sexta-feira, 10 de abril de 2015

A Petrobrás é propriedade do PT ou do Brasil? o brasileiro acha que tem que ser do PT.

Brasileiro ainda é contra privatização da Petrobras: falta ligar “lé” com “cré”

O petróleo é deles pois a Petrobras é estatal
Segundo uma pesquisa do Datafolha, ( lembrando sempre,da aderência editorial deste jornal ao petismo) a maioria da população brasileira ( que não tem a mínima noção sobre o tema) é contra a privatização da Petrobras, mesmo após o escândalo que ficou conhecido como petrolão: 61% dos entrevistados no país disseram ser contra a privatização da empresa. Apenas 24% defenderam a venda do controle da companhia, que vive a maior crise desde sua criação, em 1953. Outros 5% se disseram indiferentes, e 10% não souberam responder. Foi a primeira vez que o instituto perguntou sobre o tema.
Pelo visto, pouco tem mudado nesse sentido, mesmo com tantos escândalos de corrupção envolvendo estatais ou abuso político e má gestão. Recomendação da leitura do livro PRIVATIZE JÁ de RODRIGO CONSTANTINO pela editora LeYa em 2012, que diz na na introdução: “Persiste entre os brasileiros uma visão bastante crítica ao processo de venda das empresas estatais. Uma pesquisa de 2007 feita pelo instituto Ipsos e encomendada pelo jornal O Estado de São Paulo mostrou que mais de 60% dos entrevistados são contra a privatização de serviços públicos. A maioria absoluta da população condena uma hipotética venda do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal ou da Petrobras. Pelo menos na opinião dos habitantes, privatizar não está na moda no Brasil”.
O livro é uma tentativa de apresentar ao leitor argumentos fortes em defesa da privatização, em linguagem acessível e com muitos, muitos dados estatísticos. Infelizmente, boa parte da população, como podemos ver, continua imune aos argumentos racionais e aos fatos históricos. Muitos conseguem repudiar o PT, entendem que uma quadrilha se instalou na Petrobras para pilhar “nossa” estatal, mas na hora de chegar à conclusão lógica, de que o melhor remédio é tirar essa tentação e possibilidade da mão de políticos, o nacionalismo estatizante vem à tona e eles passam a rejeitar a privatização.Talvez por isso o brasileiro suporte 40 % de carga tributária sobre o seu bolso.;
Curiosamente, outra pesquisa mostra que mais de 80% dos brasileiros acreditam que a presidente Dilma sabia da corrupção na estatal: De cada 10 brasileiros, 8 acreditam que a presidente Dilma Rousseff sabia da corrupção que acontecia na Petrobras, investigada pela força-tarefa da Operação Lava Jato. É o que mostra pesquisa Datafolha feita nos dias 16 e 17 em todo o país. Também é majoritária a parcela dos que acreditam que a petista, além de ter conhecimento do esquema, deixava que ele operasse livremente. Do total de entrevistados, 61% acham que ela “deixou” que ocorressem os crimes. Outros 23% dizem que, apesar de saber, Dilma “não poderia fazer nada” para impedir.


Ou seja, a maioria entende que o governo, em seu mais alto escalão, usava a estatal para benefício próprio ou do partido, mas mesmo assim prefere preservar a empresa nas mãos do governo, na esperança de que outros governantes façam tudo diferente. Não nego que o governante faz diferença. Basta lembrar da gestão da Petrobras na era FHC, mais profissional, com presidentes respeitados e apartidários, mais blindada da politicagem. Mas ainda assim o mecanismo de incentivos não é o mais adequado para a maximização do valor da empresa, e o risco de uso político estará sempre presente.

O que é bizarro é que tanta gente não seja capaz de ligar que o petrolão existe porque a Petrobras é estatal. Não temos o “Valão”, justamente porque a Vale foi privatizada, tornando-se uma empresa mais eficiente e livre da influência política (apesar de o governo petista continuar tentando controlar as decisões na empresa, por ainda ter os fundos de pensão estatais como acionistas majoritários). É pelo fato de a empresa ser estatal que ela pode cair nas garras de uma quadrilha disfarçada de partido. Por que não evitar tal risco transferindo seu controle para a iniciativa privada?
Há uma só explicação que consigo pensar, além da pura defesa de interesses pessoais: o preconceito ideológico. Os brasileiros foram acostumados a ver o estado como uma espécie de Deus laico, que iria cuidar dos interesses nacionais, enquanto olha para a iniciativa privada com profundo desdém e desconfiança. O lucro como motivador é desprezado por muitos, ainda que em suas vidas tomem decisões práticas buscando justamente maximizar seus ganhos. O lucro ou o ganho só é ruim quando é dos outros? É ideologia pura, desprovida de embasamento teórico ou empírico.                                                          

Não querem privatizar a Petrobras, decidindo manter o estado como empresário do petróleo, porque ainda caem na ladainha de que “o petróleo é nosso”, e que o estado será o melhor protetor de nossos interesses na empresa. Essa postura, vale notar, vem tanto da esquerda como da direita nacionalista cabocla ambas filhas do patrimonialismo português.. É não aprender nada com a experiência. É tapar os olhos para não enxergar a relação causal entre petrolão e controle estatal. O brasileiro precisa deixar o preconceito um pouco de lado para absorver os argumentos lógicos em defesa da privatização.                                                             
                                     Como despoluir a mentalidade estatólatra do brasileiro
                                                                           
                                                                    
                                                                           

O perfil do brasileiro descrito com perfeição por um artista nacional

Nunca na história deste país, lembram deste mote de lulacachaça?  um artista brasileiro, definiu com tanta perfeição o que é estas baratas que povoam o mundo, enchendo o saco das pessoas cultas, com sua desagradável presença em países civilizados, Parabéns Ed Motta e vejam sou apreciador do bom e velho rock' n roll, mais o rapaz acertou em cima .

                                                                          .O cantor Ed Motta
O cantor Ed Motta postou a agenda de sua turnê europeia no Facebook e virou tema de discussão, não pelos shows, mas sim pelo texto com tom que utilizou, para quem acompanha as datas do giro. "Fico honrado em ser prestigiado pela comunidade brasileira, mas é importante frisar, não tem músicas em português no repertório, eu não falo em português no show", escreveu, antes de fazer o apelo: "pelo amor de Deus, não venha com um grupo de brasuca berrando 'Manuel' porque não tem, e muito menos gritar 'fala português Ed'... O mundo inteiro fala inglês, não é possível que o imigrante brasileiro não saiba um básico de inglês".Em seguida, o cantor explicou que o foco da turnê é o público europeu. "É um pessoal mais culto, informado, essas pessoas nunca gritaram nada, o negócio é que vai uma turma mais simplória que nunca me acompanhou no Brasil, público de sertanejo, axé, pagode, que vem beber cerveja barata com camiseta apertada tipo jogador de futebol, com aquele relógio branco, e começa gritar nome de time." Por fim, Motta pediu que o público com o perfil descrito não gastasse dinheiro para comparecer às apresentações. "Esse não é um show para matar a saudade do Brasil, esse é um show internacional. 
Não é uma radiografia perfeita deste novo Brasil surgido através do Lulacachaça?

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Regredimos, o pesadelo da inflação voltou.

O que fez o Plano Real dar certo antes de esta esquerda irresponsável trazer de volta todos os fantasmas que acompanharam o país na década de 80.

Reduzir as despesas do Estado e equilibrar o orçamento público;
Reduzir e controlar a quantidade de moeda em circulação;
Liberalizar os preços de quaisquer tabelamentos;
Liberalizar a taxa de juros;
Liberalizar a taxa de câmbio;
Eliminar todos os subsídios

Estes mecanismos acabaram tirando o país, da condição de pária internacional depois de anos de planos de estabilização econômica, onde o fortalecimento do estado regulador.sempre os acompanhava.


E o que fez a petralhada ? estimulou a demanda agregada, para que assim o país pudesse se recuperar do tombo causado pela crise dos Estados Unidos e da Europa. A taxa de juros foi reduzida de forma artificial, os bancos públicos passaram a emprestar dinheiro, sem solicitar garantias,para a população e o governo aumentou seus gastos ( para paga-los só com nossos impostos claro). Os brasileiros então, munidos com cartões de crédito de todos os tipos, foram de forma irresponsável às compras, o que gerou uma forte pressão na demanda e claro o aumento de preços..


Dessa forma, as pessoas puderam comprar casas, móveis, eletrodomésticos e vários outros produtos. Entretanto, o governo não apenas aumentou a emissão de moeda (que gera inflação, inflação não é aumento de preços isto é consequência), como também fez com que inúmeras pessoas de endividassem. Atualmente, o brasileiro médio possui 45% de sua renda comprometida com o pagamento de dívidas
.
A inflação de preços atual, portanto, é maior do que a do período FHC, uma vez que a forte valorização cambial do período foi uma das componentes que mais contribuiu para a escalada de preços. Além disso, o reajuste dos preços administrados contribuiu para o aumento do índice.

O leitor tem que se lembrar de que, antes do governo FHC, o Brasil estava vivendo uma hiperinflação. Logo, para um governo que assumiu conseguindo resolver esse problema, uma taxa de inflação de 7%, 9% ou até mesmo 12% era uma conquista. Contudo, após a estabilização monetária e com as contas públicas saudáveis,

Portanto, a qualidade da inflação de cada governo é bem diferente. Por mais que a elevação da mesma durante o governo FHC também tenha ocorrido após 1999 , tal fato ocorreu por conta da forte desvalorização do câmbio e da elevação dos preços administrados. Já a inflação atual, é fruto de um aumento forçado da demanda agregada, que elevou o consumo das famílias, investimentos privados, e gastos públicos, através da concessão de crédito barato e redução da taxa de juros, sem que houvesse poupança para isso.

No link abaixo ha uma comparação de preços de ontem quando de fato plano real funcionava e os mesmos produtos com seus respectivos preços após a quadrilha marxista ter assumido o poder com o apoio daqueles que serão os maiores penalizados, é só ir clicando e comparando.

http://economia.terra.com.br/20-anos-do-real/

                                                                           

                                                                         

                                                                               

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Contra o Comunismo ontem e hoje.por favor

Foro de São Paulo ( PT e partidos de esquerda ) criado em 1990 tem como escopo o projeto de Antonio Gramsci, o mesmo consiste basicamente em ludibriar toda a sociedade para que aceite o socialismo sem percebê-lo, até que o partido que comanda o processo adquira - são palavras dele - "o poder invisível e onipresente de um imperativo categórico de um mandamento divino". Nessa perspectiva, o Partido é o único juiz de si mesmo e pode fazer o que bem entenda, sem prestar contas à população e sem nem lhe explicar o que está acontecendo.
A estratégia de Antonio Gramsci inclui como elemento essencial a "ocupação de espaços", que significa preencher com elementos da esquerda todos os postos na educação, na mídia, nas instituições culturais e, por fim, na administração pública, tomando de uma possível oposição 
Lula celebrava como apoteose da democracia o fato de que nas eleições presidenciais todos os candidatos fossem de esquerda. A esquerda tinha o monopólio absoluto da palavra, o restante da sociedade caiu na "espiral do silêncio" e perdeu até todo o desejo de falar.
O Foro de São Paulo articula, numa estratégia global, partidos legais e organizações criminosas de terroristas, de narcotraficantes, de seqüestradores. Isso faz dele, como um todo uma organização criminosa. Em segundo lugar, o Foro de São Paulo atuou sempre de maneira clandestina, 
E ai fica a pergunta, como se pode admitir que a política de um país ou, pior ainda, de vários deles, seja determinada por uma entidade clandestina, calculada, nas palavras do senhor Lula "para que ninguém soubesse do que estávamos falando"? Como pode haver normalidade democrática se as decisões são tomadas em conluio com criminosos estrangeiros e se nós, o povo não tem sequer o direito de saber do que eles estão falando?
Mais como chegamos a este ponto simples segundo o filosofo Olavo de Carvalho que chamam de expoente do pensamento liberal ( quando na realidade é conservador ) e qual a diferença ?
O liberal privilegia a argumentação econômica, fazendo vista grossa à guerra cultural, que é justamente o ponto principal da estratégia da esquerda. Já os conservadores,INSISTEM NO COMBATE CULTURAL E MORAL.

Segundo Olavo, a adoção do sistema de alfabetização chamado "socio-construtivista", criado inteiramente por estrategistas comunistas como Lev Vigotsky, Emilia Ferreiro e Paulo Freire transformou as crianças em servos dóceis de um movimento político, com total desprezo pelo desenvolvimento real das suas capacidades. Hoje em dia está mais do que provado que o sistema sócio-construtivista destrói a inteligência das crianças e produz até mesmo lesões cerebrais. Os responsáveis pela adoção desse sistema são diretamente culpados pelo fracasso retumbante das nossas crianças, amplamente comprovado pelos testes internacionais. Esses homens não são educadores, são criminosos
                                                   

terça-feira, 7 de abril de 2015

Diante de encargos despóticos sobre as empresas, terceirização sim.

Porque tanto medo da terceirização?

(PL 4330), 90 % da população nem sabe o que é , estão mais preocupados quem sairá vencedor do BBB .
É só explicar que o objetivo do projeto é tornar ágil, a contratação através de empresas comprovadamente especializadas de mão de obra qualificada para execução de tarefas.
A legislação dará confiança e base legal para algo que  esta ai, que é a terceirização do trabalho.
A proposta abrange o setor privado e público, claro os barnabés concursados ( o projeto prevê que o setor público possa contratar terceirizados em vez de abrir concursos públicos, além de arcar com os encargos previdenciários). ficam apavorados, e não haverá brechas para sonegação de impostos, daqueles empresários que se acham espertos.
As empresas vão ganhar mais competitividade e liberdade operacional. A ideia é que as contratantes fiscalizem se as terceirizadas estão cumprindo com todas as obrigações trabalhistas e previdenciárias, tais como pagamento de salários, horas-extras, 13º salário, férias, entre outros. Neste ponto, o governo quer que as contratantes fiquem responsáveis por recolher a contribuição previdenciária dos trabalhadores terceirizados (depósito dos empregados no FGTS).
As esquerdas corporativistas estão preocupadas com o que?O projeto também prevê que o contratante fiscalize suas terceirizadas. Se não o fizer, a empresa arca como responsável 'solidária' de problemas trabalhistas na terceirizada, ou seja, responde conjuntamente na Justiça por eventuais débitos tributários, por exemplo.
Haverá um espécie de Security Bond ( Seguro Garantia) Fundo -  o depósito obrigatório pela fornecedora de mão de obra para um fundo que será utilizado pela empresa contratante, caso a empresa terceirizada não cumpra com suas obrigações trabalhistas. A previsão é que seja recolhido entre 4% a 6% do valor do contrato.
Vejam porque os sindicatos estão contra, não é pelas perdas entre aspas dos trabalhadores mais sim pela perda do recolhimento da contribuição sindical compulsória que hoje é feito ao sindicato da categoria correspondente à atividade do terceirizado e não da empresa contratante.
Vejam como isto é inacreditável, para que estas agremiações que financiam, manifestações a favor do governo vermelho e outras sinecuras para a aristocracia sindical viverem numa boa é que eles são contra.  

Encargos despóticos sobre as empresas O custo do trabalhador, em média, pode chegar a 2,83 vezes - ou 183% - o salário que ele recebe da empresa, no caso de vínculo de 12 meses de duração do contrato, de acordo com estudo que o Centro de Microeconomia Aplicada da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e a Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgaram nesta quarta-feira em São Paulo.
Neste caso, se um trabalhador tem salário mensal bruto R$ 730, o custo dele é de R$ 2.067,44 para a empresa. Isto, segundo o estudo, não deriva apenas de encargos, mas de um conjunto de obrigações acessórias, benefícios negociados, burocracia e até da gestão do trabalho.
No total, a pesquisa contemplou 34 componentes, entre eles o décimo terceiro salário, adicional de férias, vale-transporte, INSS do empregador, administração de pessoal, licença maternidade e Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). "Estes itens não exaurem todos os custos porque há nas planilhas das empresas outros custos indiretos que não foram contemplados na pesquisa", disse o professor da FGV, André Portela. "O trabalhador que é doente, por exemplo. Por faltar mais, ele custa mais para a empresa."
A pesquisa utilizou como objeto de estudo, segundo seus organizadores, duas empresas do setor têxtil, uma de Santa Catarina e outra de São Paulo. A FGV e a CNI acreditam que a metodologia pode ser aproveitada em outras empresas de outros setores.
O custo do trabalhador, no entanto, pode cair para 2,55 vezes o salário - ou 155% - se o vínculo se estender para cinco anos. Neste caso, utilizando o mesmo exemplo, um trabalhador que recebe R$ 730 mensais representa um custo para a empresa de R$ 1.858,89. Esse valor cai devido a fatores como aviso prévio indenizado, multa do FGTS e investimentos em treinamento e formação específicos. Isso ocorre porque, segundo a pesquisa, no prazo mais longo o empresário tem mais tempo para diluir vários custos. 
Pesquisa calcula salário sem direitos trabalhistas
O trabalhador adepto das ideias liberais como o amigo que vos fala, disposto a abrir mão dos direitos trabalhistas, poderia ter ao fim do mês um aumento salarial de 58,64% a 134,67%.
Para o contrato com duração de um ano, se o empregado conseguisse negociar com o patrão a incorporação ao salário dos valores destinados aos encargos trabalhistas, o salário subiria para R$ 1.158,12. Para o contrato de cinco anos, o repasse dos valores para o bolso do trabalhador equivaleria a um reajuste de 134,67%, o que levaria seu vencimento mensal de R$ 730 para R$ 1.713,14. "É o que na pesquisa chamamos de salário equivalente", explicou o professor da FGV, Vladimir Pinheiro Ponczek.
Para a situação mencionada acima Sugestão ao invés de dar 18 % que representa o FGTS, a multa sobre o FGTS que juntos respondem por 18% dos custos totais da empresa com a contratação e manutenção de um trabalhador.Que tal pegar este custo e depositar em uma conta capitalizada em nome de cada trabalhador para formatar um fundo de previdência complementar?

                    Vejam o manicômio que uma empresa brasileira  é obrigada asuportar
                                                                             





segunda-feira, 6 de abril de 2015

Os impostos não aceitam desaforo, nobres esquerdistas

O Ajuste Fiscal necessário, graças a irresponsabilidade da esquerda deste país que desperdiçou nossos impostos.


O ajuste fiscal que a dupla Levy-Barbosa está preparando deve conter um elemento forte de aumento de impostos: seja a volta da CIDE nos combustíveis, o fim da “desoneração” do IPI e, se depender de alguns aliados, até uma nova tributação sobre dividendos.
Esse pacote de maldades tem causado apreensão e desânimo no setor privado, que prefere um Governo criativo ( algo raro de se encontrar entre latinos) que ache onde cortar a um Governo que faça o mesmo de sempre: aumentar uma carga fiscal que já está entre as maiores do mundo.
Mas com o arrocho fiscal com cara de fato consumado, a recusa de cada setor da sociedade em ser ele a pagar a conta do ajuste remete à velha questão da “meia-entrada” no debate econômico.
A evidência mostra que quando todos na sociedade desfrutam de algum benefício particular — como a meia-entrada no cinema para estudantes e idosos — os preços acabam subindo para todos. Como não existe almoço grátis, o que as empresas e governos fazem é deslocar o custo do benefício de um setor para os ombros de outro. No final, cada setor se vangloria de ter a sua vantagem, o seu cartório, mas os custos para a sociedade como um todo sobem.
Traduzindo isto para o debate fiscal: todo mundo é a favor do superávit primário, desde que seus impostos não subam, ou que os benefícios e privilégios públicos recebidos não sejam reduzidos.
O economista Marcos Lisboa tem alertado a sociedade para o problema da meia-entrada, que ele considera um traço marcante do desenvolvimento institucional do Brasil. Hoje vice-presidente do insper, Lisboa trabalhou na agenda de micro reformas Na época, a equipe conseguiu avanços importantes como na área de crédito (com o consignado e as letras de crédito), a reforma do mercado imobiliário, a nova lei de falência e a abertura do mercado de resseguros.

Mesmo morto, Ronald Reagan nunca envelhece

Ronald Reagan completaria 104 anos no dia 6 de fevereiro.
O ator que se elegeu presidente dos EUA tornou-se, ao lado de Margaret Thatcher, o porta-voz da mensagem de que o Estado deve ser minúsculo e eficiente.
No Brasil, onde a ideia getulista de que o Estado é o pai de todos moldou gerações, muita gente ainda acha que reduzir o Estado é coisa do demônio, ou, numa versão muito popular na esquerda, “de empresários que querem comprar as estatais barato”.
Estas pessoas agora estão aprendendo que nada desvaloriza mais uma estatal do que uma gestão feita por políticos, com políticos e para os políticos.
Ideologia à parte, a realidade do Brasil dos últimos anos é a seguinte: desde o Plano Real os gastos do Estado crescem mais do que o PIB (e, nos últimos anos, mais do que a arrecadação). O Governo plantou subsídios e colheu baixo investimento e estagflação, enquanto a gigantesca máquina pública foi ‘privatizada’ — mas não do jeito que você imaginava.
Até os que sempre satanizaram Reagan deveriam se perguntar o óbvio: Quanto é que cada um de nós paga ao Estado em impostos, e quanto recebe de volta em serviços? Que tarefas devem ser do Estado, e quais deveriam ser deixadas nas mãos da iniciativa privada?
Vamos a algumas de suas máximas:

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quinta-feira, 2 de abril de 2015

As invencionices dos vermelhos contra o livre mercado.

As invencionices da esquerda sobre os liberais e o liberalismo

1. “Os liberais são contra os pobres”
Esse é o mais comum e o mais baixo de todos os mitos. Os defensores do livre mercado não são contra os pobres. Só acreditam que melhor caminho para a prosperidade de um povo é dar aos cidadãos liberdade para realizarem trocas e transações voluntárias entre si e com cidadãos de outros países. Massas humanas deixaram a miséria na China, na Coreia do Sul, na Indonésia e no Brasil por causa do crescimento da economia e dos negócios, não o contrário. E não foi o liberalismo, e sim o socialismo, que espalhou a miséria pela Etiópia, Cuba e Coreia do Norte.

2. “Os liberais estão do lado dos ricos”
Imagine que você é dono de uma grande empresa. Numa posição dessas, seu maior medo é perder clientes para a concorrência. Seu paraíso é o monopólio imposto pelo governo. Sem concorrência, você poderia cobrar mais caro e parar de se preocupar em inovar e melhorar os produtos. Não à toa, grandes empresários tupinambás claro, frequentemente estão contra o livre mercado: pressionam governos para aumentar barreiras alfandegárias e aumentar regras que afastem concorrentes. Ao defender o livre mercado e a livre concorrência, liberais incomodam ricos e grandes empresários brasileiros por isso se aliam a esquerda politica..

3. “Os liberais pregam o egoísmo”

Liberais são contra obrigar as pessoas a agir desta ou daquela maneira. Por isso, são contrários a obrigar um cidadão a ser caridoso ( um legado do cristianismo). Mas tampouco querem obrigar os outros a serem egoístas. Num mundo liberal, as pessoas continuam tendo o direito de organizar protestos, contribuir com os pobres, doar boa parte de sua fortuna para programas de ajuda humanitária, financiar ONGs, ajudar viciados, dar bolsas de estudo no exterior ou doar móveis usados para o Exército da Salvação.

4. “Os liberais são contra o Bolsa Família”

Aqui depende dos liberais. Muitos deles são contra o Bolsa Família porque ele se baseia numa caridade compulsória – e não se deve obrigar as pessoas a serem caridosas. Mas muitos liberais apoiariam um Bolsa Família muito maior se os recursos viessem de contribuições voluntárias e não saindo de nossos impostos. E por incrível que pareça, há ainda os“liberais de esquerda”, como a turma do Mercado Popular, para quem o governo deveria fechar e privatizar quase todos os seus departamentos e se limitar a um grande programa de transferência de renda, que garanta um nível mínimo de qualidade de vida aos mais pobres.

5- “Liberais não ligam para a desigualdade de renda”

Verdade. Liberais se preocupam com a miséria (a condição absoluta) dos mais pobres, mas ligam muito menos para a condição relativa dos pobres (a desigualdade). Uma sociedade livre não combina com igualdade porque as preferências e necessidades das pessoas são desiguais. Mesmo se todo o dinheiro do mundo for dividido igualmente, as pessoas optarão por dar mais dinheiro e audiência a algumas empresas e indivíduos em detrimento de outros, gerando desigualdade. Como arrematou o filósofo Robert Nozick, a desigualdade é inevitável numa sociedade livre porque. A liberdade perturba os padrões.