terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Olavo de Carvalho versus Reinaldo Azevedo, dividir para reinar.

Há modos de discordar das pessoas. Bolsonaristas o classificam como tucano Olavistas também porém pode-se ser muito duro qualificando o debate e o interlocutor. Mas, para tanto, é preciso que a nossa atenção esteja voltada para o objeto em análise e, no caso de um mestre, para os que podem aprender com a experiência. Desde quando a vaidade do pregador conduziu a um bom lugar? Eu poderia classificar essa pergunta de um “princípio elementar das ideias bem-sucedidas”

Olavo de Carvalho enviou o seguinte comentário sobre o colunista Reinaldo Azevedo:
Dividir a direita em “democratas” e “golpistas” é um simplismo indigno da sua inteligência, caro Reinaldo. Ademais, é um princípio elementar de ciência política não julgar movimentos políticos somente pelos “valores” que eles dizem representar, – isto é, pela imagem que buscam ostentar –, mas pela substância das suas ações e pela qualidade da sua estratégia. Escreverei algo mais detalhado sobre isso, e espero que possamos trocar umas ideias a respeito.

Reinaldo Azevedo respondeu:
A área de busca do meu blog é bastante eficiente. Coloquem lá o nome “Olavo de Carvalho”, sem aspas, e vocês verão o que vem. Mesmo divergindo, sempre expressei meu reconhecimento a seus dotes intelectuais. E o defendi, sim, de ataques que considerei injustos. Olavo pode passar a dizer o que quiser a meu respeito. Mas nunca terá uma vírgula a opor à minha fraterna lealdade. Nem ele nem ninguém. Nem os que me amam nem os que me odeiam, ainda que por pragmatismo. Que empreste agora o peso do seu nome para correntes que buscam me desqualificar dá testemunho do que ele decidiu fazer dessa lealdade. Isso é com ele. Constato um fato.

Mas não se espere uma guerra. Não vou cair nessa. Tenho mais o que fazer. E Olavo também. Seus ataques a lideranças de grupos pró-impeachment já haviam chegado a mim. Ignorei o assunto porque as pessoas a que ele se refere dispõem dos próprios meios e de competência para responder — se julgassem conveniente. Rompi o silêncio quando vi meu nome tragado pela baixaria dos acólitos.
Escreve Olavo: “É um princípio elementar da ciência política…”. Bem, Olavo, tal assertiva não é igualmente digna da sua inteligência. É uma tática elementar da tentativa de desqualificação do outro transformar uma opinião ou uma platitude num “princípio elementar”, como se o oponente já estivesse vencido no debate antes mesmo de começar. Afinal, se o sujeito ignora que dois mais dois são quatro, as suas considerações sobre aritmética já estão prejudicadas. Sugiro que você releia “Como Vencer um Debate Sem Ter Razão”, de Schopenhauer. Há uma edição excelente, com comentários muito lúcidos de um certo… Olavo de Carvalho.
Olavo sabe muito bem que isso não é “princípio elementar” de coisa nenhuma. Ele apenas procurou me atribuir o que não escrevi. Não julguei nem julgo o MBL e o Vem Pra Rua apenas a partir do juízo que fazem de si mesmos. Ao contrário: já demonstrei apreço pela substância, sim, de suas ações. E por sua estratégia. E, nesse particular, eu e Olavo divergimos radicalmente.
Mas não é só divergência. Lamento profundamente os termos a que ele tem apelado para se referir aos rapazes e moças do movimento. Seus livros evidenciam que ele é capaz de muito mais. Não serei eu a propor a Olavo, aos 68 anos, que cuide da sua “De Senectude”, como, aos 54, já cuido da minha. Ah, Olavo! Você se fez professor de filosofia. Chegou a hora de aprender a ser mestre. E o bom mestre não é feito pelos discípulos. Os bons discípulos é que são feitos pelos mestres. Eu poderia chamar isso de um “princípio elementar da convivência civilizada”. Mas é só uma opinião.
Há modos de discordar das pessoas. Pode-se ser muito duro qualificando o debate e o interlocutor. Mas, para tanto, é preciso que a nossa atenção esteja voltada para o objeto em análise e, no caso de um mestre, para os que podem aprender com a experiência. Desde quando, Olavo, a vaidade do pregador conduziu a um bom lugar? Eu poderia classificar essa pergunta de um “princípio elementar das ideias bem-sucedidas”. Mas, de novo, é só uma opinião.
Sempre preferi que Olavo estivesse participando do debate público, não o contrário. Na medida das minhas possibilidades, sempre procurei dar visibilidade às vezes em que contribuiu para elucidar conceitos, posições, contraposições. Mas, a partir de certo ponto, ele perdeu a mão. E resolveu emprestar seu nome a depredadores do debate civilizado.
Pretendo esgotar aqui essa questão. Olavo não é notícia. Eu não sou notícia. O MBL, o Vem Pra Rua e outros movimentos é que estão por aí, afrontando as dificuldades para fazer valer alguns princípios civilizatórios. Já concordei com eles. Já discordei deles. Mas faço uma coisa e outra qualificando-os como interlocutores, não o contrário. E os defendi, sim, da baixaria, como já fiz antes quando o próprio Olavo de Carvalho era o alvo. Ou não fiz, Olavo?
E, por óbvio, Olavo não me deve nada por isso. A não ser o respeito devido a pessoas das quais discordamos, quando reconhecemos que estão na luta das ideias de boa-fé.
Olhe pela janela, Olavo… Os adversários reais ainda estão entre os girassóis. Depois se volte para os lírios, que não fiam nem tecem. São citações, como você sabe. Não servem para excitar a fúria circense dos Bolsonaros da vida.
Você pode muito mais.
                                                           50 minutos que valem a pena
                                                                                     
                                                                                      

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Black power X White power

                                                                         


                                                                          
                                     Por que podemos enaltecer o Black Power e não o White Power, devem se perguntar muitos? Ao contrário do que muitos afirmaram durante os polêmicos debates sobre o gesto controverso de Philip Anselmo no Dimebash de 2016, 
 
                           Vamos trazer dois pontos da história dos Estados Unidos. 

1- Guerra Civil Americana:

Após a Segunda Revolução Industrial na Europa, entre 1850 e 1860, houve um candidato à presidência dos EUA chamado Abraham Lincoln que almejava o desenvolvimento industrial em todo o território americano. Isso incomodou alguns estados que viviam da economia agrícola, e por consequência, da escravidão como recurso fundamental dessa economia. Esses estados se uniram em um movimento separatista contra a industrialização e contra o fim da escravidão negra. Essa turminha era chamada de Confederação, ou Estados Confederados, e era composta por Alabama, Carolina do Sul, Flórida, Geórgia, Louisiana, Mississipi e depois Texas. Quando Lincoln finalmente se tornou presidente, foi declarada a guerra da Confederação contra o resto dos EUA. É a famosa Guerra da Secessão, ou Guerra Civil Americana. A Confederação perdeu e a escravidão negra finalmente foi ilegalizada e abolida no país.

2 - O Movimento Black Power:

Após o fim da escravidão nos EUA os negros não foram simplesmente se misturando com resto da população. Os americanos, principalmente os que pertenciam àqueles estados do sul, a antiga Confederação, não toleravam a presença de negros. O negros, embora livres, eram maltratados, marginalizados, humilhados em público e completamente segregados. Eles não podiam usar os mesmos banheiros que os brancos, não podiam frequentar os mesmos lugares como escolas, transportes públicos e estabelecimentos em geral. O negro era visto como um bicho pelos brancos. Organizações racistas foram criadas nessa época com o objetivo de pregar a supremacia branca, como a Ku Klux Klan por exemplo.

O movimento Black Power apareceu no final da década de 1960 com o objetivo de promover movimentos culturais negros. Isso foi uma forma de auto-afirmação do negro. Uma forma de se valorizar e mostrar que são tão humanos quanto qualquer branco, porque estavam cansados de serem inferiorizados pelos racistas. Foi um movimento importante na busca pela igualdade, e pelos direitos civis dos negros. Mas o objetivo AINDA não foi atingido.

Até hoje os negros são marginalizados e discriminados nos EUA, sobretudo no Sul, onde ainda vive o sentimento separatista da Confederação, e os negros são maltratados, agredidos e mortos. A expressão Black Power ainda precisa existir. Ainda se faz necessário algo que levante a cabeça dos negros perante as dificuldades geradas pelo racismo no dia a dia.

Todas as comunidades que são marginalizadas pela sociedade buscam criar movimentos que exponham o seu orgulho e a sua humanidade.

E quanto ao White Power?

White Power é o nome dado a grupos simpatizantes do neonazismo e da supremacia branca. Existem no mundo inteiro com certas variações ideológicas. No caso do sul dos EUA existe o grupo White Power cujos membros são admiradores dos Skinheads alemães e eventualmente exercem atividades de agressão física a negros e imigrantes. Estes grupos estão diminuindo aos poucos e suas atividades estão menos constantes, mas o espírito White Power ainda vive em muitas pessoas que sonham em criar um mundo "purificado" pela raça branca supostamente superior.

Agora vamos juntar Philip Anselmo, a Confederação, o Black Power e o White Power em um único contexto.

Philip Anselmo é um ídolo do Heavy Metal e uma figura fortemente admirada por uma comunidade que, mais do que qualquer outra, tem muito orgulho do gênero musical que ouve. Está imortalizado graças aos feitios do Pantera nos anos 90.

Quando uma figura icônica como Philip Anselmo grita publicamente White Power enquanto faz a saudação nazista, dá uma força renovada para os grupos declaradamente racistas e seus simpatizantes. Fazendo isso Phil revigora o racismo que foi combatido às custas de tanto suor e sangue e se torna um símbolo para o movimento White Power. Um símbolo vivo e que não tem medo de enfrentar críticas. Torna-se um verdadeiro líder.

Ao mesmo tempo, joga anos e anos de luta pela igualdade negra no ralo!

Não podemos ignorar também o fato de que Philip Anselmo é reconhecido internacionalmente e graças a este último evento a força racista vai se ouriçar no mundo inteiro, inclusive aqui no Brasil.

Já vimos muitos indícios de racismo no Pantera. O amor declarado à bandeira dos Estados Confederados e o próprio espírito separatista exacerbado como pudemos ver em seu quarto álbum, The Great Southern Trendkill (Os grandes Matadores do Sul), além de outras declarações abertas feitas há muito tempo que foram deixadas pra lá. Phil em uma entrevista antiga disse que tinha muito orgulho da cor de sua pele. Não me parece coincidência que todos os integrantes do Pantera tenham nascido nos estados que pertenciam à Confederação. Me esforço para não generalizar, mas os casos de agressões e assassinatos sob a ideologia da bandeira separatista não são raros naquela região.

Então vamos refazer a pergunta. Por que podemos enaltecer o Black Power e não o White Power?

O Black Power é um movimento que busca uma igualdade ainda não conquistada pelos negros. Atua levantando a auto-estima de quem sempre esteve por baixo.

O White Power é um movimento que busca aniquilar qualquer raça que não seja a branca. Prega o pensamento de que brancos são superiores e que devem prevalecer.


É uma luta protagonizada por negros, que deve ser apoiada por brancos. para que um dia tenhamos uma sociedade mais justa. 


Philip Anselmo errou ,estava bêbado,deve ser dado a ele o benefício generoso do perdão  É preciso mostrar generosidade porém dizer que este tipo de postura não é  a mais adequada para um artista ou para qualquer cidadão..

                                     Phil Anselmo e sua demonstração humilde de desculpas
"Para todos aqueles que tenham interesse. Cada cidadão deste mundo tem o direito inalienável de viver com dignidade e respeito sem sofrer ódio ou opressão. Digo isto do fundo do meu coração que está destroçado mas, ainda assim, carrega toda a culpa.
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É de comum acordo que podemos escolher entre aprender com nossos erros ou persistir sendo insensíveis. Sou totalmente responsável pelos erros que cometi, e posso garantir que não acontecerão mais mediante minhas ações, e não somente minhas palavras.
Meus colegas de bandas estão sofrendo as consequências desse meu comportamento, e eu publicamente peço desculpas a eles. Nunca em minha vida vou querer que afundem junto comigo, então eu sugeri que eles sigam sem mim.
Meus maiores problemas estão nos excessos relacionados à bebida, que me fazem agir de forma estúpida, repulsiva e falar besteiras típicas do espírito humano. Vou lidar com estes problemas. Sinto repulsa pelos meus atos, e os transtornos que estou passando são justificados pelas mágoas que causei.
Percebi que vivemos em uma sociedade onde as desculpas NÃO são aceitas facilmente, espero que isto mude um dia, mas também entendo que serei evitado enquanto estiver limpando esta sujeira que causei.
De todo meu coração e com toda a franqueza, novamente peço desculpas por toda a dor que causei.
Com sinceridade, amor, esperança e respeito-
Philip H. Anselmo"
                                                                                 

                                                                                 
                                                                                 

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

O papel dos Judeus na formação dos EUA.

                                                                                                                

                             Judeus tiveram papel fundamental na fundação dos Estados Unidos
Em 1492, Colombo foi enviado para descobrir uma rota marítima para a Índia e China. Ele foi enviado pelos monarcas espanhóis Fernando e Isabel, que haviam acabado de libertar a Espanha de 700 anos dos exércitos muçulmanos de ocupação.
                             A Espanha então forçou os judeus sefarditas a fugir.
Alguns judeus foram para o Império Otomano, e alguns foram para Portugal e então foram para Amsterdã. De Amsterdã, alguns judeus acompanharam, de navio, mercadores holandeses para a América do Sul, se estabelecendo na cidade de Recife. Em Recife, eles construíram a primeira sinagoga do continente americano, a Sinagoga Kahal Zur Israel.
Quando a Espanha e Portugal atacaram Recife, os judeus fugiram de novo.
Vinte três foram de navio para Port Royal, na Jamaica. Daí, no navio francês Sainte Catherine, eles chegaram em 1654 à Colônia Holandesa de Nova Amsterdã, se tornando os primeiros judeus da América do Norte.
O governador holandês Peter Stuyvesant tentou expulsá-los, mas eles tiveram permissão de ficar, pois a Companhia Holandesa das Índias Ocidentais na Holanda considerava a Espanha e Portugal seus principais inimigos, não os judeus ou outros dissidentes.
Os holandeses estavam numa disputa mundial com a Espanha e Portugal para possuir a Indonésia, a Índia, a África e a América do Sul, de modo que eles queriam rapidamente povoar a colônia da Nova Holanda para defendê-la e fazê-la dar lucro.
Em 1663, a Companhia Holandesa das Índias Ocidentais, embora estivesse estabelecendo oficialmente a fé reformada holandesa, instruiu Peter Stuyvesant com relação aos quacres “e outros membros de seitas”: “Precisamos favorecer a imigração… nesta fase inicial da existência do país. Portanto, você pode fechar seus olhos, pelo menos não forçando nada na consciência das pessoas, mas permitindo que todos tenham suas próprias crenças, enquanto se conduzirem de forma pacífica e de acordo com as leis, não afrontando seus vizinhos e não se opondo ao governo.”
Os judeus na Nova Amsterdã não tinham permissão dos anglo saxões, de fazer reuniões religiosas fora de seus lares nem de se juntar ao exército municipal que protegia a cidade.
Então, em 1664, exércitos britânicos assumiram o controle da Nova Amsterdã, mudando seu nome para Nova Iorque, e os judeus ganharam mais liberdade.
Em 1730, os cidadãos judeus de Nova Iorque compraram terra e construíram a pequena “Sinagoga da Rua Mill,” a primeira sinagoga da América do Norte.
Durante a era colonial, a população dos Estados Unidos aumentou para 3 milhões, com uma população judaica de cerca de 2 mil em sete congregações sefarditas:
·         A congregação Shearith Israel, na cidade de Nova Iorque, começou em 1655;
·         A congregação Yeshuat Israel, em Newport, Rhode Island, começou em 1658;
·         A congregação Mickve Israel, em Savannah, Georgia, começou em 1733;
·         A congregação Mikveh Israel, na Filadélfia, começou em 1740;
·         A congregação Shaarai Shomayim, em Lancaster, Pensilvânia, começou em 1747;
·         A congregação Kahal Kadosh Beth Elohim, Charleston, na Carolina do Sul, começou em 1749;
·         E a congregação Kahal Kadosh Beth Shalom, Richmond, Virgínia, começou em 1789.
Desde o terceiro século, o ensinamento do Rabino Samuel da Babilônia, de que “a lei da terra é a lei,” resultou em que os judeus se refreavam de tentar mudar sua situação política. A Guerra Revolucionária Americana foi a primeira vez desde o exílio deles de Jerusalém que os judeus lutaram ao lado de vizinhos cristãos como iguais na luta pela liberdade.
Mercadores judeus, como Aaron Lopez de Newport e Isaac Moses da Filadélfia, manobravam seus navios através dos bloqueios britânicos para fornecer roupas, armas, pólvora e alimento para os necessitados soldados revolucionários. Alguns mercadores perderam tudo.
Um número estimado de 160 judeus lutaram no Exército Americano Continental durante a Guerra Revolucionária, tais como o tenente Solomon Bush e Francis Salvador da Carolina do Sul, o primeiro deputado estadual judeu, que foi morto numa batalha da Guerra Revolucionária; Mordecai Sheftall de Savannah era vice-diretor do serviço de intendência para as tropas americanas, em 1778; Abigail Minis supria provisões para os soldados americanos em 1779; e Reuben Etting de Baltimore lutou e foi nomeado delegado federal para Maryland pelo presidente Jefferson, em 1801.
O Dr. Philip Moses Russell, médico judeu de George Washington, sofreu com ele no Vale Forge.
O presidente Calvin Coolidge relatou em 3 de maio de 1925: “Haym Solomon, financista judeu polonês da Revolução. Nascido na Polônia, foi feito prisioneiro dos exércitos britânicos em Nova Iorque, e quando escapou estabeleceu seus negócios na Filadélfia. Ele negociou para Robert Morris todos os empréstimos levantados na França e Holanda, empenhou sua fé e fortuna pessoal em prol de quantias enormes, e pessoalmente adiantou grandes montantes para homens como James Madison, Thomas Jefferson, Baron Steuben, General St. Clair e muitos outros líderes patriotas que testificaram que sem a ajuda dele eles não teriam conseguido avançar a causa.”
Em 1975, um selo postal dos EUA honrou Haym Solomon, com a mensagem: “O empresário, financista, corretor e herói Haym Solomon foi responsável por levantar a maior parte do dinheiro necessário para financiar a Revolução Americana e mais tarde salvou a nova nação do colapso.”
George Washington enviou cartas para a Congregação Judaica de Newport, Rhode Island, e de Savannah, Georgia, declarando: “Que a mesma Deidade operadora de maravilhas, a qual muito tempo atrás livrou os hebreus de seus opressores egípcios, os plantou numa terra prometida, cuja intervenção providencial foi nos últimos tempos evidente na fundação dos Estados Unidos como nação independente, continue a regá-los com orvalhos do céu.”
Judeus asquenazes eram poucos nos EUA até que uma perseguição na Bavária na década de 1830 resultou na imigração de muitos milhares.
O presidente Martin Van Buren enviou uma carta aos turcos otomanos muçulmanos pedindo-lhes que parassem de matar os judeus na Síria. Foi uma carta “em prol de uma raça oprimida e perseguida, que tem parentes que são alguns dos cidadãos americanos mais dignos e patriotas.”
David Yulee, “Pai das Ferrovias da Flórida,” foi o primeiro judeu eleito ao Senado dos EUA em 1845. Ele foi acompanhado em 1853 pelo senador Judah P. Benjamin da Louisiana.
O governador David Emanuel da Georgia foi o primeiro governador judeu de um estado dos EUA.
Em 1818, Solomon Jacobs foi prefeito de Richmond, Virginia.
Uriah P. Levy foi o primeiro comodoro judeu da Marinha dos EUA, lutando na Guerra de 1812 e comandando a esquadra do Mediterrâneo. Ele foi responsável por acabar com a prática de punição de chicote na Marinha. Uma capela em Annapolis e um destroier da 2ª Guerra Mundial ganharam o nome dele.
Quando a casa Monticello do presidente Jefferson estava caindo em ruínas, Levy a comprou em 1836, consertou-a e a abriu ao público. Ele comissionou a construção da estátua de Jefferson que está na rotunda do Capitólio dos EUA.
Samuel Mayer Isaacs, editor do jornal Jewish Messenger (Mensageiro Judaico), escreveu acerca dos Estados Unidos em 28 de dezembro de 1860: “Esta república foi a primeira a reconhecer nossas reivindicações de igualdade, com homens de quaisquer denominações religiosas. Aqui podemos nos sentar cada um debaixo de sua videira e figueira, sem ninguém para nos amedrontar.”
Em 1862, o jornal London Jewish Chronicle (Crônica Judaica de Londres) noticiou: “Agora temos algumas palavras dos judeus dos Estados Unidos em geral… Tendo a Constituição estabelecido perfeita liberdade religiosa, os judeus eram livres nos EUA… Eles… num tempo comparativamente curto, prosperaram e tiveram sucesso ali num grau que nunca aconteceu na Europa.”
Na época da Guerra Civil, a população dos Estados Unidos era 31 milhões, inclusive em torno de 150 mil judeus. Um número estimado de 7 mil judeus lutou no exército da União e 3 mil lutou no exército confederado, com cerca de 600 soldados judeus morrendo em batalha.
Os generais judeus da União eram: Leopold Blumenberg; Frederick Knefler; Edward S. Salomon e Frederick C. Salomon.
Os oficiais confederados judeus incluíam: Judah P. Benjamin, ministro da Guerra; coronel Abraham Charles Myers, general intendente; e o Dr. David Camden DeLeon, ministro da Saúde. O Dr. Simon Baruch, que era cirurgião, serviu na equipe pessoal do general Robert E. Lee.
O major Raphael J. Moses era o Oficial Comissário da Georgia e depois da guerra começou uma indústria de pêssegos na Georgia.
Enquanto que o primeiro capelão católico do Exército dos EUA foi nomeado durante a Guerra entre EUA e México, o primeiro capelão judeu foi nomeado durante a Guerra Civil, o Rev. Jacob Frankel, da Congregação Rodeph Shalom da Filadélfia.
Em 1 de março de 1881, o czar Alexandre II da Rússia foi assassinado e um pogrom começou contra os judeus, fazendo com que mais de 2 milhões fugissem para os EUA.
Em 1916, a população dos Estados Unidos era 100 milhões, dos quais 3 milhões eram judeus.

Durante a 1ª Guerra Mundial, o presidente Woodrow Wilson escreveu: “Enquanto que em países em guerra há 9 milhões de judeus, a maioria dos quais estão destituídos de comida, abrigo e roupas; expulsos de suas casas sem aviso… provocando fome, doença e sofrimento imensurável… o povo dos Estados Unidos ficou sabendo, com tristeza, dessa horrível situação… Proclamo 27 de janeiro de 1916 como dia para fazer contribuições, mediante a Cruz Vermelha Americana, para a assistência dos judeus assolados.”

    Exato fazem muito bem, diante de uma imprensa socialista pro palestinos.

                                                                       
E uma resposta de um rabino ao lanterninha de Igreja Edir Macedo que acha junto com seus fiéis vira latas que eles são a continuação de Israel 
                                                                                   

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Uma agenda igualitária ( esquerdista) que os Democratas adoram explorar

Quando você escuta falar em pobre americano, é esse mendigo que vem à sua mente? Então cuidado...
                                                                              

                          
Muito se fala por aí, especialmente nas hostes esquerdistas antiamericanas, que existem milhões vivendo na pobreza nos Estados Unidos. A julgar pelas estatísticas repetidas sem critério, os Estados Unidos seriam praticamente um país africano, ou no melhor dos casos… um Brasil da vida. Mas será que o pobre americano é mesmo como o pobre nordestino? Quando falamos em pobreza americana, o que está por trás desse conceito?
Infelizmente Donald Trump um espécie de tiririca milionário,tem um ranço nacionalista e até mercantilista, um lado bem populista e bufão, do tipo “eu bato na mesa, sou o cara e faço acontecer”, e que sua egolatria seria perigosa na presidência.
Dito isso, não resta dúvida: Trump está muito mais à direita de Hillary e companhia, entendendo direita aqui como o liberalismo econômico e o conservadorismo dos costumes. O que emerge ali é a defesa dos valores tradicionais que fizeram a América ser o sucesso que é, a defesa dos “pais fundadores”, de Ronald Reagan, e um duro combate ao “progressismo”, ao “welfare state” e ao governo Obama.
O que muitos, mesmo alguns liberais, ainda não se deram conta é de como o Partido Democrata hoje ficou mais radical em seu esquerdismo, como sua mensagem é cada vez mais anticapitalista e anti-individualismo, que se depender dessa turma, os Estados Unidos caminharão mesmo rumo a um típico modelo latino-americano fracassado. Basta pensar que Bernie Sanders, o coroa socialista que encanta a juventude boboca, vem crescendo e encostando em Hillary nas primárias do partido.
Mas isso tudo foi para dizer que a fonte do que vai abaixo, sobre o “pobre” americano,  vem do Heritage Foundation, o respeitado instituto conservador americano. Vejam o que um “pobre” americano possui, para ficar claro que muito da retórica sobre a pobreza é parte apenas de uma agenda igualitária que os Democratas adoram explorar de forma sensacionalista, para dar esmolas estatais e criar dependência:
  • 80% dos pobres têm ar-condicionado, enquanto em 1970 somente 36% de toda a população tinha ar-condicionado;
  • 92% dos pobres possuem microondas;
  • Quase três quartos têm um carro ou uma caminhonete, e 31% possuem dois carros ao menos;
  • Quase dois terços possuem TV a cabo ou satélite;
  • Dois terços têm um aparelho de DVD;
  • Metade tem um computador pessoal, e um em cada sete tem dois ou mais computadores;
  • Mais da metade das famílias pobres com filhos têm algum sistema de videogame, como o Xbox ou o PlayStation;
  • 43% têm acesso à internet;
  • Um terço possui uma televisão de plasma ou LCD de tela grande;
  • Um quarto tem um sistema de gravação de video, como o TiVo.
  • Obs: Claro não se trata dos homeless ou abandonados sociais.
A renda média familiar americana está em torno de $ 55 mil por ano, e para ser considerado um “pobre” a renda deve ser menos da metade disso. Ainda assim, estamos falando de $ 20 mil, que ao câmbio atual dá R$ 80 mil por ano, ou mais de R$ 6.500 mensais! Quanta miséria, não é mesmo? Um dos problemas está na enorme quantidade de mães solteiras, estimuladas pelas feministas e “progressistas”. Sem a ajuda de um marido em casa, a renda certamente é menor. Mas esse é outro problema, não fruto de qualquer incapacidade de o capitalismo gerar riqueza para todos (ou a imensa maioria).
Agora pergunto aos amigo tem alguma semelhança com a vida do típico pobre nordestino, com o favelado carioca ou com os miseráveis pelo interior do Brasil? Falar em pobre que tem tudo isso é, no mínimo, estranho. Mas é o critério usado nos Estados Unidos. Portanto, muito cuidado na próxima vez que você escutar alguém falando dos pobres americanos como se fossem pobres latino-americanos. Estará comparando bananas com laranjas, provavelmente com o intuito deliberado de detonar o capitalismo e propor mais e mais paternalismo estatal.                                                                             
              Doutrinas de um povo, que jamais teremos, poderíamos criar as nossas porque não?
                                                                            

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

O Movimento Passe livre não entende de economia.

                                                         
       


O MPL é um bom exemplo da dificuldade que o setor público sustentados por nossos impostos, tem para atender todas as demandas da sociedade. uma experiência que a grande maioria dos países ricos não suportam, quanto mais países em desenvolvimento. Infelizmente, não somos ricos.

O movimento tem uma visão totalmente deturpada do funcionamento de uma economia de mercado. Alguns representantes do MPL parecem acreditar que, se as tarifas não fossem cobradas, quem sofreria seriam os donos das empresas de transporte urbano que lucram com o serviço.
Na verdade, os donos das companhias que fazem o transporte urbano municipal participaram de uma concorrência para ofertar o serviço e, como é normal, devem auferir lucro nessa atividade. Se todas essas companhias fossem fechadas e os municípios ficassem responsáveis diretamente pela oferta do serviço e cobrassem tarifa zero dos usuários, como o prefeito não tem poder de imprimir moeda, teria que aumentar impostos municipais como ISS e IPTU para custear a manutenção transporte público municipal “de graça”.
Ou seja, um dos resultados do atendimento da pauta do MPL seria cobrar mais por todos os serviços em uma cidade (aumento do ISS que é repassado aos preços) e aumentar o da custo de moradia (aumento do IPTU) para ter tarifa zero para usuários de transporte publico.
O MPL advoga que o financiamento do sistema poderia ser feito por por meio de um impostos progressivos,o rico pagaria mais para que todos (ricos e não ricos) pudessem ter acesso ao transporte urbano com tarifa zero. Fica a pergunta, que tipo de imposto progressivo? Imposto de renda? Se aumentaria o imposto de renda e o governo federal decidiria como repartir com municípios e, neste caso, receberiam mais recursos os municípios maiores? 
Os contribuintes do Brasil teriam que ser solidários com um serviço ofertado em São Paulo e Rio de Janeiro, apesar das péssimas condições nas áreas de saúde e educação publica em um município do Nordeste ou do Sul? Isso seria socialmente justo? Ou seja o rico de Fortaleza e Recife seria chamado para contribuir com a oferta de serviço de transporte urbano com tarifa zero em São Paulo? é isso?
É impressionante como jovens escolarizados que cursaram bons colégios têm uma visão superficial do setor privado. Não há evidência que empresas de transporte urbano estatais sejam melhores que privadas e/ou que tarifa zero leve a mais eficiência e melhoria no serviço de transporte púbico. Ao contrário. O custo dessa experiência para um município grande pode ser excessivamente elevado e, no final, a falta de recursos para a manutenção do serviço se transformará em queda na oferta do serviço que se quer melhorar.
Se há alguma lição que aprendemos na história do Brasil é que o setor público é um péssimos gestor de empresas e, no nosso caso, o governo federal quase conseguiu  quebrar empresas estatais como Eletrobras e Petrobras.
A nossa carga tributária hoje esta entre 33% e 34% do PIB e a tendência é que, mesmo sem o passe livre, que ela cresça muito mais porque a despesa com saúde e previdência crescerão ao longo dos próximos anos, independentemente da vontade dos governantes. Para o governo atender a demanda do MPL, no âmbito nacional, significa aumentar ainda mais a carga tributária além do aumento que necessariamente ocorrerá.
O MPL deveria ter ido às ruas desde 2008/2009 quando o governo socialista do PT começou a expandir os incentivos para a indústria automobilística. Nos últimos anos criamos um setor que tem capacidade de produzir o dobro da demanda atual com vultosos incentivos fiscais ( na realidade nossos impostos). Esses incentivos poderiam ter sido direcionados para melhoria da infraestrutura urbana e até para dar subsídios para usuários de baixa renda do transporte publico.Vejam que nós liberais somos maús muito maús.
O Brasil e vários países do mundo já têm experiência municipais de transporte publico com tarifa zero. Mas aqui e no resto do mundo essas experiências se restringem a  municípios pequenos com menos ou com um pouco mais de 100 mil habitantes. No Brasil, os dois maiores que adotam passe livre é Paulínia (SP) e Maricá (RJ). Um regime deste em um município como São Paulo teria um custo excessivamente elevado para o setor público e não há paralelo no mundo.
Em resumo, em um país que já tributa muito e com enorme carência de saneamento, serviços de educação e saúde, tarifa subsidiada no transporte público deveria ser restrita a usuários de baixo poder aquisitivo e sujeito a disponibilidade de recursos do orçamento municipal. Quando tivermos avançado muito nas áreas de saúde e educação, poderíamos até começar em municípios pequenos projetos pilotos de “tarifa zero” para ver o custo-benefício e avaliar os que já existem como Paulínia e Maricá.
No momento, a proposta de tarifa zero me parece um delírio. Em um contexto de carência de recursos financeiros que será o novo normal do Brasil pelos próximos dez anos,graças a esquerda caviar e ladra, o mais justo e progressivo é cobrar de quem pode pagar por serviços de concessão pública. A proposta de tarifa “zero” para o transporte urbano é totalmente inviável e de elevado custo para municípios grandes como é o caso de São Paulo. A não ser que voce esteja disposto a pagar muito mais impostos. Está?
A ideia veio da Bélgica inspirada em um lunático socialista como sempre.
                                                        

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

A qualidade intelectual dos criadores dos EUA, que diferença de quem nos criou.

A intenção dos fundadores dos EUA ao estabelecer a plataforma de liberdade de expressão da Primeira Emenda foi proteger o discurso político, não os palavrões, o desrespeito a Deus, a vulgaridade, a obscenidade ou a pornografia.
Os fundadores queriam muito garantir que a nova república dos EUA fosse caracterizada por um saudável diálogo político em todos os assuntos de políticas públicas. Todos teriam a liberdade de introduzir suas ideias e convicções no debate público sem medo de serem censurados e silenciados por um governo central draconiano.
Mas os fundadores ficariam horrorizados só de pensar que alguém, em algum lugar, em algum tempo pensaria que eles estavam criando um documento com a intenção de permitir o uso ilimitado de palavrões numa sociedade boa. Se cada estado dos EUA quiser proibir linguagem suja em público, sob a Constituição conforme está escrita (não conforme está aleijada pelos tribunais), eles são perfeitamente livres para fazer isso.
George Washington era conhecido por proibir o uso de palavrões e desrespeito a Deus entre seus soldados. Disse o primeiro comandante-em-chefe dos EUA e o pai dos EUA: “A prática tola e maligna de palavrões e desrespeito a Deus é um vício tão medíocre e baixo que toda pessoa de sensatez e caráter a detesta e despreza.”
George Washington, primeiro presidente dos EUA, não permitia palavrões
Como general, George Washington deu a seguinte ordem geral (observe que não foi uma simples recomendação):
O general está triste de ser informado que a prática tola e maligna de palavrões e desrespeito a Deus, um vício até agora pouco conhecido no Exército Americano, está se tornando moda. Ele espera que os oficiais militares, por seu exemplo e influência, se esforçarão para repelir essa prática e que tanto eles quanto os soldados meditem que nós temos pouca esperança de nosso exército receber as bênçãos de Deus se O insultarmos com nosso desrespeito e tolices. Além disso, é um vício tão medíocre e baixo que sem a menor sombra de dúvida toda pessoa de sensatez e caráter a detesta e despreza. (O destaque é meu.)
Na época em que a Primeira Emenda entrou em vigor, havia leis contra palavrões e blasfêmia em público em todos os primeiros estados americanos, ou por lei escrita ou por lei não escrita. Os fundadores muito obviamente não viam nenhuma contradição entre a Primeira Emenda e as leis contra os palavrões, pela simples razão de que a Emenda era sobre proteger discurso político, não palavras imundas.
O estado de Massachusetts ainda hoje conserva uma lei — e você pode consultá-la em inglês aqui — que proíbe blasfêmia contra Deus, Jesus Cristo, o Espírito Santo e a Bíblia.
A lei diz:
Seção 36. Quem deliberadamente blasfemar contra o santo nome de Deus negando e de forma desrespeitosa e com palavrões acusando Deus, sua criação, governo ou juízo final do mundo, ou de forma desrespeitosa e com palavrões acusando Jesus Cristo ou o Espírito Santo, ou de forma desrespeitosa e com palavrões acusando ou expondo à zombaria e deboche a santa palavra de Deus contida nas santas escrituras será punido por prisão por não mais que um ano ou por uma multa de não mais que trezentos dólares, e pode também ser obrigado a bom comportamento.
Para dar outro exemplo, a lei do estado da Pensilvânia contra palavrões e desrespeito a Deus foi elaborada por James Wilson, que foi um dos que assinaram a Constituição e um dos primeiros juízes do Supremo Tribunal dos EUA.
E em 1811, enquanto a tinta da Primeira Emenda mal estava seca, o Supremo Tribunal de Nova Iorque sustentou a condenação de um homem que havia proclamado publicamente que “Jesus Cristo era um bastardo, e sua mãe devia ser uma prostituta.”
Tais leis eram raramente aplicadas porque raramente eram necessárias. Mas existiam porque havia ocasiões em que erupções públicas de palavras vulgares precisam ser contidas para o bem público.
Há realmente leis que proíbem palavrões, e os governos as aplicam sempre. Palavrões são punidos em salas de aula das escolas públicas americanas, e o decoro não permite palavrões em assembleias legislativas sem graves repercussões. Tente xingar um policial e veja o que acontece.
Poucos duvidariam que uma sociedade livre de palavrões seria melhor do que a sociedade americana atual. Como apontou Tim Wildmon, presidente da Associação Americana da Família, ninguém sai de um cinema dizendo: “Sabe de uma coisa? Esse filme teria sido muito melhor se tivesse mais palavrões.”
A intenção aqui não é defender alguma expressão específica desse princípio. A intenção aqui é que se os EUA quiserem proibir os palavrões e o desrespeito a Deus, eles podem fazer isso. No nome da liberdade de expressão, que a discussão sobre esse assunto comece.
         Observem as expressões profundamente religiosas e éticas de Ronald Reagan
                                                                       

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

O PT aprendeu muito bem as lições de Goebbels

                                                                      

                                                                                                   


Em uma coisa os petistas são competentes, reconheçamos: é na "marquetagem". Enganar as massas mentalmente desequipadas é com eles mesmos, assim como foi com Goebbels, na Alemanha (um petistaavant la lettre?):
O Brasil descobriu petróleo no pré-sal nos anos 50 e já o explora há décadas. O que houve foi a descoberta de grandes reservas, mas nem todo produto é de boa qualidade. A produção iniciada em Tupi é mínima perto do total extraído no Brasil. Principalmente é falsa a ideia de que o pré-sal é a solução mágica que garante o futuro. O petismo/socialismo faz confusão proposital quando o assunto é petróleo.
A excessiva politização do tema está criando mitos e passando para o país a ideia de que agora ganhamos na loteria, um bilhete premiado, que vai produzir dinheiro abundante que resolverá todos os nossos problemas. Isso reforça a tendência a acreditar na quimera, no “deitado em berço esplêndido”, que tem feito o país perder chances e assumir riscos indevidos.
A primeira descoberta de petróleo no pré-sal do Brasil foi em 1957 no campo de Tabuleiro dos Martins, em Maceió. A segunda foi em Carmópolis, em 1963. Ainda hoje se produz petróleo nos dois campos: no segundo, 30 mil barris por dia. O campo de Badejo, na Bacia de Campos, também fica na camada do pré-sal. Ele foi descoberto em 1975. Os dados contrariam o marketing do “nunca antes” e que esse petróleo é o “passaporte para o futuro”, como tinha tem dito a candidata Dilma Rousseff.
Há produção de petróleo em campos de pré-sal no mundo inteiro. No Golfo do México, no Oriente Médio, no oeste da África, no mar do Norte. Um dos mais famosos é o de Groningen, na Holanda, descoberto pela Shell em 1959. Ainda hoje se tira petróleo de lá.
— O pré-sal invenção brasileira é uma distorção de marketing inventado pelos políticos do governo com apoio dos ideólogos da Petrobras e da ANP — explica o ex-diretor da Petrobras, Wagner Freire
E mais A queda no preço do barril de petróleo levantou dúvidas sobre a viabilidade econômica do pré-sal, uma das bandeiras do atual governo. Referência para a cotação internacional, o preço do barril Brent despencou 60% O valor do barril, que se mantinha em torno de US$ 110, caiu para cerca de US$ 39.
Entre as causas da queda está o forte investimento dos EUA na produção de gás de xisto, estímulo que fará do país o maior produtor mundial de gás e petróleo. Para conter a concorrência, membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) aumentaram drasticamente a oferta de petróleo, fazendo o preço do barril despencar.
A Petrobras não tem condições de garantir os investimentos para que a exploração chegue ao ápice.Estimativas mostram que o custo médio da produção na Bacia de Santos é de US$ 22 por barril, e, para tornar o pré-sal rentável, US$ 45 o barril. como foi mencionado mais acima esta em U$$ 39 Até chegar ao ápice da produção do pré-sal, muitos investimentos e novas técnicas serão necessários. 
Com uma dívida líquida elevadíssima de R$ 261 bilhões, sendo grande parte atrelada ao dólar digam adeus ao bilhete premiado, nação zumbi.
       As razões para se privatizar tudo que esta nas mãos do governo