossa atenção esteja voltada para o objeto em análise e, no caso de um mestre, para os que podem aprender com a experiência. Desde quando, Olavo, a vaidade do pregador conduziu a um bom lugar? Eu poderia classificar essa pergunta de um “princípio elementar das ideias bem-sucedidas”. Mas, de novo, é só uma opinião.
Sempre preferi que Olavo estivesse participando do debate público, não o contrário. Na medida das minhas possibilidades, sempre procurei dar visibilidade às vezes em que contribuiu para elucidar conceitos, posições, contraposições. Mas, a partir de certo ponto, ele perdeu a mão. E resolveu emprestar seu nome a depredadores do debate civilizado.
Pretendo esgotar aqui essa questão. Olavo não é notícia. Eu não sou notícia. O MBL, o Vem Pra Rua e outros movimentos é que estão por aí, afrontando as dificuldades para fazer valer alguns princípios civilizatórios. Já concordei com eles. Já discordei deles. Mas faço uma coisa e outra qualificando-os como interlocutores, não o contrário. E os defendi, sim, da baixaria, como já fiz antes quando o próprio Olavo de Carvalho era o alvo. Ou não fiz, Olavo?
E, por óbvio, Olavo não me deve nada por isso. A não ser o respeito devido a pessoas das quais discordamos, quando reconhecemos que estão na luta das ideias de boa-fé.
Olhe pela janela, Olavo… Os adversários reais ainda estão entre os girassóis. Depois se volte para os lírios, que não fiam nem tecem. São citações, como você sabe. Não servem para excitar a fúria circense dos Bolsonaros da vida.
Você pode muito mais.
                                                           50 minutos que valem a pena
                                                                                     
                                                                                      

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Black power X White power

                                                                         


                                                                          
                                     Por que podemos enaltecer o Black Power e não o White Power, devem se perguntar muitos? Ao contrário do que muitos afirmaram durante os polêmicos debates sobre o gesto controverso de Philip Anselmo no Dimebash de 2016, 
 
                           Vamos trazer dois pontos da história dos Estados Unidos. 

1- Guerra Civil Americana:

Após a Segunda Revolução Industrial na Europa, entre 1850 e 1860, houve um candidato à presidência dos EUA chamado Abraham Lincoln que almejava o desenvolvimento industrial em todo o território americano. Isso incomodou alguns estados que viviam da economia agrícola, e por consequência, da escravidão como recurso fundamental dessa economia. Esses estados se uniram em um movimento separatista contra a industrialização e contra o fim da escravidão negra. Essa turminha era chamada de Confederação, ou Estados Confederados, e era composta por Alabama, Carolina do Sul, Flórida, Geórgia, Louisiana, Mississipi e depois Texas. Quando Lincoln finalmente se tornou presidente, foi declarada a guerra da Confederação contra o resto dos EUA. É a famosa Guerra da Secessão, ou Guerra Civil Americana. A Confederação perdeu e a escravidão negra finalmente foi ilegalizada e abolida no país.

2 - O Movimento Black Power:

Após o fim da escravidão nos EUA os negros não foram simplesmente se misturando com resto da população. Os americanos, principalmente os que pertenciam àqueles estados do sul, a antiga Confederação, não toleravam a presença de negros. O negros, embora livres, eram maltratados, marginalizados, humilhados em público e completamente segregados. Eles não podiam usar os mesmos banheiros que os brancos, não podiam frequentar os mesmos lugares como escolas, transportes públicos e estabelecimentos em geral. O negro era visto como um bicho pelos brancos. Organizações racistas foram criadas nessa época com o objetivo de pregar a supremacia branca, como a Ku Klux Klan por exemplo.

O movimento Black Power apareceu no final da década de 1960 com o objetivo de promover movimentos culturais negros. Isso foi uma forma de auto-afirmação do negro. Uma forma de se valorizar e mostrar que são tão humanos quanto qualquer branco, porque estavam cansados de serem inferiorizados pelos racistas. Foi um movimento importante na busca pela igualdade, e pelos direitos civis dos negros. Mas o objetivo AINDA não foi atingido.

Até hoje os negros são marginalizados e discriminados nos EUA, sobretudo no Sul, onde ainda vive o sentimento separatista da Confederação, e os negros são maltratados, agredidos e mortos. A expressão Black Power ainda precisa existir. Ainda se faz necessário algo que levante a cabeça dos negros perante as dificuldades geradas pelo racismo no dia a dia.

Todas as comunidades que são marginalizadas pela sociedade buscam criar movimentos que exponham o seu orgulho e a sua humanidade.

E quanto ao White Power?

White Power é o nome dado a grupos simpatizantes do neonazismo e da supremacia branca. Existem no mundo inteiro com certas variações ideológicas. No caso do sul dos EUA existe o grupo White Power cujos membros são admiradores dos Skinheads alemães e eventualmente exercem atividades de agressão física a negros e imigrantes. Estes grupos estão diminuindo aos poucos e suas atividades estão menos constantes, mas o espírito White Power ainda vive em muitas pessoas que sonham em criar um mundo "purificado" pela raça branca supostamente superior.

Agora vamos juntar Philip Anselmo, a Confederação, o Black Power e o White Power em um único contexto.

Philip Anselmo é um ídolo do Heavy Metal e uma figura fortemente admirada por uma comunidade que, mais do que qualquer outra, tem muito orgulho do gênero musical que ouve. Está imortalizado graças aos feitios do Pantera nos anos 90.

Quando uma figura icônica como Philip Anselmo grita publicamente White Power enquanto faz a saudação nazista, dá uma força renovada para os grupos declaradamente racistas e seus simpatizantes. Fazendo isso Phil revigora o racismo que foi combatido às custas de tanto suor e sangue e se torna um símbolo para o movimento White Power. Um símbolo vivo e que não tem medo de enfrentar críticas. Torna-se um verdadeiro líder.

Ao mesmo tempo, joga anos e anos de luta pela igualdade negra no ralo!

Não podemos ignorar também o fato de que Philip Anselmo é reconhecido internacionalmente e graças a este último evento a força racista vai se ouriçar no mundo inteiro, inclusive aqui no Brasil.

Já vimos muitos indícios de racismo no Pantera. O amor declarado à bandeira dos Estados Confederados e o próprio espírito separatista exacerbado como pudemos ver em seu quarto álbum, The Great Southern Trendkill (Os grandes Matadores do Sul), além de outras declarações abertas feitas há muito tempo que foram deixadas pra lá. Phil em uma entrevista antiga disse que tinha muito orgulho da cor de sua pele. Não me parece coincidência que todos os integrantes do Pantera tenham nascido nos estados que pertenciam à Confederação. Me esforço para não generalizar, mas os casos de agressões e assassinatos sob a ideologia da bandeira separatista não são raros naquela região.

Então vamos refazer a pergunta. Por que podemos enaltecer o Black Power e não o White Power?

O Black Power é um movimento que busca uma igualdade ainda não conquistada pelos negros. Atua levantando a auto-estima de quem sempre esteve por baixo.

O White Power é um movimento que busca aniquilar qualquer raça que não seja a branca. Prega o pensamento de que brancos são superiores e que devem prevalecer.


É uma luta protagonizada por negros, que deve ser apoiada por brancos. para que um dia tenhamos uma sociedade mais justa. 


Philip Anselmo errou ,estava bêbado,deve ser dado a ele o benefício generoso do perdão  É preciso mostrar generosidade porém dizer que este tipo de postura não é  a mais adequada para um artista ou para qualquer cidadão..

                                     Phil Anselmo e sua demonstração humilde de desculpas
"Para todos aqueles que tenham interesse. Cada cidadão deste mundo tem o direito inalienável de viver com dignidade e respeito sem sofrer ódio ou opressão. Digo isto do fundo do meu coração que está destroçado mas, ainda assim, carrega toda a culpa.
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É de comum acordo que podemos escolher entre aprender com nossos erros ou persistir sendo insensíveis. Sou totalmente responsável pelos erros que cometi, e posso garantir que não acontecerão mais mediante minhas ações, e não somente minhas palavras.
Meus colegas de bandas estão sofrendo as consequências desse meu comportamento, e eu publicamente peço desculpas a eles. Nunca em minha vida vou querer que afundem junto comigo, então eu sugeri que eles sigam sem mim.
Meus maiores problemas estão nos excessos relacionados à bebida, que me fazem agir de forma estúpida, repulsiva e falar besteiras típicas do espírito humano. Vou lidar com estes problemas. Sinto repulsa pelos meus atos, e os transtornos que estou passando são justificados pelas mágoas que causei.
Percebi que vivemos em uma sociedade onde as desculpas NÃO são aceitas facilmente, espero que isto mude um dia, mas também entendo que serei evitado enquanto estiver limpando esta sujeira que causei.
De todo meu coração e com toda a franqueza, novamente peço desculpas por toda a dor que causei.
Com sinceridade, amor, esperança e respeito-
Philip H. Anselmo"
                                                                                 

                                                                                 
                                                                                 

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

O papel dos Judeus na formação dos EUA.

                                                                                                                

                             Judeus tiveram papel fundamental na fundação dos Estados Unidos
Em 1492, Colombo foi enviado para descobrir uma rota marítima para a Índia e China. Ele foi enviado pelos monarcas espanhóis Fernando e Isabel, que haviam acabado de libertar a Espanha de 700 anos dos exércitos muçulmanos de ocupação.
                             A Espanha então forçou os judeus sefarditas a fugir.
Alguns judeus foram para o Império Otomano, e alguns foram para Portugal e então foram para Amsterdã. De Amsterdã, alguns judeus acompanharam, de navio, mercadores holandeses para a América do Sul, se estabelecendo na cidade de Recife. Em Recife, eles construíram a primeira sinagoga do continente americano, a Sinagoga Kahal Zur Israel.
Quando a Espanha e Portugal atacaram Recife, os judeus fugiram de novo.
Vinte três foram de navio para Port Royal, na Jamaica. Daí, no navio francês Sainte Catherine, eles chegaram em 1654 à Colônia Holandesa de Nova Amsterdã, se tornando os primeiros judeus da América do Norte.
O governador holandês Peter Stuyvesant tentou expulsá-los, mas eles tiveram permissão de ficar, pois a Companhia Holandesa das Índias Ocidentais na Holanda considerava a Espanha e Portugal seus principais inimigos, não os judeus ou outros dissidentes.
Os holandeses estavam numa disputa mundial com a Espanha e Portugal para possuir a Indonésia, a Índia, a África e a América do Sul, de modo que eles queriam rapidamente povoar a colônia da Nova Holanda para defendê-la e fazê-la dar lucro.
Em 1663, a Companhia Holandesa das Índias Ocidentais, embora estivesse estabelecendo oficialmente a fé reformada holandesa, instruiu Peter Stuyvesant com relação aos quacres “e outros membros de seitas”: “Precisamos favorecer a imigração… nesta fase inicial da existência do país. Portanto, você pode fechar seus olhos, pelo menos não forçando nada na consciência das pessoas, mas permitindo que todos tenham suas próprias crenças, enquanto se conduzirem de forma pacífica e de acordo com as leis, não afrontando seus vizinhos e não se opondo ao governo.”
Os judeus na Nova Amsterdã não tinham permissão dos anglo saxões, de fazer reuniões religiosas fora de seus lares nem de se juntar ao exército municipal que protegia a cidade.
Então, em 1664, exércitos britânicos assumiram o controle da Nova Amsterdã, mudando seu nome para Nova Iorque, e os judeus ganharam mais liberdade.
Em 1730, os cidadãos judeus de Nova Iorque compraram terra e construíram a pequena “Sinagoga da Rua Mill,” a primeira sinagoga da América do Norte.
Durante a era colonial, a população dos Estados Unidos aumentou para 3 milhões, com uma população judaica de cerca de 2 mil em sete congregações sefarditas:
·         A congregação Shearith Israel, na cidade de Nova Iorque, começou em 1655;
·         A congregação Yeshuat Israel, em Newport, Rhode Island, começou em 1658;
·         A congregação Mickve Israel, em Savannah, Georgia, começou em 1733;
·         A congregação Mikveh Israel, na Filadélfia, começou em 1740;
·         A congregação Shaarai Shomayim, em Lancaster, Pensilvânia, começou em 1747;
·         A congregação Kahal Kadosh Beth Elohim, Charleston, na Carolina do Sul, começou em 1749;
·         E a congregação Kahal Kadosh Beth Shalom, Richmond, Virgínia, começou em 1789.
Desde o terceiro século, o ensinamento do Rabino Samuel da Babilônia, de que “a lei da terra é a lei,” resultou em que os judeus se refreavam de tentar mudar sua situação política. A Guerra Revolucionária Americana foi a primeira vez desde o exílio deles de Jerusalém que os judeus lutaram ao lado de vizinhos cristãos como iguais na luta pela liberdade.
Mercadores judeus, como Aaron Lopez de Newport e Isaac Moses da Filadélfia, manobravam seus navios através dos bloqueios britânicos para fornecer roupas, armas, pólvora e alimento para os necessitados soldados revolucionários. Alguns mercadores perderam tudo.
Um número estimado de 160 judeus lutaram no Exército Americano Continental durante a Guerra Revolucionária, tais como o tenente Solomon Bush e Francis Salvador da Carolina do Sul, o primeiro deputado estadual judeu, que foi morto numa batalha da Guerra Revolucionária; Mordecai Sheftall de Savannah era vice-diretor do serviço de intendência para as tropas americanas, em 1778; Abigail Minis supria provisões para os soldados americanos em 1779; e Reuben Etting de Baltimore lutou e foi nomeado delegado federal para Maryland pelo presidente Jefferson, em 1801.
O Dr. Philip Moses Russell, médico judeu de George Washington, sofreu com ele no Vale Forge.
O presidente Calvin Coolidge relatou em 3 de maio de 1925: “Haym Solomon, financista judeu polonês da Revolução. Nascido na Polônia, foi feito prisioneiro dos exércitos britânicos em Nova Iorque, e quando escapou estabeleceu seus negócios na Filadélfia. Ele negociou para Robert Morris todos os empréstimos levantados na França e Holanda, empenhou sua fé e fortuna pessoal em prol de quantias enormes, e pessoalmente adiantou grandes montantes para homens como James Madison, Thomas Jefferson, Baron Steuben, General St. Clair e muitos outros líderes patriotas que testificaram que sem a ajuda dele eles não teriam conseguido avançar a causa.”
Em 1975, um selo postal dos EUA honrou Haym Solomon, com a mensagem: “O empresário, financista, corretor e herói Haym Solomon foi responsável por levantar a maior parte do dinheiro necessário para financiar a Revolução Americana e mais tarde salvou a nova nação do colapso.”
George Washington enviou cartas para a Congregação Judaica de Newport, Rhode Island, e de Savannah, Georgia, declarando: “Que a mesma Deidade operadora de maravilhas, a qual muito tempo atrás livrou os hebreus de seus opressores egípcios, os plantou numa terra prometida, cuja intervenção providencial foi nos últimos tempos evidente na fundação dos Estados Unidos como nação independente, continue a regá-los com orvalhos do céu.”
Judeus asquenazes eram poucos nos EUA até que uma perseguição na Bavária na década de 1830 resultou na imigração de muitos milhares.
O presidente Martin Van Buren enviou uma carta aos turcos otomanos muçulmanos pedindo-lhes que parassem de matar os judeus na Síria. Foi uma carta “em prol de uma raça oprimida e perseguida, que tem parentes que são alguns dos cidadãos americanos mais dignos e patriotas.”
David Yulee, “Pai das Ferrovias da Flórida,” foi o primeiro judeu eleito ao Senado dos EUA em 1845. Ele foi acompanhado em 1853 pelo senador Judah P. Benjamin da Louisiana.
O governador David Emanuel da Georgia foi o primeiro governador judeu de um estado dos EUA.
Em 1818, Solomon Jacobs foi prefeito de Richmond, Virginia.
Uriah P. Levy foi o primeiro comodoro judeu da Marinha dos EUA, lutando na Guerra de 1812 e comandando a esquadra do Mediterrâneo. Ele foi responsável por acabar com a prática de punição de chicote na Marinha. Uma capela em Annapolis e um destroier da 2ª Guerra Mundial ganharam o nome dele.
Quando a casa Monticello do presidente Jefferson estava caindo em ruínas, Levy a comprou em 1836, consertou-a e a abriu ao público. Ele comissionou a construção da estátua de Jefferson que está na rotunda do Capitólio dos EUA.
Samuel Mayer Isaacs, editor do jornal Jewish Messenger (Mensageiro Judaico), escreveu acerca dos Estados Unidos em 28 de dezembro de 1860: “Esta república foi a primeira a reconhecer nossas reivindicações de igualdade, com homens de quaisquer denominações religiosas. Aqui podemos nos sentar cada um debaixo de sua videira e figueira, sem ninguém para nos amedrontar.”
Em 1862, o jornal London Jewish Chronicle (Crônica Judaica de Londres) noticiou: “Agora temos algumas palavras dos judeus dos Estados Unidos em geral… Tendo a Constituição estabelecido perfeita liberdade religiosa, os judeus eram livres nos EUA… Eles… num tempo comparativamente curto, prosperaram e tiveram sucesso ali num grau que nunca aconteceu na Europa.”
Na época da Guerra Civil, a população dos Estados Unidos era 31 milhões, inclusive em torno de 150 mil judeus. Um número estimado de 7 mil judeus lutou no exército da União e 3 mil lutou no exército confederado, com cerca de 600 soldados judeus morrendo em batalha.
Os generais judeus da União eram: Leopold Blumenberg; Frederick Knefler; Edward S. Salomon e Frederick C. Salomon.
Os oficiais confederados judeus incluíam: Judah P. Benjamin, ministro da Guerra; coronel Abraham Charles Myers, general intendente; e o Dr. David Camden DeLeon, ministro da Saúde. O Dr. Simon Baruch, que era cirurgião, serviu na equipe pessoal do general Robert E. Lee.
O major Raphael J. Moses era o Oficial Comissário da Georgia e depois da guerra começou uma indústria de pêssegos na Georgia.
Enquanto que o primeiro capelão católico do Exército dos EUA foi nomeado durante a Guerra entre EUA e México, o primeiro capelão judeu foi nomeado durante a Guerra Civil, o Rev. Jacob Frankel, da Congregação Rodeph Shalom da Filadélfia.
Em 1 de março de 1881, o czar Alexandre II da Rússia foi assassinado e um pogrom começou contra os judeus, fazendo com que mais de 2 milhões fugissem para os EUA.
Em 1916, a população dos Estados Unidos era 100 milhões, dos quais 3 milhões eram judeus.

Durante a 1ª Guerra Mundial, o presidente Woodrow Wilson escreveu: “Enquanto que em países em guerra há 9 milhões de judeus, a maioria dos quais estão destituídos de comida, abrigo e roupas; expulsos de suas casas sem aviso… provocando fome, doença e sofrimento imensurável… o povo dos Estados Unidos ficou sabendo, com tristeza, dessa horrível situação… Proclamo 27 de janeiro de 1916 como dia para fazer contribuições, mediante a Cruz Vermelha Americana, para a assistência dos judeus assolados.”

    Exato fazem muito bem, diante de uma imprensa socialista pro palestinos.

                                                                       
E uma resposta de um rabino ao lanterninha de Igreja Edir Macedo que acha junto com seus fiéis vira latas que eles são a continuação de Israel 
                                                                                   

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Uma agenda igualitária ( esquerdista) que os Democratas adoram explorar

Quando você escuta falar em pobre americano, é esse mendigo que vem à sua mente? Então cuidado...
                                                                              

                          
Muito se fala por aí, especialmente nas hostes esquerdistas antiamericanas, que existem milhões vivendo na pobreza nos Estados Unidos. A julgar pelas estatísticas repetidas sem critério, os Estados Unidos seriam praticamente um país africano, ou no melhor dos casos… um Brasil da vida. Mas será que o pobre americano é mesmo como o pobre nordestino? Quando falamos em pobreza americana, o que está por trás desse conceito?
Infelizmente Donald Trump um espécie de tiririca milionário,tem um ranço nacionalista e até mercantilista, um lado bem populista e bufão, do tipo “eu bato na mesa, sou o cara e faço acontecer”, e que sua egolatria seria perigosa na presidência.
Dito isso, não resta dúvida: Trump está muito mais à direita de Hillary e companhia, entendendo direita aqui como o liberalismo econômico e o conservadorismo dos costumes. O que emerge ali é a defesa dos valores tradicionais que fizeram a América ser o sucesso que é, a defesa dos “pais fundadores”, de Ronald Reagan, e um duro combate ao “progressismo”, ao “welfare state” e ao governo Obama.
O que muitos, mesmo alguns liberais, ainda não se deram conta é de como o Partido Democrata hoje ficou mais radical em seu esquerdismo, como sua mensagem é cada vez mais anticapitalista e anti-individualismo, que se depender dessa turma, os Estados Unidos caminharão mesmo rumo a um típico modelo latino-americano fracassado. Basta pensar que Bernie Sanders, o coroa socialista que encanta a juventude boboca, vem crescendo e encostando em Hillary nas primárias do partido.
Mas isso tudo foi para dizer que a fonte do que vai abaixo, sobre o “pobre” americano,  vem do Heritage Foundation, o respeitado instituto conservador americano. Vejam o que um “pobre” americano possui, para ficar claro que muito da retórica sobre a pobreza é parte apenas de uma agenda igualitária que os Democratas adoram explorar de forma sensacionalista, para dar esmolas estatais e criar dependência:
  • 80% dos pobres têm ar-condicionado, enquanto em 1970 somente 36% de toda a população tinha ar-condicionado;
  • 92% dos pobres possuem microondas;
  • Quase três quartos têm um carro ou uma caminhonete, e 31% possuem dois carros ao menos;
  • Quase dois terços possuem TV a cabo ou satélite;
  • Dois terços têm um aparelho de DVD;
  • Metade tem um computador pessoal, e um em cada sete tem dois ou mais computadores;
  • Mais da metade das famílias pobres com filhos têm algum sistema de videogame, como o Xbox ou o PlayStation;
  • 43% têm acesso à internet;
  • Um terço possui uma televisão de plasma ou LCD de tela grande;
  • Um quarto tem um sistema de gravação de video, como o TiVo.
  • Obs: Claro não se trata dos homeless ou abandonados sociais.
A renda média familiar americana está em torno de $ 55 mil por ano, e para ser considerado um “pobre” a renda deve ser menos da metade disso. Ainda assim, estamos falando de $ 20 mil, que ao câmbio atual dá R$ 80 mil por ano, ou mais de R$ 6.500 mensais! Quanta miséria, não é mesmo? Um dos problemas está na enorme quantidade de mães solteiras, estimuladas pelas feministas e “progressistas”. Sem a ajuda de um marido em casa, a renda certamente é menor. Mas esse é outro problema, não fruto de qualquer incapacidade de o capitalismo gerar riqueza para todos (ou a imensa maioria).
Agora pergunto aos amigo tem alguma semelhança com a vida do típico pobre nordestino, com o favelado carioca ou com os miseráveis pelo interior do Brasil? Falar em pobre que tem tudo isso é, no mínimo, estranho. Mas é o critério usado nos Estados Unidos. Portanto, muito cuidado na próxima vez que você escutar alguém falando dos pobres americanos como se fossem pobres latino-americanos. Estará comparando bananas com laranjas, provavelmente com o intuito deliberado de detonar o capitalismo e propor mais e mais paternalismo estatal.                                                                             
              Doutrinas de um povo, que jamais teremos, poderíamos criar as nossas porque não?