quarta-feira, 1 de abril de 2015

A psicopatia de Lula não tem limites, até quando?

            Discurso proferido no Sindicato dos Bancários SP o camarada é de um cinismo impar.
                                                                       

Com o cinismo que caracteriza Lula, Dilma e demais quadrilheiros petistas, Dirceu diz que ´a Petrobrás é nossa e ninguém tasca’ os amigos entenderam ?empresa e deles.

Este discurso esquerdista acima é justamente para manter estes paquidrmes nas maõs deles Se fosse uma empresa privada, assim como Vale do Rio Doce a Petrobrás estaria ganhando em eficiência administrativa e seria do povo brasileiro e não servindo a máfias e empresários desonestos que olham esta empresa como um espólio a ser saqueado diariamente. Vejam a diferença entre empresas estarem em mãos do Estado ( sustentando défcits com nossos impostos) e nãos mãos do empresariado privado ( visando lucro)

Ao atacar as privatizações feitas ao longo da década de 90, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou duas acusações aos governos de seus antecessores. - a de que o processo de desestatização teria acarretado prejuízo ao país. Trata-se de uma repetição da velha crítica feita pela esquerda sobre certa "onda neoliberal" que teria se abatido sobre o país nos anos 90 e fragilizado a economia brasileira. . O quadro ao lado traz um resumo do efeito da venda das estatais no desempenho das empresas.A primeira coisa que salta aos olhos é a fantástica recuperação que elas tiveram assim que saíram das mãos do Estado. Os números impressionam. Verifica-se um crescimento expressivo nos indicadores de saúde financeira a partir do momento em que os gestores se libertaram da ingerência política inerente a uma estatal e puderam tocar as empresas segundo a lógica da economia de mercado. No caso da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), por exemplo, o faturamento pulou de 1,5 bilhão de reais em 1994 para mais de 12 bilhões no ano passado. Movimento semelhante observa-se nos dados da Usiminas, cujo faturamento foi multiplicado por 5 desde 1991. O lucro das empresas privatizadas também subiu de maneira assombrosa. No caso da Vale do Rio Doce, uma das maiores empresas mineradoras do mundo, o lucro saltou de 325 milhões de dólares em 1997 para 1,5 bilhão em 2014. A Embraer é outro exemplo fantástico de recuperação na lucratividade. A empresa amargou um prejuízo de 321 milhões de reais em 1994. No ano passado, o lucro foi de quase 600 milhões.O sucesso dessas empresas tem sido vital para o desenvolvimento do Brasil. O exemplo do setor de telefonia é revelador. Desde 1997, ano do leilão das empresas telefônicas, o país saiu do tempo das cavernas em matéria de telefonia para contar com tecnologia de ponta. O maior beneficiário tem sido o cidadão comum. O número de linhas fixas e de celulares no país saltou de 27 milhões em 1998 para os atuais 105 milhões. Outro setor privatizado que tem tido resultados expressivos é o ferroviário. Sucateadas nos últimos anos do período estatal, as empresas hoje privadas têm recebido um aporte considerável de investimentos. Vendida em 1997, a América Latina Logística (ALL) é um bom exemplo da recuperação observada no setor. A malha de trilhos passou de 6 300 quilômetros em 1997 para os atuais 7 200 -- e o volume transportado mais que dobrou. Recuperação semelhante se observa no setor rodoviário -- pelo menos nas estradas que foram privatizadas. Segundo balanço da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR), que reúne 36 concessionárias em sete estados, o investimento realizado desde 1998 soma quase 10 bilhões de reais. "São exemplos de como a privatização pode ter impactos que se multiplicam na economia", diz o economista Celso Toledo, da consultoria MCM. "Dá para imaginar as empresas do país funcionando sem telefones ou o agronegócio sem formas de escoar a produção?"É interessante acompanhar o que aconteceu com o emprego nas empresas que saíram das mãos do Estado. Os críticos da privatização sempre afirmaram que a lógica da competição obrigaria as ex-estatais a demitir milhares de funcionários. De fato, num primeiro momento, foi exatamente o que aconteceu com a maioria delas. Algumas operam até hoje com menos funcionários, apesar do expressivo crescimento da produção. A ALL é um exemplo -- o número de funcionários caiu pela metade desde a privatização. No entanto, há também vários casos mostrando o contrário. Muitas companhias ganharam musculatura ao passar para o setor privado e, com o tempo, sentiram necessidade de contratar. O caso da Embraer é emblemático. O crescimento espetacular na venda de aviões -- as encomendas saltaram de quatro aviões em 1996 para 148 no ano passado -- foi acompanhado de aumento no pessoal. O quadro de funcionários dobrou. Também foi o que ocorreu com a Vale -- o número de empregados passou de 17 000 em 1997 para 30 000 em 2014.O governo também parece ter ganhado no processo. Como boa parte das empresas dava prejuízo (ou, na melhor das hipóteses, obtinha um lucro modesto), o volume de impostos e dividendos pagos à União não era dos maiores. A recuperação das companhias trouxe de volta o lucro -- e o caixa do governo saiu ganhando. A CSN, por exemplo, não pagou nenhum dividendo ao governo em seu último ano como empresa estatal (1992). No ano passado, entrou mais de meio bilhão de reais em impostos nos cofres públicos. É exatamente o montante pago por outra empresa privatizada, a Embraer. Mas o be nefício das privatizações não foi apenas obtido com a receita de impostos. O governo na época ganhou também com o dinheiro obtido nos leilões de privatização. Ao todo, foram arrecadados 105 bilhões de dólares, dinheiro utilizado para abater a dívida pública. Essa redução no endividamento traz dois ganhos para o setor público. Por um lado, há uma queda imediata no tamanho da dívida do governo -- estimada por especialistas em cerca de 4% do PIB. É um efeito que se observa no momento da venda. Mas há também um efeito secundário nos anos subseqüentes. Como a dívida cai, o governo deixa de pagar juros sobre essa parcela. Portanto, na hora de contabilizar o impacto fiscal das privatizações, é preciso somar as duas parcelas. Além disso, é necessário considerar que a crise fiscal das últimas décadas praticamente inviabilizou o investimento público. Portanto, ao vender as estatais o governo se livra de um ônus crescente em termos de gastos nessas empresas. "Nenhuma companhia pode se dar ao luxo de ficar anos sem investir", diz o consultor Sérgio Abranches. "Mas o Tesouro vinha tendo dificuldades crescentes de dar conta do recado, o que jogava as estatais rapidamente para a obsolescência."Não deixa de ser curioso que a privatização, apesar de tantos números positivos, tenha atualmente tão poucos defensores. Parte da explicação está na crise energética de 2001. Naquela época, os partidos então na oposição, capitaneados pelo PT, venderam a idéia de que a falta de luz devia-se à privatização do setor energético. A maioria dos especialistas discorda do diagnóstico, já que os problemas se concentraram na geração de energia, que continuava (e continua) em mãos estatais. "Mas o fato é que as pessoas passaram a associar a privatização com algo negativo para o bem-estar geral", diz o economista Fábio Giambiagi, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Também não ajudou a defesa tímida, quase envergonhada, dos representantes do governo passado. "Como, de um lado, havia muita gente criticando e, de outro, ninguém defendendo, passou a idéia de que a privatização não era mesmo uma coisa boa."Mas talvez o principal motivo para a falta de apoio à idéia da privatização, especialmente nos meios políticos, seja o efeito que a venda de estatais traz à vida em Brasília. Conta-se aos milhares o número de cargos públicos que foram eliminados pelo programa de desestatização. Só a Telebrás tinha 27 subsidiárias nos estados, todas com o seu presidente, diretores e dezenas de assessores. A privatização acabou com um festival de nomeações de apadrinhados políticos. "Não há dúvida de que a insatisfação dos políticos foi um fator que ajudou a barrar a privatização nos últimos anos", diz o economista Armando Castelar Pinheiro, do Ipea. Portanto, quando ouvir algum político de Brasília reclamando da privatização -- seja ele um deputado, um ministro ou o presidente da República --, convém lembrar que não se trata de uma opinião desinteressada. É saudade dos bons tempos do empreguismo.Os números mostram que as empresas que saíram das mãos do Estado são hoje muito mais lucrativas do que antigamente. Comparando o desempenho das companhias privatizadas a partir do início dos anos 90, conclui-se que todas ganharam eficiência e operam com maior produtividade. A produção cresceu bastante e o resultado foi um salto significativo no lucro.                                                          O só observar o quadro abaixo e constatar os benefícios das privatizações.

Antes da privatização
Depois da privatização
CSN (Privatizada em 1993)
Faturamento (em bilhões de reais)
1,5
12,2
Produtividade (toneladas produzidas por funcionário)
282
946
Embraer (Privatizada em 1994)
Lucro (em milhões de reais)
-321
588
Número de aviões entregues
4
148
Vale do Rio Doce (Privatizada em 1997)
Faturamento (em bilhões de dólares)
3,9
5,5
Fatia das vendas no mercado mundial
19%
33%
ALL (América Latina Logística) (Privatizada em 1997)
Faturamento (em milhões de reais)
194
854
Volume transportado (tonelada por km)
6
14
Telefônica (Telesp) (Privatizada em 1998)
Faturamento (em bilhões de reais)
4
13
Tempo de instalação de uma linha
Até 4 anos
Até14 dias

               


                                                                          


terça-feira, 31 de março de 2015

Porque será que o PT que afastar o financiamento privado das eleições?

                                             

O PT chegou ao poder beneficiado pelo modelo mais sujo de financiamento público de campanha. As primeiras prefeituras conquistadas montaram esquemas com empresas de recolhimento de lixo e de transporte coletivo, concedendo-lhes gordos contratos e tarifas, dali retirando sacos pardos recheados de dinheiro público para pagar as campanhas eleitorais do partido. Com Lula no poder, o Mensalão foi criado pelo José Dirceu com verbas oficiais desviadas do fundo de publicidade da Visanet do Banco do Brasil e de um propinoduto nos Correios, BMG e Banco Rural, também alimentados por negociatas com o governo. Se o Mensalão pagou a reeleição de Lula, o Tesouro Nacional pagou a eleição de Dilma, resultado de uma impressionante campanha eleitoral oficial promovida pelo ex-presidente, que deixou uma herança maldita que estamos pagando hoje e pagaremos pelos próximos anos. Portanto, na prática, o PT já adota, por debaixo dos panos, o financiamento público de campanha. O que ele quer é impedir que as empresas que defendem o capitalismo, a propriedade privada, o lucro, a liberdade de imprensa, entre outros valores, possam contribuir, com o seu dinheiro, para as campanhas de candidatos que apóiem estas teses. O PT quer matar os adversários à míngua.  Para o partido dos trambiqueiros, nada muda com a adoção do financiamento público de campanha. Foi com dinheiro público que eles reelegeram Lula. Foi com dinheiro público que eles elegeram Dilma. É com dinheiro público que eles vão sair por aí erguendo esta falsa bandeira da ética, enquanto metem a mão no bolso do brasileiro. O PT é o partido do Mensalão, do DNIT e de todas as mazelas e malfeitos do país. Que a oposição jogue logo na lama esta bandeira que o PT cinicamente quer levantar.

Para aqueles que acham que o problema esta no apoio das empresas dentro da lei a candidatos
1) Países que proíbem doações empresariais estão entre os mais corruptos do mundo
O Paraguai proíbe doações de empresas a campanhas políticas. Isso significa que o Paraguai é um país livre de corrupção? Bem, é o contrário: ele está 150º lugar no índice de percepção da corrupção da Transparência Internacional (o Brasil está bem melhor no índice, em 64º lugar). Doações de empresas também são proibidas no México, Colômbia, Peru e Egito, que também estão pior no ranking que o Brasil.
O Butão, o único país do mundo que adota o modelo proposto pelo PT de financiamento 100% público de campanha, está em 30º lugar. Menos corrupto que o Brasil, é verdade, porém mais corrupto que diversos outros países que autorizam doações privadas.
2) Em países onde a corrupção é pequena, o financiamento privado é permitido
A Suíça é um dos países menos corruptos do mundo – o quinto país com menor percepção de corrupção de acordo com a Transparência Internacional. Financiamento 100% público de campanha? Longe disso. Na verdade, o financiamento da política suíça é completamente privado e sem transparência alguma. Não existe lei federal obrigando os partidos prestarem contas. Apenas dois dos 26 cantões editaram leis sobre o assunto, e apesar de discussões ocorrerem, não existe nenhuma movimentação real para mudar a lei.
3) Doações de empresas a políticos já foram proibidas no Brasil e o resultado foi mais corrupção
Durante toda a ditadura militar, empresas não poderiam doar a partidos políticos – um claro golpe para asfixiar os movimentos de oposição ao regime. A proibição só caiu depois de 1993, quando ficou óbvio que a regra surtia o efeito contrário, criando incentivos para a criação de caixa 2 e outras práticas corruptas.
4) As pessoas não devem ser obrigadas a doar dinheiro a partidos com os quais não concordam nem ser proibidas a doar aos partidos que preferem
Quem dá importância à liberdade dos cidadãos concorda que não é correto obrigá-los a financiar partidos – o que na prática acontece quando se impõe um fundo partidário. Um militante comunista não deve ser obrigado a contribuir com um político liberal, e vice-versa.
Do mesmo modo, se as pessoas acham por bem doar seu próprio dinheiro a um partido ou uma organização, não devem ser impedidas a isso numa sociedade que dá importância à liberdade individual. Na Holanda, os partidos colhem assinaturas mensais de seus apoiadores – medida que não será possível no Brasil se o financiamento privado for proibido.
5) O financiamento 100% público será uma festa para Levy Fidelix aquele quer o Aerotrem ligando a casa dele ao primeiro Shopping.
Quanto mais dinheiro a saber nossos impostos estiver disponível no fundo partidário, maior será o incentivo para a criação de partidos sem ideologia, sem eleitores e sem interesse em vencer eleições. Será a festa de Levy Fidelix e demais políticos que só mantém partidos porque todos os anos ganham uma bolada do fundo partidário. Até que há aí uma boa notícia: o horário político ficará ainda mais bizarro e divertido.

                                                                         


domingo, 29 de março de 2015

" Sigamos a cruz, pois se tivermos fé com este símbolo venceremos"

Evangélico não é apenas aquele que segue o protestantismo, mas todo aquele que de uma forma ou de outra tem sua doutrina baseada no Evangelho de Jesus, como os espíritas e os católicos, entre outros, afinal o Evangelho de Jesus não é privilégio de uma ou de outra religião. Além disso, quero dizer que sou espírita (ou kardecista, como muitos chamam o espiritismo, embora prefira o termo criado por Kardec, que é espiritismo e que é o correto), mas conheço um pouco de história das religiões antigas e contemporâneas.
Respondendo a sua pergunta nos termos usados por você, os evangélicos históricos ou tradicionais são aqueles que seguem as correntes protestantes oriundas de:
1) Lutero (são os LUTERANOS. Lutero queria denunciar falhas na condução do catolicismo e pregava mudanças no mesmo, se posicionando por exemplo, contra a venda de indulgências),
2) Calvino (são os PRESBITERIANOS e os CONGREGACIONALISTAS. Calvino queria reformar mesmo a religião, com uma maior observância da Bíblia e a princípios morais rígidos, de onde surgiram os antigos puritanos).
Além destas, temos como correntes protestantes históricas surgidas na Inglaterra:
3) ANGLICANISMO (é a igreja Anglicana, que surgiu apenas para satisfazer a um capricho do rei da Inglaterra, Henrique VIII, que queria se divorciar, contra a vontade do Papa. Criada a igreja, nomeou-se Chefe Supremo da Igreja da Inglaterra, que a nosso ver contraria o espírito da Reforma Protestante, que contestava exatamente haver uma liderança na igreja católica).
4) METODISMO (são os Metodistas. Inicialmente, eram discípulos de John Wesley, o qual deixou a igreja Anglicana para pregar nas ruas da Inglaterra. São conhecidos metódicos por sua estrita observância religiosa).
5) BATISTAS (Surgiram na Inglaterra e pode ser considerada dissidência da Igreja Anglicana. Rejeitam o batismo infantil (por aspersão de água) e adotaram um "batismo de fé" de adultos, pela imersão em água).
Depois a próxima corrente protestante a surgir foi o PENTECOSTALISMO, no início do século XX. Os pentecostais (Congregação Cristã no Brasil, Deus é Amor, Assembléia de Deus, Maranata, ...) eram os "crentes" estereotipados, ou seja: mulheres de cabelos compridos e saia, homens de terno e Bíblia na mão. Para os pentecostais, o ascetismo (recusa de usufruir dos prazeres da carne) e o sectarismo (isolamento do restante da sociedade) são necessários pois só assim, entendiam, poderiam se manter concentrados em Deus. Uma das igrejas pentecostais (a Deus é Amor) chega a proibir os fiéis de freqüentarem praia, praticar esportes ou participar de festas. Às mulheres ainda é vetado cortar o cabelo e se depilar. Ás crianças com mais de 7 anos, é proibido jogar bola, graças a uma interpretação de um versículo da Bíblia que diz "desde que me tornei homem, eliminei as coisas de criança". Para os pentecostais, o mundo é simples: o que não é de Deus, é o Diabo.
Até a década de 50, o PENTECOSTALISMO (oriundo dos EUA) foi o que imperou no Brasil, até a chegada da nova corrente evangélica (também oriunda dos EUA): era o NEOPENTECOSTALISMO. Os neopentecostais (Evangelho Quadrangular, Universal, Internacional da Graça de Deus, Sara Nossa Terra, ...) inauguraram no Brasil, com a chegada da Quadrangular, um PENTECOSTALISMO de costumes liberais. Com o NEOPENTECOSTALISMO sairam de cena os homens de terno (os fiéis, bem entendido, pois os pastores continuam a usar) e saíram de cena também as mulheres de pernas peludas e entram em cena pessoas que se vestem com roupas comuns e que não se adequam às normas rígidas de conduta. Para resumir, NEOPENTECOSTALISMO, quer dizer que Monique Evans, Gretchen, Marcelinho Carioca podem se considerar "crentes" sem deixar de ser o que já eram.
Para os neopentecostais, os homens não são responsáveis pelos atos de maldade que cometem: é o Diabo que os leva a pecar. Em uma sessão de descarrego (Ué? Eles usam termos da Umbanda?) da Igreja Universal, o pastor disse que, se o fiel enfrenta um problema há mais de 3 meses, é provável que esteja carregando um encosto (Ué, de novo um termo da Umbanda???), mas que se esse problema durar 1 ano ou mais, aí não haveria dúvida, a culpa seria do diabo (eita, pobre diabo do diabo que sempre leva a culpa de tudo).
O NEOPENTECOSTALISMO também apresentou a novidade da música gospel (que vem do, quem adivinha? Isso mesmo, dos EUA) e os pastores passaram a pedir palmas para Jesus, como num autêntico show... da fé. Porém, a inovação mais profunda do Neopentecostalismo foi a Teologia da Prosperidade que deu ao neopentecostalismo o apelido de "fé de resultados".
A Teologia da Prosperidade, segundo o autor de "Supercrentes - O Evangelho Segundo os Profetas da Prosperidade", o cientista da religião e pastor Paulo Romeiro, faz o fiel encarar Deus como um office-boy, pois o crente dá ordens e determina o que pretende. Não há qualquer reconhecimento das fragilidades humanas e das suas necessidades em relação a um Deus superior. E FOI UM PASTOR QUEM DISSE ISSO, NÃO EU.
Outra diferença entre eles, ainda em relação a Teologia da Prosperidade, é a existente entre a afirmação de Edir Macedo e a do líder da igreja Maranata, Pastor Paulo Cézar Brito. Com as igrejas neopentecostais o dinheiro passou a ter nova função: é preciso dar para receber, por isso Edir Macedo teria escrito que "devemos formar uma sociedade com Deus. O que nos pertence (nossa vida, nossa força, nosso dinheiro) passa a pertencer a Deus (esperto esse Macedo, não?) e o que pertence a Deus (as bençãos, a paz, felicidade, alegria e tudo de bom) passa a nos pertencer". Em oposição a essa posição vem o líder da Maranata dizer que a afirmação de Macedo "é uma contradição. A Reforma Protestante começou justamente porque Lutero se levantou contra a venda de indulgências". NOVAMENTE, FOI UM PASTOR QUEM DISSE ISSO, NÃO EU. O líder da Maranata, outra denominação evangélica, pentecostal, rejeita, portanto, a Teologia da Prosperidade, que é própria do NEOPENTECOSTALISMO.
No mais, os pentecostais e os neopentecostais são iguais, porém diferentes, residindo estas diferenças em detalhes, tendo faltado falar das diferenças do dízimo e do sexo. O dízimo para os pentecostais segue o que está na Bíblia (não que eu concorde, só estou dizendo que está lá) e para os neopentecostais também, com a diferença que dando o dízimo o fiel poderá exigir que Deus o recompense. Já relativamente ao sexo, os pentecostais dizem que ele só serve para reprodução e quem busca prazer sexual está se entregando ao demônio; já os neopentecostais vêem o prazer sexual como uma benção de Deus, desde que aconteça entre o marido e a esposa. 
Finalizando, os Mórmons, os Adventistas e as Testemunhas de Jeová, embora tenham nascido no protestantismo, geralmente não são considerados evangélicos, porque além da Bíblia, baseiam as doutrinas em escrituras modernas.

Como visto, há várias correntes evangélicas e, nem sempre uma concorda com a outra e ao contrário, como visto também, os históricos, os pentecostais e os neopentecostais discordam em muitas coisas entre si e olhe que todos estudam e pregam a mesma Bíblia, que segundo eles, é a Palavra de Deus e ao que eu saiba Deus não erra. 
Portanto diante destes fariseus neo pentecostais façamos o seguinte:

"  Sigamos a cruz, pois se tivermos fé com este símbolo venceremos."

                                                       
                     Brilhante aula sobre a Santa Madre Igreja
                                              

sábado, 28 de março de 2015

No conclave de Washington, a denúncia da fraude eleitoral brasileira.

Foi realizado em Washington o Conclave para a democracia, este evento realizado no no Clube Nacional da Imprensa em Washington DC. no caso Março de 2015,tem por como seu principal objetivo congregar os líderes da oposição e ativistas políticos da América Latina para denunciar o Foro de São Paulo e a fraude eleitoral no Brasil.
A reunião também denunciou a empresa venezuelana SMARTMATIC como o “aparelho” utilizado para subverter a democracia na Venezuela, Nicarágua, Bolívia, El Salvador, Equador e Brasil.
O “Conclave” denuncia os países afetados pelo populismo e regimes autoritários.
Os participantes são: Ex-Primeiro Ministro da Espanha Jose Maria Aznar, Ex-Presidente colombiano Alvaro Uribe, Ex-Presidente mexicano Vicente Fox, Ex-Governador da Florida Jeb Bush, Senador Marco Rubio e os outros e como convidado o brilhante Olavo de Carvalho.
Alguma linha na grande imprensa e no sub jornalismo tupinambá , não é claro.mais isso já era esperado.
                                                                

sexta-feira, 27 de março de 2015

A OAB, o STF e o Bolivarianismo bela parceria.

Não basta um Dias Tóffoli que não passou em dois concursos para  a magistratura, teremos em breve um segundo Tóffoli, trata-se do Sr. Marcus Vinicius Furtado Coêlho, ( é inacreditável o que esta acontecendo com estas  OABs da vida).
E quem é este Sr.? Este senhor é militante sindical com fortes  simpatias pelo petismo ( tradução esquerda que cultua Cuba, mas prefere nas férias levar seus filhos para Miami), amiguinho de Lewandoski aquele que por pouco não indicaria a absolvição de máfias que absorvia para seu patrimônio particular nossos impostos.
Tem notório saber jurídico para o cargo, não tem, suas maiores contribuições para devastar nossos impostos é obrigar estados e municípios liquidar precatórios  ( dividas reconhecidas destes entes com a sociedade ( cidadãos)  em 5 anos custo da brincadeira R$ 97 bilhoes.
Partiu também deste senhor que conta com a simpatia do bolivarianismo petista cujo principal objetivo é curvar a independência do judiciário ( STF) ao seu programa totalitário, emenda para proibir doação de empresas privadas dentro da lei a candidatos.
Ou seja o financiamento público de campanhas seria distribuído as maiores bancadas, ( PT e aliados)  teríamos então a eternização no poder destes ilibados senhores.
Como a OAB que não faz alguns anos era uma reserva moral da Republico, como hoje se tornou este esbirro do esquerdismo nacional
Outra maravilha da cabecinha deste senhor, cabe ao Judiciário legislar, este cara estudou ao onde fica a pergunta? E a interdependência dos poderes, ao judiciário cabe quando provocado executar as leis e a guardar a Constituição não legislar.
Pesa contra este sr, o aumento de uma indenização da BASF a um seu representante, um salto de R$ 80 mil saltou para R$ 9 milhões isso mesmo, se ser leviano membros hoje do judiciário como em outros setores da esfera pública, existe a crença que ele ao ser concursado deve ficar rico e não levar um padrão material de classe média. Não compreendendo que o sustento do ESTADO e financiado por todos os impostos pagos com sacrifícios pela sociedade civil.
E tem mais, este Sr. no caso o indicado por Dilma ao STF foi advogado de uma causa no mínimo suspeita , um banco foi condenado a pagar R$ 6 milhões por apreender indevidamente um carro por falta de pagamento.” Procedimento este normal por inadimplência de um cliente.
E o mais estarrecedor estes senhores diplomados se apropriaram de uma indenização de vejam os valores R$ R$ 108 milhões a um grupo de advogados liderado por Coêlho.de uma causa no Piaui Professores e merendeiras do Piauí venceram na Justiça uma ação de indenização de R$ 400 milhões, iniciada nos anos 1990. 

Lembrando é este senhor . Marcus Vinicius Furtado Coêlho,que pode ocupar um cargo na Suprema Corte somos ou não uma República de Bananas. ( selvagem e atrasada?)  
                         
     A aliança entre a Igreja Católica na sua versão tupinambá a OAB e o PT unidos pelo socialismo
                                                 

                                                  

quinta-feira, 26 de março de 2015

Quem xocou o ovo da serpente ( a inflação)?

O nome da criatura marxista e populista chama-se Lula, durante 8 anos este ser que tinha como único objetivo na vida, enriquecer através da Presidência da República, contou com aliados na imprensa, academia e setores do grande empresariado tupinambá.
Se aliou ao que ha de pior em republicas bananeiras, que são justamente os mencionados acima além de domesticar legislativo e judiciário.
O país hoje com sua infra-estrutura dilapidada, com seus centros de excelência científica sucateados, com um aparelho burocrático caro que absorve mais 60 % de todos os impostos do país em custeio, caminha a passos largos para um abismo onde a profundidade é cada vez mais difícil de medir.
Recessão e inflação alta ( tradução imposto regressivo que atinge os pobres) e classe média endividada ( 219 %) no cheque especial e o pior, uma crise moral e de valores, já interiorizada pelos brazucas de todas as classes sociais sem precedentes..
As agência internacionais já nos classificam, como um caso perdido, as peças publicitárias aliadas a uma oposição medíocre como o  PSDB ( uma versão de boutique do PT) ficando na defensiva sim é co-responsável por tudo isso que estamos vendo. 
O grande mané responsável por tudo isso é ele que hoje vive em viagens internacionais, cobrando altos caches, para vender ilusões lisérgicas de que o país esta bem. 
Serão necessários muitos anos e sacrifícios de gerações para recolocar o pais nos trilhos, não podemos poupar parte do povo brasileiro, que possui fortes inclinações a maracutaias, apegados sim a a uma postura dinheirista ( o combustível de sua existência é a inveja do vizinho, o maroquismo nos diálogos, o oportunismo se a chance aparecer,), a aprovação a Lula durante anos, este apoio se pautou a base de crédito fácil, pois propiciava, a ilusão de que se estava mudando de classe pela aquisição ( sem planejamento ) de alguns objetos.
O suporte irresponsável das mídias em geral, ocupados por profissionais ( educados sob a óptica de que somente a esquerda tem legitimidade para diagnosticar e apresentar soluções para o país), também deu sustentação a este irresponsável. 
Portanto merecemos o que somos uma promessa que não se concretiza, um cadáver que procria, uma imundície viva.
Até que um dia as famílias brasileiras eduquem seus filhos não para dizerem bom dia  professora, boa noite papai e mamãe, mais sim que tenhamos valores republicanos, conseguiremos de fato mudar a adjetivação acima.
                                                 A incompetência se ramificou no país

                                                                        




segunda-feira, 23 de março de 2015

Em editorial desta segunda-feira, o jornal britânico Financial Times (FT) listou diversos pontos negativos que estão prejudicando o desempenho da economia brasileira e a imagem da presidente Dilma Rousseff. "Grande parte da culpa [do que está acontecendo hoje] é do próprio Brasil", afirma a publicação. "O governo, no poder há 12 anos, tem culpado fatores externos. Mas a bagunça é, em grande parte, culpa do próprio país", disse, em outro trecho do texto.
Citando a crise hídrica, as denúncias bilionárias de corrupção da Petrobras, a baixa popularidade da presidente e as perspectivas de recessão econômica, o jornal disse que nem parece que é o mesmo país que há pouco tempo estava predestinado ao sucesso. E foi além, afirmando que a situação pode piorar ainda mais. "Sua (do Brasil) queda do estado de graça foi espetacular. Infelizmente, a situação, ao que parece, piorará ainda mais", ao comentar que a economia pode ter o pior desempenho desde 1931 este ano e que 2016 também deverá ser um ano ruim.
A bonança vivida nos últimos anos, diz o FT, com o boom das commodities, a mudança nos termos do comércio exterior, a queda do desemprego e as receitas públicas infladas, estava assentada no esteroide do boom de crédito. "O Brasil colheu os frutos da globalização sem disciplina", aponta. Com isso, a forte desvalorização do real vista atualmente "reprecifica ( tradução: inflação) a economia" e o real podem enfraquecer-se ainda mais.
Por fim, o editorial comenta que países como Chile, Colômbia e Peru, também se aproveitaram o do boom das commodities e do crédito, mas sem "a ressaca" do Brasil e, por isso, continuam crescendo.
O nacionalismo tosco do brasileiro, sintomas da velha xenofobia terceiro-mundista que, aliada à mais profunda ignorância econômica, trata os recursos naturais como riquezas,
O problema é que tais manifestações costumam sensibilizar uma boa camada da opinião pública, completamente ignorante economicamente e, por isso mesmo, suscetível a essas falácias. Tentemos, então, desmistificar um pouco a questão.do balela petista do pré-sal.
Existem três diferentes tipos de capitais – natural (recursos naturais), produtivo (bens de capital) e intangível (capital humano e qualidade das instituições).
Quanto mais desenvolvidas (em termos de renda per capta) são as nações, menos elas dependem dos recursos naturais e mais utilizam os chamados capitais intangíveis, por aqui a esquerda primata pensa ao contrario.
O Banco Mundial publicou, em 2014, um extenso e detalhado trabalho intitulado “Onde está a Riqueza das Nações”,
A saber, de toda riqueza produzida no mundo, o estudo do BIRD estima que nos países prósperos em apenas 5% a contribuição dos capitais naturais, contra 17% dos capitais produtivos e nada menos que 77% dos intangíveis.
Infelizmente, na contramão da moderna teoria econômica encontram-se também diversas nações dessa (cada vez mais) atrasada América Latina. Apesar de todas as evidências acima, alguns de seus líderes ( por aqui Lula e Dilma) – apoiados por boa parte da opinião pública – mantêm uma fé inabalável na velha lenga-lenga nacionalista (temperada com doses cavalares de marxismo) e insistem no extemporâneo receituário da estatização de empresas e recursos naturais, como se aí estivesse a chave do progresso.
Esses verdadeiros arautos do subdesenvolvimento desprezam o exemplo dos países ricos, especialmente no que concerne às instituições e ao ambiente de negócios. Expressões como Estadas de direito, previsibilidade jurídica, respeito à propriedade privada, liberdade econômica, cumprimento de contratos, desburocratização, combate à corrupção, eficiência e parcimônia com o gasto público não têm qualquer significado para eles. Além disso, não aceitam o fato de que o grande protagonista do desenvolvimento é a iniciativa privada, não o governo

Quem causa a inflação não é o empresário ( remarcando preços ) é o estado deus que o brazuca tanto cultua, a burrice genética nacional é incapaz de enxergar tal fato e pede mais estado é inacreditável.